Brigitte Bardot, ícone absoluto do cinema francês e um dos maiores símbolos do século 20, morreu nesta quinta-feira, aos 90 anos. A morte da atriz foi anunciada pela Fundação Brigitte Bardot, que não detalhou a hora do ocorrido. Em comunicado, a entidade descreveu Bardot como uma “atriz e cantora de renome mundial, que optou por abandonar sua prestigiada carreira para dedicar sua vida e energia ao bem-estar animal e à sua fundação”.
Bardot foi não apenas uma das maiores atrizes do século 20, mas o maior símbolo sexual de sua geração, transformando a imagem feminina no cinema e influenciando a moda, o comportamento e a música.
“A Fundação Brigitte Bardot anuncia com imensa tristeza o falecimento de sua fundadora e presidente, Brigitte Bardot, a atriz e cantora mundialmente famosa, que optou por abandonar sua prestigiosa carreira para dedicar sua vida e energia ao bem-estar animal e à sua Fundação”, diz o comunicado enviado à AFP, sem especificar o dia ou local da morte.
B.B., como era conhecida entre os franceses, havia encerrado sua carreira no cinema há mais de cinquenta anos, deixando para trás cerca de cinquenta filmes e duas cenas que entraram para o panteão da sétima arte: um mambo febril em um restaurante em Saint-Tropez em “E Deus Criou a Mulher” e um monólogo, nu, na abertura de “O Desprezo”.






