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Porto Velho
12 março 2026

Pix ganha novas regras contra golpes nesta segunda-feira

Os bancos passaram a ser obrigados, a partir desta segunda-feira (2), a seguir novas regras de segurança do Pix. Entrou em vigor de forma obrigatória a versão 2.0 do Mecanismo Especial de Devolução, criado para facilitar a restituição de valores em casos de fraude, golpe ou falha operacional.

A principal mudança está na ampliação do rastreamento do dinheiro transferido. Antes, a devolução só podia ocorrer a partir da conta utilizada diretamente no golpe. Como os fraudadores costumam sacar ou pulverizar os valores rapidamente, o rastreio era interrompido em pouco tempo.

Com as novas regras, o sistema passa a acompanhar o caminho do dinheiro com mais precisão, permitindo a recuperação de recursos mesmo depois de eles terem saído da conta original do golpista. A expectativa é ampliar a identificação de contas usadas em fraudes e aumentar a taxa de devolução às vítimas.

Segundo o Banco Central, as informações obtidas nesse processo serão compartilhadas entre as instituições envolvidas na transação. “Essa identificação vai ser compartilhada com os participantes envolvidos nas transações e permitirá a devolução de recursos em até 11 dias após a contestação”, informou o órgão ao anunciar as mudanças.

Desde outubro, bancos e instituições financeiras já oferecem, nos aplicativos, a opção de contestação direta de transações Pix, sem necessidade de atendimento humano. Esse canal é o meio oficial para solicitar a devolução de valores em casos de fraude.

“O autoatendimento do MED dará mais agilidade e velocidade ao processo de contestação de transações fraudulentas, o que aumenta a chance de ainda haver recursos na conta do fraudador para viabilizar a devolução para a vítima”, informou o Banco Central em 2025.

Outra novidade é o bloqueio imediato de contas denunciadas por fraude. Antes, havia uma etapa prévia de análise. Agora, a conta suspeita é bloqueada automaticamente, e a apuração ocorre na sequência, o que dificulta a dispersão dos valores.

O Banco Central avalia que o novo modelo fortalece a comunicação entre instituições financeiras e contribui para reduzir o uso recorrente de contas em esquemas criminosos, tornando o Pix mais seguro para os usuários.

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