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Porto Velho
31 janeiro 2026

Imigrante é deportado dos EUA enquanto participava de culto em igreja

Um caso recente de deportação nos Estados Unidos tem levantado questionamentos sobre a proteção de locais sagrados, depois que o hondurenho Wilson Velásquez foi detido enquanto participava de um culto em uma igreja no estado da Geórgia, no começo de fevereiro. “Eles estavam ouvindo o sermão do pastor quando agentes do ICE chegaram para prender Velásquez”, descreve o processo judicial contra o governo de Donald Trump.

O relato aponta que, ao cruzar a fronteira com sua esposa e três filhos, Velásquez se apresentou voluntariamente às autoridades americanas para solicitar asilo. Ele recebeu um monitor de rastreamento GPS no tornozelo e comparecia às visitas obrigatórias, mas, no dia em que foi preso, o ICE alegou estar “procurando pessoas com tornozeleiras”.

A ação movida por igrejas e sinagogas destaca o “risco iminente de ações semelhantes” em outros locais de culto, em razão das novas práticas migratórias adotadas durante o governo Trump. Instituições religiosas afirmam que prisões nesses ambientes seriam “devastadoras para sua prática religiosa”, pois, além de abalarem o espaço consagrado, criariam temor e esvaziariam as congregações.

Os líderes religiosos acrescentam que a política migratória atual já está sobrecarregando o exercício da fé e do trabalho comunitário. “As congregações estão sofrendo reduções na frequência aos cultos e na participação em serviços sociais, devido ao medo de ações de aplicação da lei de imigração”, alertam.

Na denúncia, cristãos e judeus citam princípios bíblicos de hospitalidade e acolhimento ao estrangeiro. “Torá expõe esse princípio 36 vezes, mais do que qualquer outro ensinamento: ‘O estrangeiro que morar com vocês será como um de seus cidadãos; vocês o amarão como a si mesmos, pois vocês eram estrangeiros na terra do Egito’ (Levítico 19:34)”, lembram. Também mencionam as palavras de Jesus, que se identifica com o estrangeiro e ordena a acolhida.

As instituições religiosas envolvidas no processo reiteram que proteger seus fiéis e visitantes faz parte de sua missão, e que ações migratórias dentro de templos e santuários afrontam a liberdade de culto. As informações são da reportagem de Jamil Chade, do UOL.

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