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Porto Velho
31 janeiro 2026

Incêndios criminosos são retaliações às fiscalizações ambientais contra invasores de terra em Rondônia

Mídia Rondônia -Segundo o promotor de justiça do Ministério Público de Rondônia (MP-RO), Pablo Hernandez Viscardi, os indícios apontam que os incêndios foram causados como retaliações às fiscalizações ambientais, sobretudo àquelas realizadas na Operação Mapinguari: a maior ação de desocupação já realizada em Rondônia.

Na ocasião, pelo menos 10 pessoas foram presas, mais de 2 mil cabeças de gado foram retiradas da unidade de conservação e centenas de estruturas irregulares de invasores foram destruídas.

“Sabemos que os incêndios são criminosos, sabemos que esses criminosos que atuam lá atuam de forma organizada, de forma articulada, já temos linhas investigativas nesse sentido. Não há incêndio acidental, não há incêndio voluntários, há dolo, há crimes”, apontou o promotor.

Há dois meses incêndios criminosos destroem a fauna e a flora do Parque Estadual (PES) Guajará-Mirim, uma das maiores unidades de conservação de Rondônia. O fogo já consumiu uma área cinco vezes maior que o tamanho da zona urbanizada de Porto Velho.

O PES Guajará-Mirim tem 216 mil hectares de floresta protegida. Os incêndios criminosos destruíram mais de 73 mil campos de futebol, equivalente a 33% de toda a área.

Por se tratar de uma unidade estadual, o parque é de responsabilidade do governo de Rondônia.

Nas primeiras semanas do incêndio, o Ibama informou que o fogo já tinha consumido 70 hectares. Em um mês as chamas se espalharam e atualmente a área queimada é 1 mil vezes maior do que a informada inicialmente.

O PES Guajará-Mirim tem 216 mil hectares de floresta protegida. Os incêndios criminosos destruíram mais de 73 mil campos de futebol, equivalente a 33% de toda a área.

Por se tratar de uma unidade estadual, o parque é de responsabilidade do governo de Rondônia.

Os incêndios cresceram de forma tão significativa que se tornaram o maior registro ativo em Rondônia e contribuíram para colocar o estado nos piores índices de queimadas dos últimos 14 anos.

Incêndios criminosos

Desde que identificou os incêndios, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) já apontava a possibilidade de ações criminosas. A hipótese foi reforçada quando garrafas de combustíveis foram encontradas próximas aos focos de incêndio, além de pegadas.

Nas primeiras semanas do incêndio, o Ibama informou que o fogo já tinha consumido 70 hectares. Em um mês as chamas se espalharam e atualmente a área queimada é 1 mil vezes maior do que a informada inicialmente.

Com informações do G1

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