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4 maio 2026

Guerra nuclear: Líder do Irã diz que Israel “não durará muito”

 O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, fez sua primeira aparição pública desde o agravamento das tensões entre Israel e seu país. Durante um discurso nas tradicionais orações semanais em Teerã, Khamenei defendeu o recente ataque iraniano ao território israelense e expressou apoio à invasão do Hamas ao sul de Israel, ocorrida há um ano. Na ocasião, militantes do Hamas mataram mais de 1,2 mil pessoas, em um evento que desencadeou uma operação genocida de Israel na Faixa de Gaza. Khamenei descreveu os dois ataques – do Irã e do Hamas – como “atos legítimos”. De acordo com o g1, líder supremo do Irã disse ainda que Israel “não durará muito” e convocou “todos os muçulmanos” a lutar contra o país.

A fala de Khamenei, conforme noticiou a imprensa iraniana, reflete o endurecimento de posições após a morte de Hassan Nasrallah, líder do Hezbollah, morto por Israel em um ataque no Líbano no último fim de semana. “A resistência da região não vai recuar inclusive com a morte de nossos líderes”, afirmou o líder iraniano. Em tom desafiador, Khamenei também se referiu a Nasrallah como um “irmão”, reforçando os laços entre Irã e Hezbollah

Reação no Líbano – Enquanto o discurso inflamado de Khamenei ecoava em Teerã, o Líbano enfrentava a resposta militar israelense a ataques do Hezbollah. Nesta quinta-feira (3), as Forças Armadas do Líbano reagiram pela primeira vez à incursão israelense, disparando contra tropas inimigas que haviam atacado um posto militar. O confronto resultou na morte de um soldado libanês. Segundo o Exército do Líbano, a resposta foi uma tentativa de defender sua soberania após Israel ter concentrado sua ofensiva em áreas dominadas pelo Hezbollah.

Até o momento, Israel tem se posicionado oficialmente afirmando que suas operações não têm como alvo o Estado libanês, mas sim estruturas do Hezbollah localizadas no sul do país. Apesar disso, os bombardeios recentes resultaram em devastação, especialmente em Beirute, a capital libanesa. Os ciclos de ataques deixaram mais de 1,9 mil mortos, incluindo 127 crianças, segundo dados do Ministério da Saúde do Líbano.

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