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Porto Velho
3 abril 2026

Luto: corpo de professora é transladado para a BA

O corpo da professora Juliana Santiago, morta após ser atacada por um aluno dentro de uma sala de aula do Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca), em Porto Velho, foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) na tarde deste sábado (7). Em seguida, o corpo foi transladado para Salvador (BA).

Segundo informações apuradas pelo g1, o traslado teve início por volta das 16h, com saída de Porto Velho. A família não divulgou o horário nem o local do velório, que deve ocorrer em Salvador.

A professora de direito Juliana Santiago morreu na noite desta sexta-feira (6) após ser atacada a facadas por um aluno dentro de uma sala de aula do Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca), faculdade particular localizada em Porto Velho.

De acordo com testemunhas, o crime aconteceu depois da aula. O aluno do 5° período de direito, João Cândido, aguardou a professora ficar sozinha e começou uma discussão. Na sequência, ele atacou Juliana a facadas. Ela foi atingida nos dois seios, além de sofrer uma laceração no braço.

Juliana foi socorrido por alunos e levada até o Hospital João Paulo II, mas morreu antes mesmo de ser atendida.

Após o crime, João tentou fugir, mas foi rendido por um aluno que é policial militar. Imagens feitas por pessoas que estavam na instituição mostram o homem sendo contido logo após o ataque. (Veja a imagem acima)

Em depoimento à polícia, João afirmou que manteve um relacionamento com a professora por cerca de três meses e que cometeu o crime por vingança, após saber que ela teria retomado o relacionamento com o ex-marido. A versão, no entanto, não foi confirmada pela família da professora nem pelas autoridades.

Ainda segundo o relato do autor à polícia, a faca usada no crime teria sido dada pela própria professora. Ele afirmou que, um dia antes do ataque, Juliana lhe presenteou com um doce de amendoim dentro de uma vasilha, acompanhado da faca utilizada no homicídio.

A faculdade emitiu uma nota de pesar e suspendeu as aulas por três dias. Várias instituições também lamentaram a morte da professora e repudiaram o crime. (G1)

Juliana Santiago — Foto: Reprodução/redes Sociais

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