Segundo a PF, o grupo utilizava páginas eletrônicas fraudulentas para simular ambientes oficiais de universidades e dar aparência de legitimidade aos documentos.
Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, um em endereço comercial usado como base das atividades e quatro em residências dos investigados.
As investigações apontam que os suspeitos também ofereciam títulos de mestrado e doutorado emitidos por uma suposta instituição estrangeira, sem reconhecimento oficial.
O grupo alegava que os diplomas poderiam ser utilizados no Brasil sem necessidade de revalidação, o que é irregular.

Estrutura organizada
De acordo com a PF, quatro pessoas atuavam de forma organizada, com divisão de funções, incluindo captação de clientes, gestão financeira e apresentação da falsa instituição de ensino.
As apurações começaram em 2025, após denúncias de conselhos profissionais sobre diplomas suspeitos apresentados por profissionais.
Os envolvidos podem responder por falsificação de documento público, uso de documento falso, estelionato, organização criminosa e exercício irregular de profissão.
Metrópoles