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10 maio 2026
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Fome avança no Brasil e atinge 33,1 milhões de pessoas

Em 2022, mais da metade da população brasileira – 58,7% – vive com algum tipo de insegurança alimentar. O número de pessoas passando fome passou de 19 milhões para 33,1 milhões de pessoas em pouco mais de um ano. Os dados divulgados nesta quarta-feira (8), são do 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, feito pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan). A pesquisa mostra que Brasil regrediu para um patamar de insegurança alimentar equivalente ao da década de 1990.

Isso significa que 15,5% da população no país está sem ter o que comer. O acesso pleno à alimentação se tornou exceção: essa é a realidade para apenas quatro de cada 10 famílias.

A pesquisa foi realizada em campo, pelo Instituto Vox Populi, com em entrevistas em 12.745 domicílios de 577 municípios de todos os estados brasileiros.

Em números absolutos, 125,2 milhões de pessoas no Brasil estão passando por algum nível de insegurança alimentar. Essa classificação inclui pessoas que estão passando fome e aquelas que estão preocupadas por não saber se terão o que comer no dia seguinte. O número de pessoas nessa situação aumentou 7,2% desde 2020, e 60% desde 2018.

“Os caminhos escolhidos para a política econômica e a gestão inconsequente da pandemia só poderiam levar ao aumento ainda mais escandaloso da desigualdade social e da fome no nosso país”, destaca Ana Maria Segall, médica epidemiologista e pesquisadora da Rede Penssan.

Desigualdades históricas se acentuam

A fome no Brasil tem cor, gênero, idade, geografia e classe. O Norte e o Nordeste do país são as regiões mais atingidas pela falta de comida no prato, com 25,7% e 21% das famílias, respectivamente, passando fome.

A desigualdade regional foi constatada também no contraste entre o campo e a cidade. Nas áreas rurais do Brasil, a insegurança alimentar é vivida em 60% das casas. Destas, 18,6% estão em situação grave. Nem mesmo quem produz alimentos escapou. A fome atingiu 21,8% dos domicílios de agricultores familiares e pequenos produtores.

 

Em 53,2% das casas onde a pessoa de referência se autodeclara branca, o acesso a comida não foi considerado um problema. O mesmo aconteceu em 67% dos domicílios com renda maior que um salário mínimo por pessoa. Já entre os lares em que a pessoa responsável se autodeclara preta ou parda, o índice cai para 35%. Comparando com a edição anterior do Inquérito da Rede Penssan, entre lares comandados por pessoas negras, a fome aumentou de 10,4% para 18,1%.

A falta de comida atingia, em 2020, 7% das casas em que mulheres são as responsáveis. Em 2022, passou para 11,9%. Também nesse período, a dificuldade em conseguir alimentos em famílias com crianças dobrou: a fome afetava 9,4% delas e, atualmente, é a realidade de 18,1%.

“Pode guardar as panelas que hoje o dinheiro não deu”

“Você sabe que a maré não está moleza não / E quem não fica dormindo de touca já sabe da situação / Eu sei que dói no coração falar do jeito que falei / Dizer que o pior aconteceu: pode guardar as panelas que hoje o dinheiro não deu”. O samba de Paulinho da Viola foi lançado em 1979, mas, se fosse uma música de 2022, não haveria surpresa.

Para Renato Maluf, coordenador da Rede Penssan, “as medidas tomadas pelo governo para contenção da fome hoje são isoladas e insuficientes, diante de um cenário de alta da inflação, sobretudo dos alimentos, do desemprego e da queda de renda da população”.

 

A pesquisa, que teve apoio da Ação da Cidadania, a ActionAid Brasil, a Fundação Friedrich Ebert Brasil, o Ibirapitanga, a Oxfam Brasil e o Sesc, coletou depoimentos entre novembro de 2021 e abril de 2022.

Neste 2º Inquérito, 8,2% das famílias relataram sentir vergonha, tristeza ou constrangimento pelos meios que estão tendo de usar para conseguir colocar comida na mesa. Segundo elas, a situação fere sua dignidade.

Brasil de Fato

Lula cresce, Bolsonaro cai e vitória em primeiro turno avança, aponta pesquisa Quaest

A 12ª rodada da pesquisa Genial/Quaest, a única com sondagens mensais com entrevistas na casa dos eleitores, mostra um avanço do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT. Na média dos três cenários pesquisados, Lula tem 47% das intenções de votos, 1 ponto percentual a mais do que em maio. O presidente Jair Bolsonaro, do PL, vem em segundo lugar. Ciro Gomes (PDT) tem 7%; André Janones (Avante), 2%; Simone Tebet (MDB), 1%; e Pablo Marçal (PROS), 1%.

Os demais candidatos (Vera Lúcia, Eymael, Sofia Manzano, Felipe d’Ávila, Luciano Bivar e general Santos Cruz) não pontuaram. Com esse resultado, Lula seria eleito presidente no primeiro turno.

A vantagem de Lula está relacionada à piora na percepção do eleitor sobre a economia. Para 56%, a economia “influencia muito” a escolha do voto. Outros 44% disseram que a economia é o maior problema do país. Entre os temas econômicos, pela primeira vez, a inflação foi o item mais citado, com 23%.

Seis de cada dez eleitores acham que a economia piorou nos últimos seis meses e 57% reclamaram de dificuldades para pagar as contas. Perguntados sobre quem é o maior responsável pela alta dos preços dos combustíveis, 28% dos eleitores responderam Bolsonaro e 16%, a Petrobras. Em um mês, a reprovação ao governo Bolsonaro subiu de 46% para 47% e é majoritária em todas as faixas de renda, gênero e idade.

“Dois dados são sintomáticos para explicar o sentimento do eleitor neste momento: 54% disseram que o governo Bolsonaro está pior do que esperavam e só 18% consideram que está melhor. Perguntamos ainda em que governo o eleitor acha que as pessoas conseguiam comprar mais com o seu salário e 62% responderam que foi em administrações Lula. Ou seja, do lado de Bolsonaro, há a percepção de desapontamento. Do lado de Lula, uma boa lembrança. Essa diferença explica o resultado”, diz Felipe Nunes, diretor da Quaest. No ranking de governos com maior poder de compra, depois de Lula com 62%, os eleitores citaram Bolsonaro com 10%, FHC com 5% e Dilma com 4%.

Nas indicações de primeiro turno, Lula vence nas regiões Nordeste (com 69%) e Sudeste (44%), as mais populosas. Há um empate técnico entre o candidato do PT e o do PL no Sul (38% x34% a favor de Lula) e no Norte (43% x 41% a favor de Bolsonaro). No Centro-Oeste, os números indicam 47% x 23% a favor de Bolsonaro. Seis em cada 10 eleitores disseram que conhecem e não pretendem votar em Bolsonaro, 52% não votariam em Ciro Gomes e 40% rejeitam Lula.

Lula tem suas maiores vantagens entre os eleitores que fizeram até o ensino fundamental, com 61%; e entre aqueles que recebem até dois salários mínimos (58%). Bolsonaro tem seus melhores resultados entre os eleitores com ensino superior completo (37% a 36% para Lula, empatado na margem de erro) e entre eleitores evangélicos (com vantagem de 46% a 34%).

A pesquisa Genial/Quaest ouviu 2.000 pessoas com mais de 16 anos entre os dias 2 e 5 de junho em entrevistas nas casas dos eleitores em 27 estados. Desde julho de 2021, a Genial/Quaest realiza pesquisas de intenção de voto para as eleições presidenciais. É a mais longa série de sondagens feita presencialmente no país.

Pré-candidato ao Senado, Jaime Bagattoli segue maratona de visitas aos municípios

O empresário Jaime Bagattoli (PL) está há mais de 40 dias percorrendo os principais municípios do Estado de Rondônia dialogando com a classe produtiva sobre o momento político, apontando direções para políticas públicas de regionalização da produção, melhoria na logística e produção agrícola. O resultado é satisfatório, aponta Bagattoli, em razão do grande número de entidades do setor produtivo confirmando apoio à sua pré-candidatura ao Senado. O agro é um dos pilares da candidatura à reeleição do presidente Jair Bolsonaro, e, a exemplo de Bagattoli, tem ido as ruas defender as decisões do chefe do Executivo.

No Cone Sul, o empresário Jair Gollo, um dos maiores produtores de soja e milho da região de Colorado do Oeste, disse que Rondônia precisa de um representante da agropecuária para ajudar no setor. “A maioria das normas, leis, políticas públicas são criadas por pessoas que não conhecem profundamente o agro brasileiro. Esse é o momento de unirmos forças para lutar por quem vai defender nossa causa em Brasília e você tem o dna do agro, Bagattoli”, reforçou Gollo.

Jaime Bagatolli aposta, e setor produtivo corresponde a expectativa de apoio à pré-candidatura ao Senado

Rondônia Rural Show

Na grande vitrine do agronegócio de Rondônia, a Rondônia Rural Show, Bagatolli consolidou seu nome como grande defensor do setor produtivo, ouvindo os produtores, defendendo melhores políticas públicas e a real defesa dos interesses da classe.

Como empresário do agro, Bagattoli sempre frequentou a feira em busca de inovações tecnológicas, conhecimento e oportunidades de novos negócios. Esse ano ele esteve na RRS com um objetivo a mais: consolidar apoio do setor à sua pré-candidatura.

E foi justamente o que encontrou. Empresários, comerciantes, pequenos e grandes produtores carentes de um legítimo representante político, alguém que verdadeiramente conheça as deficiências e fortalezas do setor, com capacidade técnica e influência política para defender o agronegócio brasileiro com foco na produção rondoniense.

Durante entrevista na Rádio Massa, Jaime Bagattoli foi questionado sobre regionalização das atividades agrícolas no Estado. “Precisamos diversificar e regionalizar o agro conforme as características geográficas, peculiaridades, vocação e potencial de cada município. É desenvolver o que de melhor cada região tem para oferecer ao agronegócio, sendo pequeno, médio ou grande produtor”.

Para Bagattoli, o gado é a única unanimidade, com criação favorável em todas as regiões. Já o Cone Sul possui facilidade para a industrialização do agro como aves, suínos, entre outros. “A industrialização de Rondônia é necessária. Para isso, precisamos batalhar pela reforma tributária no Brasil. É o que vai garantir oportunidade para que as empresas invistam em nosso estado, sem sofrer impactos com uma carga tributária que não existia”.

Zona da Mata

Nesta semana, Bagattoli está na Zona da Mata para cumprir agenda de três dias. Rolim de Moura foi o primeiro município visitado, na manhã desta quarta-feira (8), onde Bagattoli concedeu entrevistas na Rádio Planalto FM e ainda se encontrou com lideranças, empresários e comerciantes.
Entre eles Irineu da Silva, proprietário do Rei do Pano, que afirmou seu contentamento por contribuir com ideias para melhorias de Rondonia com Jaime Bagattoli.

“Foi uma satisfação conhecer e receber o Bagattoli. Precisamos desse perfil em Brasília para ajudar nosso Estado. Votei nele em 2018 e quero apoiá-lo novamente”, afirmou Irineu.

As agendas nos municípios vêm sendo cumpridas por Bagattoli com a finalidade de reforçar os apoios das lideranças locais. Além disso, conhecer melhor as peculiaridades de cada região.

Estão no roteiro de visitas na Zona da Mata os municípios de Santa Luzia, Nova Brasilândia, Novo Horizonte, Alto Alegre e Alta Floresta. Com informações do Rondoniagora.

Acusada de tráfico, mulher é presa em Cerejeiras

MIDIARONDONIA – A Polícia Civil de Cerejeiras prendeu uma mulher nesta quarta-feira (08), acusada de tráfico de droga. Para não atrapalhar as investigações, o nome e a idade da acusada não foram revelados

Em operação realizada no município, os policiais também apreenderam parelhos celulares, simulacro de arma de fogo e drogas.

Na ocasião, foram cumpridos 3 mandados de busca e apreensão. As investigações se referem a um crime de tentativa de homicídio ocorrido no dia 8 de maio de 2022 na zona urbana de Cerejeira, com motivação relacionada ao tráfico de drogas, segundo informou a assessoria da PC de Cerejeiras.

Em caminhonete preta, ladrões furtam supermercado em Cerejeiras

MIDIARONDONIA – O fato aconteceu na madrugada desta segunda-feira (8), no surpermercado Santiago, em Cerejeiras.

De forma organizada, os ladrões arrombaram os cofres usando maçaricos e ainda levaram um outro pertencente à uma empresa de segurança. A ação durou menos de três horas, sem que o sistema de alarme fosse acionado.

A Polícia Militar foi acionada, fez diligências nas imediações, mas não localizou os criminosos.

Há informações de que os marginais teriam usado uma caminhonete de cor preta para praticar o crime.

A perícia criminal foi solicitada. Câmeras de segurança podem ajudar na identificação dos meliantes que, para entrar no comércio, subiram pelo telhado. Não há informações do valor furtado.

Ordem na casa: STF revê decisão de Kassio e mantém cassação deputado que espalhou fake news

2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a decisão do ministro Kassio Nunes Marques que anulou a cassação do deputado estadual bolsonarista Fernando Francischini (União Brasil-PR), condenado por espalhar fake news durante a eleição de 2018. Nunes Marques, nomeado por Jair Bolsonaro e totalmente subserviente aos desígnios do presidente, havia tomado uma atitude flagrantemente ilegal e contra os ritos do Judiciário ao determinar a suspensão de uma decisão colegiada do Superior Tribunal Eleitoral (TSE), além manobrar posteriormente para frustrar a sessão convocada para esta terça (7) pelo ministro Luiz Fux para resolver o caso por meio do plenário virtual, encaminhando a própria decisão para a 2ª Turma.

Um dos integrantes da 2ª Turma, André Mendonça, outro bolsonarista fiel, agiu em dobradinha com Nunes Marques e pediu vistas (mais tempo para analisar), mas os ministros Edson Fachin, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes, notando os subterfúgios de má-fé dos magistrados a serviço do Planalto, votaram contra a decisão e formaram maioria por 3 a 2, reestabelecendo a ordem no Supremo e mantendo a cassação de Francischini.

Professor denuncia esquema de corrupção no IFRO de Colorado

A denúncia foi feita pelo professor Renato Fernando Menegazzo à Controladoria-Geral da União (CGU) e também ao Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília. Segundo ele, o diretor-geral do Campus Colorado do Oeste, Marcos Aurélio Anequine de Macedo, e a diretora da Diretoria de Gestão de Pessoal (DGP), Débora Gonçalves de Lima, da Reitoria, podem estar cometendo o crime de condescendência criminosa, previsto Art. 320 do Código Penal Brasileiro.

 

Assessoria – No Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), o diretor-geral do Campus Colorado do Oeste, Marcos Aurélio Anequine de Macedo, e a diretora da Diretoria de Gestão de Pessoal (DGP), Débora Gonçalves de Lima, da Reitoria, podem estar cometendo o crime de condescendência criminosa (Art. 320 do Código Penal Brasileiro).

A informação é do professor que atua nos cursos de Técnico Integrado ao Ensino Médio e Licenciatura em Ciências Biológicas, do campus Colorado do Oeste, doutor Renato Fernando Menegazzo (Biotecnologia Aplicada à Agricultura). A informação está contida em um pedido de providências para apuração de fatos que o professor Renato enviou na segunda-feira (30/05/2022) à Controladoria-Geral da União (CGU) e também ao Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília.

De acordo com o pedido de providências, em novembro do ano passado, um professor do Campus se autodeclarou sem condições psicológicas para realizar suas atividades de ensino e simplesmente parou de lecionar. Para poder informar o cumprimento da sua carga horária semanal de trabalho, ao sistema de controle de execução de carga horária da instituição (RAD), em dezembro obteve uma declaração de que dispunha de 27 horas semanais para realizar as atividades de planejamento de aulas.

Ainda de acordo com o pedido enviado à CGU e ao TCU, neste semestre letivo (2022/1), o professor contemplado com as 27 horas continua sem ministrar aulas, mas mesmo assim foi incluído em colegiados dos cursos de Engenharia Agronômica e de Zootecnia, contrariando o regulamento do IFRO sobre estes colegiados, pois, pela Resolução (número 8, de 2013) só podem fazer parte dos mesmos docentes que estejam atuando nos cursos.

Além disso, ainda segundo a denúncia, a DG autorizou a contratação de um professor substituto para ministrar 12 aulas que poderiam estar sendo ministradas pelo referido professor. A justificativa para tal contratação é o afastamento de uma professora para cursar doutorado, ou seja, está sendo efetuada uma “triangulação” para burlar a lei federal que estabelece critérios para a contratação de substitutos (número 8.745, de 1993).

Também em conformidade com o pedido de providências, mesmo não ministrando aulas e, portanto, oficialmente não estando vinculado a nenhum curso do Campus, o professor que deixou de lecionar recebeu uma portaria da DG, de 20 horas semanais de trabalho, para organizar documentos do curso de Zootecnia, que está em processo de reconhecimento. Com isso, o professor pode justificar 20 horas semanais de trabalho, de março a julho, na RAD do primeiro semestre deste ano (2022/1).

Se por um lado o “professor sem aula” diz não ter condições psicológicas para lecionar, por outro demonstra ter para participar de aulas, tendo em vista que está regularmente matriculado em um curso de formação pedagógica para graduados, na instituição de Ensino Superior Centro Universitário UNIFAEL. Aliás, para contribuir com o pagamento das despesas com o curso, o “professor sem aula” foi selecionado pelo Campus para receber uma ajuda de R$ 300,00 por mês, entre abril e julho, totalizando um benefício de R$ 1,2 mil, conforme pode ser observado em documentos enviados à CGU e ao TCU (retificação do resultado final do edital do programa anual de capacitação, número 14/2022).

No pedido de providências, a CGU e o TCU são informados que a Direção Geral do campus comunicou a Diretoria de Gestão de Pessoal sobre o caso, por meio de memorando, e pediu instruções que fossem definidas as “ações necessárias ao caso em tela”. “E o que a DGP fez a respeito? Nada! Se mantém na inércia e na condescendência, para prejuízo da sociedade brasileira como um todo e da rondoniense, em particular”, enfatiza o professor Renato no documento enviado à Brasília.

O professor Renato finaliza o pedido de providências nestes termos: “Pelo exposto, dada a relevância da matéria, requer-se: a)  a procedência do pedido de providências, a fim de que esse Egrégio órgão de fiscalização e controle adote as medidas necessárias para apurar a conduta do diretor-geral do Campus Colorado do Oeste e da diretora da Diretoria de Gestão de Pessoal; b)     promover a responsabilização cabível e necessária aos envolvidos, se constatada a efetiva concretização dos fatos reportados”.

Multa de R$ 3,5 mil

No ano passado, a diretora da DGP, Débora Gonçalves de Lima, foi condenada pelo Tribunal de Contas da União, a pagar uma multa de R$ 3,5 mil aos cofres do Executivo Federal. Em processo relatado pelo ministro Benjamin Zymler (Processo nº TC 013.990/2019-5, Acórdão Nº 6269/2021 – TCU – 1ª Câmara), foi determinado que o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO) descontasse o valor da multa, total ao parceladamente, dos vencimentos da servidora, caso ela não tomasse a iniciativa de pagar a multa.

No Acórdão, o ministro determinou que a Secretaria de Fiscalização de Integridade de Atos e Pagamento de Pessoal e de Benefícios Sociais promovesse audiência dos reitores do IFRO em 2013, para esclarecimento dos indícios de irregularidade na redistribuição do servidor público Ernani Medeiros de Brito, “aparentemente não pautada no interesse público, consoante prescreve o Art. 37 da Lei 8.112/1990”. Interessado no processo, Ernani teve a sua admissão ao IFRO considerada legal, mas a sua redistribuição ficou sob suspeição. Ernani foi redistribuído em 2013 ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba.

Com aumento de casos de covid, professores querem a volta do uso de máscaras em Cerejeiras

MIDIARONDONIA – Com o aumento de casos de covid-19 em Cerejeiras, gestores e professores de escolas das redes estaduais e municipais estão se articulando no sentido de retornar o uso obrigatório de máscaras, uma vez que foi abolido por decreto municipal, tornando o uso facultativo nas unidades.

Em algumas unidades do município, há registros de professores e demais servidores contaminados com a doença.  Além dos funcionários, estudantes estão testando positivo para o vírus.

Alguns professores, por conta própria, voltaram a usar máscaras no ambiente escolar, na tentativa de evitar contaminação.

O tempo seco também favorece o aparecimento de doenças respiratórias, preocupando ainda mais a classe dos trabalhadores em educação.

Segundo o boletim epidemiológico desta terça-feira (07) divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, há registro de 50 casos ativos, fora as subnotificações que quase chegam ao dobro informado pela Prefeitura.

Enquanto isso, os eventos seguem com suas programações normais e sem fiscalização. A classe política se faz de cega, muda e surda e não discute a nova onda do vírus que já matou 72 pessoas em Cerejeiras.

O MIDIARONDONIA abre espaço para que, políticos e gestores, possam se manifestar em relação à matéria.

 

 

Veja o boletim desta terça-feira (07)

 

Colorado se destaca em evento esportivo e reúne mais de 400 karatecas; veja as fotos

MIDIARONDONIA – Realizada no último domingo, dia 05, a 11ª Edição da Copa Cone Sul Nakayama de Karatê reuniu mais de 400 atletas de várias cidades e categorias em Colorado do Oeste.
O evento aconteceu no ginásio poliesportivo municipal, promovido pela
Prefeitura de Colorado, por intermédio da Secretaria de Esportes – SEMELJU em parceria com Associação Nakayama.
Para o prefeito José Ribamar, o esporte assim como a arte são instrumentos poderosos de transformação de vidas, combate o sedentarismo e ajuda na socialização de crianças e adolescente. “Parabenizamos a participação de todas as delegações que se fizeram presente neste grandioso evento e a todos os responsáveis por suas equipes”, agradeceu o prefeito
BUDÔ CEREJEIRAS
Sob a gestão do sensei Everton Beatto, a equipe da academia Budô de Cerejeiras conquistou o segundo lugar na competição, trazendo 32 medalhas para o município.
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Fotos: Jonhy Tavares

Em Cidade de Rondônia, grávida é atacada com facada na barriga durante assalto

Um bandido atacou uma jovem grávida durante um assalto, na manhã desta terça-feira (7), em Porto Velho, mesmo após ela entregar um celular ao criminoso. A vítima foi socorrida às pressas para o Hospital de Base.

A jovem caminhava pela rua Marechal Deodoro e na esquina com a Quintino Bocaiuva, no bairro Olaria, região central da cidade, foi abordada pelo marginal que estava armado com uma faca e exigiu o celular. Com medo, a vítima entregou o equipamento, mas mesmo assim o bandido ainda a atacou com uma facada na barriga.

O criminoso fugiu e a jovem entrou em desespero, sendo socorrida por populares que acionaram a PM. Ela foi levada às pressas para a maternidade. O bandido não foi encontrado.

Fonte: Rondoniagora