O Ministério Público (MPRO), através da 8ª Promotoria de Justiça (Comarca de Ji-Paraná),decidiu instaurar um procedimento preparatório para apurar uma denúncia de supostas irregularidades envolvendo uma servidora da área da saúde que, conforme o relato apresentado ao órgão, estaria lotada na Gerência Regional de Saúde, nesta cidade.
No documento, a denúncia aponta que a servidora, supostamente, estaria seu salário sem exercer as suas atividades na referida unidade. A servidora teria sido lotada na Gerência de Saúde no sistema de trabalho home office, em um setor que, conforme a denúncia, seria incompatível com sua qualificação profissional da mesma. Segundo o Ministério Público, a finalidade do procedimento é de esclarecer os fatos. Portanto, as alegações ainda dependem de apuração, e a existência da investigação não significa que as irregularidades tenham sido comprovadas.
Manifesto
Ao tomar conhecimento da situação, o chefe da Gerência Regional de Saúde, em Ji-Paraná, Roni Matos, informou que servidora mencionada na denúncia não integra o quadro de recursos humanos da referida unidade e, que a modalidade de home office não se aplica à servidora, uma vez que, segundo ele, ela não possui a qualificação profissional exigida para o exercício do cargo em questão. Ele ainda afirmou já ter apresentado resposta documental ao Ministério Publico.





