A morte da soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana, ocorrida em 18 de fevereiro, continua sendo investigada como suspeita, com novos laudos complementares aguardados para esta segunda-feira (16). Ela foi encontrada com um tiro na cabeça no apartamento onde vivia com o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, que inicialmente alegou suicídio.
No entanto, a presença de lesões no rosto e pescoço da policial, compatíveis com pressão manual, levanta a possibilidade de que ela tenha sido agredida antes do disparo fatal. As investigações incluem a análise de laudos periciais que indicam marcas de pressão no pescoço e mandíbula da soldado, conhecidas como “estigmas digitais”.
Essas lesões, juntamente com o projétil alojado no couro cabeludo de Gisele, reforçam a suspeita de que ela tenha sido vítima de violência antes de ser baleada. O caso continua sendo tratado como homicídio até que as conclusões dos laudos complementares revelem a autoria do disparo e esclareçam as circunstâncias da morte.






