A 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negou, na quinta-feira (9), o pedido de habeas corpus do empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, réu pelo assassinato do gari Laudemir de Souza Fernandes. A defesa solicitava a revogação da prisão preventiva e a substituição por medidas cautelares.
No entanto, o desembargador Maurício Pinto Ferreira destacou a gravidade do crime e sua repercussão como justificativas para a manutenção da prisão. Renê é acusado de matar Laudemir em agosto de 2025, após um desentendimento no trânsito.
O empresário, irritado com a lentidão provocada por um caminhão de coleta de lixo, apontou uma arma para o motorista e disparou contra o gari, atingindo-o fatalmente. A denúncia aponta que o crime foi cometido por motivo fútil e que ele utilizou um recurso que dificultou a defesa da vítima.






