O estado do Tennessee, nos Estados Unidos, suspendeu a execução de Tony Carruthers após a equipe responsável não conseguir encontrar uma veia adequada para aplicar as drogas da injeção letal. Segundo o sistema prisional, diversas tentativas foram realizadas antes da interrupção do procedimento.
Após o episódio, o governador Bill Lee concedeu uma suspensão das execuções por um ano. Carruthers foi condenado por participação em três homicídios ocorridos em 1994. O caso ganhou fama porque seus advogados alegam que ele foi condenado injustamente e apontam problemas relacionados à sua saúde mental.
Em recursos apresentados à Justiça, a defesa argumentou que o condenado não possuía condições adequadas para conduzir sua própria defesa durante o julgamento realizado em 1996. Os advogados também buscaram novos testes forenses para reavaliar as provas do caso e tentou barrar a execução por meio de recursos de emergência apresentados à Suprema Corte dos Estados Unidos, mas os pedidos foram rejeitados.
O Tennessee acumula problemas com esse método de execução nos últimos anos. Em 2022, o estado interrompeu as execuções após admitir falhas nos testes das substâncias utilizadas. Casos semelhantes ocorreram em outros estados, como Alabama e Arizona, levando parte das autoridades a adotar métodos alternativos, incluindo o pelotão de fuzilamento.





