O Ministério Público de Rondônia (MPRO) entrou com uma ação na Justiça para obrigar o Estado e a Prefeitura de Porto Velho a fiscalizar o acúmulo de cargos e o cumprimento da jornada de trabalho de profissionais da rede pública de saúde. As investigações identificaram irregularidades em 11 inquéritos civis, com prejuízo aos cofres públicos que pode chegar a R$ 1 milhão.
A ação foi apresentada pela 6ª Promotoria de Justiça de Porto Velho e tramita sob sigilo. Por isso, os nomes dos profissionais investigados não foram divulgados.
Segundo o MPRO, foram encontrados casos de profissionais com vínculos simultâneos na Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e na Secretaria Municipal de Saúde (Semusa). Alguns também trabalhavam para outros órgãos e municípios.





