Motociclista perde a perna ao bater em carreta estacionada em Rondônia
Em debate na TV, candidato dá cadeirada em adversário
O apresentador de televisão José Luiz Datena, candidato à prefeitura de São Paulo pelo PSDB, foi expulso do debate organizado pela TV Cultura neste domingo (15) após agredir o ex-coach de extrema direita Pablo Marçal com uma cadeira.
A agressão se deu após Marçal provocar Datena, chamando-o de “arregão” e questionando quando o apresentador desistiria de sua candidatura: “a gente quer saber que horas você vai parar, já abandonou entrevista chorando. Você que é um cara que só fala quando tem uma televisãozinha escrevendo ali. Que horas o Datena vai parar com essa palhaçada que ele tá fazendo aqui?”
Na sequência da agressão, o debate foi abruptamente interrompido. Após o intervalo comercial forçado, a Cultura anunciou a expulsão de Datena e a saída de Marçal, que precisou de atendimento médico. Os outros candidatos optaram por permanecer no debate.
Vídeo
Semana começa com previsão de temporais em Rondônia
A instabilidade aumenta em Rondônia nesta segunda-feira, 16, devido à intensificação do fluxo de umidade sobre o estado. A previsão para o dia é de sol entre nuvens, com o tempo variando de parcialmente nublado. Esperam-se pancadas isoladas de chuva e trovoadas entre a tarde e a noite, com possibilidade de temporais em todo o estado, inclusive na capital.
Acidente mata criança em Cerejeiras neste domingo
Mídia Rondônia – Na noite deste domingo, 15, um trágico acidente resultou na morte de uma criança de apenas 4 anos em Cerejeiras, identificada como Ana Laura de Souza. A vítima estava em uma Hilux preta, que capotou na saída da cidade, na BR-435. O veículo, ocupado por familiares da criança, perdeu o controle e provocou o acidente. Populares informaram as autoridades sobre e gravaram vídeos que circulam nos grupos de Whatssapp.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e chegou rapidamente ao local. A criança foi socorrida, mas infelizmente não resistiu aos ferimentos. Ainda não há informações se os pais da criança estavam no veículo e qual é o estado de saúde dos demais ocupantes.
As causas do acidente ainda estão sendo investigadas pelas autoridades. O jornal Mídia Rondônia segue acompanhando o caso e trará novas informações à medida que forem divulgadas.
Brasil vive terrorismo climático; PF prende 17 pessoas e investiga mandantes
Mídia Rondônia – O Brasil está vivendo uma crise ambiental sem precedentes, classificada como “terrorismo climático” pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. Em entrevista recente, a ministra denunciou que pessoas estão deliberadamente se aproveitando das altas temperaturas e da baixa umidade para provocar incêndios em diversas regiões do país. As queimadas, que já atingiram áreas agrícolas, pastagens e florestais, estão causando impactos devastadores para a saúde pública, a biodiversidade e a economia nacional.
“Há uma proibição em todo o território nacional do uso do fogo, mas existem aqueles que estão fazendo um verdadeiro terrorismo climático”, declarou Marina Silva, ressaltando que o momento exige ação conjunta e contínua de todos os agentes públicos já mobilizados. A ministra destacou que, em meio a uma das maiores secas da história do Brasil, dois estados são as únicas exceções, não passando por condições de seca extrema.
Prejuízos
A ministra detalhou que os danos são alarmantes. Apenas no estado de São Paulo, as perdas para os agricultores, especialmente os produtores de cana-de-açúcar, já somam R$ 2 bilhões. No total, 900 mil hectares de terras agrícolas e de pecuária foram queimados, 1,4 milhão de hectares de pastagens foram devastados, e mais de 1 milhão de hectares de áreas florestais estão em chamas.
“Uma floresta úmida não pega fogo. O problema é que, com a mudança climática, as florestas estão perdendo umidade. Como os cientistas alertam, cerca de 32% dos incêndios são provocados intencionalmente para degradar ainda mais a floresta”, explicou Marina Silva.
Crime intencional e punições
Segundo a ministra, 17 pessoas já foram presas e há 50 inquéritos em andamento relacionados a esses incêndios criminosos. Ela destacou que é possível que haja um incentivo por trás dessas ações, o que será alvo de investigações aprofundadas pela Polícia Federal. A ministra chegou a comparar os incêndios com a tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023, mencionando que ambos envolvem pessoas agindo deliberadamente para causar caos no Brasil.
“Quando você sabe que atear fogo em uma situação dessas é como acionar um barril de pólvora, trata-se de uma intenção criminosa. É fundamental que a PF continue investigando com inteligência para descobrir a origem dessas motivações”, alertou a ministra.
Marina Silva defendeu a aplicação de penas mais rígidas para os responsáveis por tais crimes ambientais, lembrando que a punição atual varia de um a quatro anos de prisão. Ela enfatizou que é inadmissível que, diante de uma crise ambiental e climática tão grave, pessoas continuem incendiando o país, prejudicando não apenas o meio ambiente, mas também a saúde pública e os sistemas produtivos.
Ação coordenada
O governo brasileiro está intensificando os esforços para conter os incêndios e responsabilizar os culpados. Marina Silva reforçou que a situação exige uma mobilização contínua de todos os níveis de governo, além do trabalho conjunto entre as forças de segurança e órgãos de inteligência. A ministra destacou a importância de uma resposta coordenada para evitar que esses atos criminosos continuem agravando a já crítica situação climática no país.
Com informações da Agência Brasil
A fumaça que adoece, o silêncio do agronegócio e os incêndios criminosos em Rondônia
Mídia Rondônia – Neste domingo, 15, a cidade de Vilhena amanheceu coberta por uma densa camada de fumaça, resultado da onda de queimadas que vem devastando Rondônia e outras regiões da Amazônia. A fumaça pesada não só compromete a qualidade do ar, mas também expõe a população a sérios riscos de saúde, especialmente para crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios. A situação é agravada pelo impacto ambiental, afetando gravemente a fauna e a flora locais, além das comunidades que dependem da terra para sobreviver.
A crise das queimadas em Rondônia reflete um problema nacional, com o Brasil enfrentando uma crescente devastação de suas florestas. Em resposta a esse cenário alarmante, o governo federal, através da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, anunciou que estuda medidas severas para combater os incêndios e punir os responsáveis. Entre as possíveis ações, está o confisco de terras daqueles que promovem queimadas criminosas, com base em leis similares às que combatem o trabalho análogo à escravidão.
O anúncio foi feito na última quarta-feira, 11 de setembro, durante a Iniciativa do G20 sobre Bioeconomia (GIB), realizada no Rio de Janeiro. Segundo Marina, o governo pretende usar uma legislação rígida para impedir que áreas devastadas por queimadas sejam ocupadas ou regularizadas de forma ilegal. Ela destacou que as queimadas constantes destroem a vitalidade das florestas, abrindo caminho para a criação de gado e a pressão pela regularização fundiária, um ciclo que precisa ser interrompido.
A ministra revelou uma aliança entre setores do agronegócio e as mudanças climáticas que tem impulsionado o aumento desses incêndios no país.
De acordo com a ministra, a “aliança” entre incêndios criminosos promovidos por setores do agronegócio e as mudanças climáticas é a razão para o aumento dos incêndios no país.
“Sucessivas queimadas fazem com que aquela floresta perca o vigor, é jogado capim, criam animais e começam a fazer pressão para que haja regularização fundiária. Essa sangria de área ilegalmente ocupada é algo que tem que ser estancado definitivamente para não gerar ganho ou vantagem com essa forma criminosa de degradar a floresta”, pontuou.
Em Rondônia, a população convive com os impactos diretos dessa destruição. A fumaça densa torna o ar quase irrespirável, e as autoridades locais enfrentam dificuldades para mitigar os danos causados pela fumaça e pelas queimadas descontroladas que atingem a região.
Com informações da Revista Fórum
Operação mira facções criminosas em Vilhena
Forças de segurança de Rondônia, em uma ação conjunta entre a Polícia Militar e a Polícia Civil, deflagraram uma operação de repressão às atividades criminosas ligadas a grupos organizados que atuavam em Vilhena neste sábado,14.
Durante a operação, uma arma de fogo irregular, bem como, drogas ilícitas foram apreendidas, reforçando o comprometimento das forças de segurança em combater de maneira eficiente a criminalidade e proteger a sociedade rondoniense.
A ação faz parte de uma série de medidas adotadas pelo Governo do Estado de Rondônia para garantir a segurança e o bem-estar da população, sobretudo no município de Vilhena, que tem sido alvo de ações criminosas relacionadas a facções.
As forças de segurança destacam que novas operações serão realizadas, com o intuito de preservar a ordem pública e assegurar um ambiente seguro para todos os cidadãos. A repressão às ações de facções criminosas e a captura de foragidos serão prioridades nas próximas ações, sempre visando à manutenção da paz e tranquilidade em Vilhena e arredores.
Assessoria
Homens são executados a tiros em Rondônia
Mídia Rondônia – Na madrugada desta sexta-feira, 13, um duplo homicídio foi registrado em Cujubim, cidade de Rondônia. A Polícia Militar foi acionada por populares que relataram terem ouvido disparos de arma de fogo. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram as duas vítimas já sem vida, identificadas como Alexandre Colonhence, de 33 anos, e Natan Vinícius, de 25 anos.
As vítimas foram brutalmente assassinadas enquanto dormiam. Alexandre estava deitado no sofá da residência, enquanto Natan foi encontrado deitado no chão. Segundo a perícia técnica científica de Ariquemes, ambos foram alvejados com tiros fatais na cabeça, caracterizando uma execução.
Até o momento, não há informações claras sobre a motivação do crime, e as autoridades trabalham com diferentes hipóteses. A Polícia Militar isolou a área e iniciou as investigações, enquanto a perícia realizou os procedimentos necessários para coletar evidências no local.
Policiais penais alertam para novas fugas em Rondônia; 14 anos sem concurso
No último final de semana, mais uma vez, a população de Porto Velho foi surpreendida por nova fuga em massa de detentos da Penitenciária Estadual Jorge Thiago Aguiar Afonso, conhecido como “603”, que, por curiosidade, é nome de um policial penal.
Como sempre, os porto-velhenses só souberam da ação por meio da imprensa, já que a Secretaria Estadual de Justiça (Sejus) proíbe a prestação de informações à população, por meio de normas internas que punem severamente os policiais penais. Mesmo assim, a reportagem conversou com um servidor que trabalha há alguns anos no presídio “603”.
“Por volta das 02h25min do último domingo (08), pegamos um foragido no mato e o outro deitado próximo ao alambrado. Saíram nove, sendo dois recapturados. Depois fomos ver como teria sido a saída deles: com serra, na cela C20 e depois fuga pela laje, onde quebraram as colunas e subiram por ali”, explicou ele.
Dentre os fugitivos que “ganharam as ruas”, novamente, vários de altíssima periculosidade e membros de facções. Desta vez do Comando Vermelho (CV), segundo o policial penal.
Fugas constantes, população à mercê
“Um deles, o Anderson, foi recapturado há menos de 6 meses. Isso deixa a população aflita, insegura, com tanta gente perigosa solta por aí. Ainda tem o Joel Almeida, conhecido como “Caveirinha” do CV, que é traficante e foi preso em operação na fronteira. Veja que o Anderson Souza acumula duas fugas em menos de 6 meses. Nossa rotina é essa: enxugar gelo e fazer o possível para que menos fugas ocorram”, desabafou ele.
Um segundo policial penal ainda completa: “A população não recebe nem foto dos rostos dos ‘caras’ para se proteger. Um absurdo isso, inaceitável, por qual razão o Governo do Estado não avisa? É a imprensa que divulga sempre”.
Sindicato dos Policiais Penais
O presidente do Sindicato dos Policiais Penais de Rondônia (Singeperon), Clebes Dias, apontou dois fatores principais para as sucessivas fugas no estado: “Falha estrutural e um imenso déficit de pessoal. Estamos há 14 anos sem concurso para preenchimento de vagas”, comentou.
Já um terceiro policial penal ouvido pela reportagem faz outra análise: “O Governo sabe que as fugas tendem a aumentar daqui para o final do ano. De agosto a dezembro são recorrentes esses episódios. A estrutura do presídio 603 é novo, mas inseguro.”
Tribunal de Justiça: fugas são inerentes ao sistema
O Supremo Tribunal Federal, por meio da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 347/STF, considerou os presídios desumanos, inseguros e perigosos e deu prazo de 6 meses para o Governo do Estado apresentar soluções.
A equipe de reportagem questionou o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) sobre o assunto e o que está sendo feito para resolver o “estado de coisas inconstitucional dos presídios”, de acordo com a ADPF.
A Assessoria de Comunicação do TJRO respondeu que “o Poder Judiciário de Rondônia, por meio do GMF, sempre supervisiona as ações do Executivo no cumprimento de normas e diretrizes, inclusive nacionais, relacionadas ao Sistema Penitenciário, assumindo assim o seu papel fiscalizador e orientador pertinente ao tema, mantendo sempre um diálogo construtivo para o desenvolvimento de ações interinstitucionais integradas para o cumprimento de recomendações (CNJ) e Preceitos fundamentais (STF)”.
A nota ainda segue que “sendo assim, no caso de fugas, que são inerentes ao sistema, pois sempre fizeram e farão parte da realidade da execução penal, encara o complexo desafio com uma abordagem multifacetada, envolvendo as forças de segurança e os demais atores da execução”.
Corpo fora
Sobre a falta de segurança fora dos muros dos presídios, após as fugas dos detentos, fizemos questionamentos para a Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesdec), mas a assessoria de comunicação limitou-se a dar uma resposta curta e bem grosseira: “Encaminhe sua solicitação para a Sejus, somos a Sesdec”.
Já a Secretaria de Justiça (Sejus), respondeu todos os questionamentos da equipe, por exemplo, que “tem reforçado as medidas de manutenção regular das estruturas nas unidades prisionais e realiza treinamentos contínuos pela Escola Estadual de Serviços Penais, em técnicas de segurança, gerenciamento de crises, entre outros”.
Já sobre a norma de não divulgação oficial das fotos dos fugitivos, a Sejus esclarece que “a divulgação de fotos e informações minuciosas de imediato comprometem a qualidade das informações ainda não confirmadas oficialmente. No entanto, a Sejus entende a importância das denúncias anônimas e o alerta à sociedade. Diante disto sempre repassa as imagens e demais informações pertinentes, quando solicitadas oficialmente, aos veículos de comunicação locais, como jornais televisivos e eletrônicos”.
Ocorre que isso demora e a população acaba correndo risco. Fica a reflexão: além da esperança que as fugas acabem ou, pelo menos, diminuam.
Tudorondonia
Frente fria e chuva mudam o clima em Rondônia neste domingo
Uma frente fria alcança o Centro-Oeste do país neste domingo, 15, intensificando as condições de chuva no sul da Amazônia, incluindo Rondônia. O dia será de céu nublado, com possibilidade de chuva a qualquer hora nas regiões do Vale do Guaporé, Vale do Mamoré, Ponta do Abunã e no extremo sul do estado.
Na Zona da Mata e na porção central de Rondônia, o tempo varia de parcialmente nublado a nublado, com pancadas isoladas de chuva e trovoadas entre a tarde e a noite. Na capital e nas demais regiões do estado, o dia será de sol entre nuvens, com variação de parcialmente nublado a nublado e possibilidade de pancadas rápidas e isoladas de chuva à tarde.















