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Porto Velho
24 junho 2026

Presidente do Sintero diz que novo Ensino Médio provoca efeitos perversos para a saúde física e mental dos professores

Segundo, a presidenta do Sintero, Lionilda Simão, disse que o novo Ensino Médio tem efeitos perversos para a saúde física e mental dos profissionais em Educação lotados nas instituições que já trabalham, em razão da sobrecarga de trabalho vivida por estes profissionais.

O Sintero participou de audiência pública na quinta-feira (23) na Câmara Municipal de Porto Velho, sobre os impactos do novo Ensino Médio. A audiência foi proposta pelo presidente da Comissão de Educação, vereador Aleks Palitot (PTB) e teve participação do vereador Isaque Machado (Patriota).

O Novo Ensino Médio foi instituído em 2017, por meio da Lei nº 13.415. As mudanças para sua implantação já foram colocadas em prática em Rondônia, com alterações significativas na estrutura e organização do Ensino Médio como: a ampliação da carga horária, a flexibilização curricular e a ênfase na formação técnica e profissionalizante. No entanto, desde sua implementação, o Novo Ensino Médio tem sido alvo de críticas e polêmicas.

Durante a audiência pública, foram apresentados diversos argumentos que justificam a revogação do novo modelo de ensino, como a falta de diálogo e participação da comunidade escolar na elaboração da “reforma”, as condições precárias do trabalho dos/as professores/as, a ampliação das desigualdades sociais e educacionais, entre outros.

O Novo Ensino Médio foi instituído em 2017, por meio da Lei nº 13.415. As mudanças para sua implantação já foram colocadas em prática em Rondônia, com alterações significativas na estrutura e organização do Ensino Médio como: a ampliação da carga horária, a flexibilização curricular e a ênfase na formação técnica e profissionalizante. No entanto, desde sua implementação, o Novo Ensino Médio tem sido alvo de críticas e polêmicas.

Durante a audiência pública, foram apresentados diversos argumentos que justificam a revogação do novo modelo de ensino, como a falta de diálogo e participação da comunidade escolar na elaboração da “reforma”, as condições precárias do trabalho dos/as professores/as, a ampliação das desigualdades sociais e educacionais, entre outros.

Na oportunidade, a presidenta do Sintero, Lionilda Simão, fez duras críticas ao modelo de ensino e denunciou os efeitos perversos para a saúde física e mental dos profissionais em Educação lotados nas instituições que já trabalham com o Novo Ensino Médio, em razão da sobrecarga de trabalho vivida por estes profissionais. Ela ressaltou ainda que os filhos da classe trabalhadora são os principais prejudicados, uma vez que o ensino é excludente e autoritário.

Estiveram presentes na reunião trabalhadores e trabalhadoras em educação, estudantes do Instituto Federal de Rondônia (IFRO), representantes dos servidores públicos, da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), do Conselho Estadual de Educação e representando a Bancada Federal de Rondônia, a deputada federal Silvia Cristina (PL).

“O Sintero produziu uma Carta Aberta, onde são enumerados os principais motivos pelos quais nos posicionamos contrários ao Novo Ensino Médio, pedimos que toda a comunidade leia e nos ajude a encampar essa luta em todos os espaços”, disse Lionilda Simão, presidenta do Sintero.

VEJA A CARTA ABERTA: https://sintero.org.br/downloads/carta-aberta-a-revogacao-do-novo-ensino-medio-e-urgente-e-necessaria.pdf

SINTERO discute sobre impactos do novo Ensino Médio em audiência pública na Câmara de Porto Velho

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