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28 junho 2026
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Fumaça dos incêndios revela que Rondônia não possui estação de monitoramento da qualidade do ar

Mídia Rondônia– Rondônia, um dos estados mais afetados pelas queimadas e pela intensa fumaça que toma conta da região durante a temporada de seca, enfrenta um desafio: a ausência de uma estação de monitoramento da qualidade do ar. Sem dados regulares e atualizados sobre os níveis de poluição, as autoridades enfrentam grandes dificuldades para adotar medidas preventivas e responder com rapidez a emergências ambientais, colocando em risco a saúde da população.

Atualmente, Rondônia integra uma lista de 12 estados brasileiros que ainda não possuem estações de monitoramento da qualidade do ar, ao lado de Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe e Tocantins. Esta ausência cria uma lacuna significativa, impedindo a criação de políticas públicas eficazes para enfrentar o problema da poluição atmosférica, especialmente em períodos de queimadas que aumentam drasticamente a quantidade de material particulado no ar.

A falta de dados precisos impede que as autoridades possam alertar a população sobre os riscos respiratórios e outros impactos na saúde, principalmente entre crianças, idosos e pessoas com condições pré-existentes. Em um estado onde as queimadas são recorrentes, a inexistência de planos de ação claros deixa a população à mercê das consequências graves que a poluição pode trazer.

Veículo cai em galeria de águas em Vilhena

Mídia Rondônia – O acidente foi registrado na tarde deste sábado, 14, na avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, em Vilhena, quando um carro modelo Fiat Uno caiu dentro de uma galeria de águas pluviais. O motorista perdeu o controle da direção e acabou caindo na estrutura, localizada em uma das principais vias da cidade.

Populares que passavam pelo local rapidamente acionaram o resgate, que chegou prontamente para prestar socorro. No entanto, até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre o estado de saúde do condutor, nem as possíveis causas que levaram ao acidente.

A Polícia Militar também foi acionada e esteve no local para isolar a área e iniciar as investigações. A PM deverá apurar se houve algum problema mecânico no veículo, falha humana ou se as condições da via contribuíram para o incidente.

Vídeo mostra chuva forte em Vilhena neste sábado

Mídia Rondônia – Na tarde deste sábado, 14 , a cidade de Vilhena foi surpreendida por uma forte chuva que trouxe alívio aos moradores, após um longo período de estiagem severa e um cenário de tempo seco agravado pela fumaça de queimadas. A chuva, que caiu com intensidade, foi registrada em várias partes da cidade, incluindo a região do Posto Trevo, na saída de Vilhena, sentido Cuiabá, onde as imagens capturadas por populares mostram o volume expressivo da precipitação.

A chegada da chuva trouxe um alívio imediato para os vilhenenses, que já enfrentavam semanas de calor intenso e baixa umidade do ar, com dificuldades respiratórias e incômodos provocados pela fumaça. A estiagem prolongada vinha impactando a qualidade do ar e as condições de vida, especialmente para crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios.

Além de reduzir as partículas de poluição suspensas no ar, a chuva também deve contribuir para amenizar os focos de incêndio na região, que, nas últimas semanas, registrou um aumento significativo de queimadas. Moradores comemoraram o fenômeno, expressando esperança de que mais chuvas ocorram nos próximos dias.

A chuva deste sábado não apenas lavou as ruas de Vilhena, mas também trouxe esperança de uma mudança climática positiva para os próximos dias.

Rondônia atinge níveis altissímos de gás invisível produzido pelas queimadas que pode matar

A onda de fogo que atinge o Brasil e a América do Sul nos últimos dias faz com que os níveis de monóxido de carbono na atmosfera neste momento sejam altíssimos em parte do território brasileiro e em países vizinhos, como a Bolívia e o Paraguai, igualmente assolados por incêndios.

Mapa da Adam Platform gerado a partir de dados captados pelo satélite europeu Sentinel-2 do Sistema Copernicus mostra elevados índices de monóxido de carbono (CO), principalmente no Sul da região amazônica, em áreas mais a Oeste do Centro-Oeste, no Sul do Brasil e em São Paulo.

Os mais altos níveis de CO na atmosfera, entretanto, foram observados no Sul do estado do Amazonas (região conhecida como arco do desmatamento), em Rondônia, na Bolívia (fora do altiplano e na região de Santa Cruz) e no Paraguai. Incolor e inodoro, muito perigoso e até fatal em ambientes fechados com emissão local, o monóxido de carbono é um dos seis principais poluentes atmosféricos regulamentados nos Estados Unidos e em muitas outras nações ao redor do mundo.

Quando combustíveis à base de carbono, como carvão, madeira e óleo, queimam de forma incompleta ou ineficiente, eles produzem monóxido de carbono. O gás é espalhado pelos ventos e padrões de circulação por toda a baixa atmosfera (chamada troposfera). Em diferentes partes do mundo e em diferentes estações, as quantidades e fontes de monóxido de carbono atmosférico mudam. Na África, por exemplo, as mudanças sazonais no monóxido de carbono estão ligadas à queima agrícola generalizada que se desloca para o Norte e para o Sul do equador com as estações.

Os incêndios em vegetação são uma fonte importante de poluição por monóxido de carbono em outras regiões do Hemisfério Sul, como a Amazônia e o Sudeste Asiático. Nos Estados Unidos, Europa e Leste da China, por outro lado, as maiores concentrações de monóxido de carbono ocorrem em torno de áreas urbanas como resultado de emissões de veículos e industriais.

O monóxido de carbono é um gás traço na atmosfera e não tem efeito direto na temperatura global, como o metano e o dióxido de carbono. No entanto, o monóxido de carbono desempenha um papel importante na química atmosférica e afeta a capacidade da atmosfera de se limpar de muitos outros gases poluentes. Em combinação com outros poluentes e luz solar, ele também participa da formação de ozônio atmosférico inferior (“ruim”) e da poluição urbana. A fumaça liberada por qualquer tipo de incêndio (floresta, mato, cultura, estrutura, pneus, resíduos ou queima de madeira) é uma mistura de partículas e produtos químicos produzidos pela queima incompleta de materiais contendo carbono. Toda fumaça contém monóxido de carbono, dióxido de carbono e material particulado (PM ou fuligem). A fumaça pode conter muitos produtos químicos diferentes, incluindo aldeídos, gases ácidos, dióxido de enxofre, óxidos de nitrogênio, benzeno, tolueno, estireno, metais e dioxinas.

O tipo e a quantidade de partículas e produtos químicos na fumaça variam dependendo do que está queimando, da quantidade de oxigênio disponível e da temperatura de queima. A exposição a altos níveis de fumaça deve ser evitada. Os indivíduos são aconselhados a limitar o esforço físico se a exposição a altos níveis de fumaça não puder ser evitada. Indivíduos com problemas cardiovasculares ou respiratórios (por exemplo, asma), fetos, bebês, crianças pequenas e idosos podem ser mais vulneráveis ​​aos efeitos da exposição à fumaça na saúde. A inalação de fumaça por um curto período de tempo pode causar efeitos imediatos (agudos). A fumaça irrita os olhos, o nariz e a garganta, e seu odor pode ser nauseante. Estudos demonstraram que algumas pessoas expostas à fumaça intensa apresentam alterações temporárias na função pulmonar, o que torna a respiração mais difícil. Dois dos principais agentes da fumaça que podem causar efeitos na saúde são o monóxido de carbono (CO) e as partículas muito pequenas (partículas finas ou PM2,5). Essas partículas têm dois e meio (2,5) mícrons ou menos de tamanho e as partículas individuais são muito pequenas para serem vistas a olho nu. A inalação de monóxido de carbono diminui o suprimento de oxigênio do corpo. Isso pode causar dores de cabeça, reduzir o estado de alerta e agravar um problema cardíaco conhecido como angina. As partículas finas são capazes de viajar profundamente para o trato respiratório, chegando aos pulmões. Já a inalação de partículas finas pode causar uma variedade de efeitos à saúde, incluindo irritação respiratória e falta de ar, e pode piorar condições médicas como asma e doenças cardíacas. Durante o aumento do esforço físico, os efeitos cardiovasculares podem ser agravados pela exposição ao monóxido de carbono e partículas. Uma vez que a exposição cessa, os sintomas da inalação de monóxido de carbono ou partículas finas geralmente diminuem, mas podem durar alguns dias.

A exposição a altos níveis de fumaça deve ser evitada. Os indivíduos são aconselhados a limitar o esforço físico se a exposição a altos níveis de fumaça não puder ser evitada. Indivíduos com problemas cardiovasculares ou respiratórios (por exemplo, asma), fetos, bebês, crianças pequenas e idosos podem ser mais vulneráveis ​​aos efeitos da exposição à fumaça na saúde. A inalação de fumaça por um curto período de tempo pode causar efeitos imediatos (agudos). A fumaça irrita os olhos, o nariz e a garganta, e seu odor pode ser nauseante.

Estudos demonstraram que algumas pessoas expostas à fumaça intensa apresentam alterações temporárias na função pulmonar, o que torna a respiração mais difícil. Dois dos principais agentes da fumaça que podem causar efeitos na saúde são o monóxido de carbono (CO) e as partículas muito pequenas (partículas finas ou PM2,5). Essas partículas têm dois e meio (2,5) mícrons ou menos de tamanho e as partículas individuais são muito pequenas para serem vistas a olho nu. A inalação de monóxido de carbono diminui o suprimento de oxigênio do corpo. Isso pode causar dores de cabeça, reduzir o estado de alerta e agravar um problema cardíaco conhecido como angina. As partículas finas são capazes de viajar profundamente para o trato respiratório, chegando aos pulmões. Já a inalação de partículas finas pode causar uma variedade de efeitos à saúde, incluindo irritação respiratória e falta de ar, e pode piorar condições médicas como asma e doenças cardíacas.

Fonte: Metsul

Delegado da PF diz que há indícios de ação coordenada em incêndios

O delegado da Policia Federal Humberto Freire de Barros disse que parte dos incêndios florestais no país pode ter ocorrido por meio de ações coordenadas.  A declaração do delegado foi dada em entrevista realizada nesta sexta-feira (13) pela Globo News.

Barros é diretor de Amazônia e Meio Ambiente da PF. Segundo ele, a investigação preliminar da polícia aponta para a realização de incêndios simultâneos.

“A gente vê que alguns incêndios começaram quase que ao mesmo tempo. Isso traz o indício de que podem ter acontecido ações coordenadas. É um ponto inicial da investigação”, afirmou na entrevista.

A hipótese de ação humana em parte das queimadas que assolam o país neste mês também já foi levantada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, que determinou medidas para o enfrentamento aos incêndios na Amazônia e no Pantanal.

Na terça-feira (10), durante audiência de conciliação realizada pela Corte, Dino defendeu a investigação e punição de quem provoca queimadas ilegais.

“Há ação humana. Por isso, o Supremo vem com essa ideia de diálogo, mas, ao mesmo tempo, de coerção, investigação e punição dessa ação humana”, disse o ministro.

De acordo com levantamento mais recente do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, estão sendo usados para o combate às chamas no Pantanal 842 profissionais e 18 aviões. Há 116 incêndios registrados e 83 extintos.

Agência Brasil

Esperança em cada lacre: A UNIBEM mobiliza voluntários no Village do Sol II

[wpcm_destaque titulo=”” texto=”Na manhã deste sábado, 14 de setembro, o bairro Village do Sol II foi iluminado com o espírito solidário da campanha “Lacre Solidário”, uma realização brilhante da equipe UNIBEM – Unidos Pelo Bem. O evento ocorreu na Distribuidora Altas Horas, localizada na Rua Raimundo Faustino Silva, 4057. A ação faz parte de uma série de eventos destinados a transformar materiais recicláveis em preciosos equipamentos de mobilidade, como cadeiras de rodas, devolvendo esperança e autonomia àqueles que mais precisam.”]

O encontro deste fim de semana, repleto de energia e entusiasmo, reuniu voluntários e apoiadores da causa. Gilmar Martins, presidente da UNIBEM, junto ao vice-presidente Natalino dos Santos, mais conhecido como Natal, destacou o impacto significativo da iniciativa. “O trabalho que fazemos aqui vai muito além da coleta de lacres e tampas de garrafas. É sobre transformar vidas, devolver a dignidade e a mobilidade a pessoas que muitas vezes não têm acesso a esses equipamentos,” afirmou Gilmar.

A energia dos voluntários era contagiante, cada um dedicado à separação e organização dos materiais com um senso de propósito. “Participar de uma ação como essa é uma experiência que toca o coração. Ver a comunidade unida por uma causa tão importante é algo que nos inspira a continuar,” afirma Gilmar.

O presidente da UNIBEM aproveitou o momento para agradecer a todos os envolvidos no projeto, destacando o papel fundamental dos parceiros e da equipe Unidos Pelo Bem. “Sem a participação e o apoio de cada um de vocês, esse projeto não seria possível. Vocês são os verdadeiros heróis dessa causa,” declarou ele.

Para aqueles que desejam contribuir ou saber mais sobre o projeto “Lacre Solidário”, a UNIBEM disponibiliza o telefone de contato (69) 9236-0104. A comunidade de Cacoal e região está convidada a fazer parte desta iniciativa, que transforma vidas e fortalece os laços de solidariedade. Venha ser parte dessa transformação!

Bloco dos lisos eleitoral: sem dinheiro, candidatos renunciam em Rondônia

Mídia Rondônia – Dois candidatos a vereador, Rebeca Vasconcelos e Carlos Veloso, ambos do MDB de Porto Velho, anunciaram suas desistências de concorrer as eleições municipais, citando a falta de recursos financeiros e a ausência de apoio da direção partidária como os principais motivos para a decisão.

Rebeca Vasconcelos, que também preside a Ala Jovem do MDB, tornou público seu descontentamento em um discurso emocionado, sinalizando um crescente descontentamento em relação à maneira como a direção do partido lida com seus membros.

Carlos Veloso, outro que optou por se retirar da corrida eleitoral, partilhou experiências similares em seu anúncio. Ele criticou a falta de diálogo efetivo e a insuficiência de recursos financeiros que impedem candidatos de se manterem ativos e competitivos. A insatisfação de Veloso ecoa o sentimento de muitos filiados que se sentem desamparados e menosprezados dentro da estrutura do partido.

Os dois candidatos, após suas renúncias, assinaram cartas pedindo a exclusão oficial de seus nomes dos quadros de filiados do MDB, um gesto que sinaliza não apenas a insatisfação atual, mas também um afastamento definitivo de uma sigla que, segundo eles, não está cumprindo com suas promessas de apoio e incentivo.

Fumaça, calor e possibilidade de chuva neste sábado em Rondônia

Neste sábado (14), a massa de ar seco perde força sobre Rondônia, resultando em um aumento nas condições de chuva em quase todas as regiões do estado. A previsão indica céu claro a parcialmente nublado em todas as áreas. Há possibilidade de pancadas rápidas e isoladas de chuva durante a tarde.

Calor perde força e chuva pode cair em Rondônia nesta sexta

Na manhã desta sexta-feira, 13, os rondonienses estão sentindo uma mudança significativa nas condições climáticas. A massa de ar seco e quente que predominou na região nas últimas semanas começa a perder intensidade, trazendo a promessa de chuvas e alívio para a temperatura elevada.

Nos últimos dias, o calor escaldante e a falta de umidade criaram um ambiente propício para secas e aumentaram as preocupações relacionadas à agricultura e ao abastecimento de água. No entanto, a diminuição da pressão dessa massa de ar proporciona um respiro tanto para a natureza quanto para a população.

As condições atmosféricas favorecerão o aumento das chuvas na região, proporcionando um alívio necessário em meio à aridez. Apesar de a previsão do tempo ainda indicar um dia ensolarado e quente em Rondônia, com períodos de sol entre claro e parcialmente nublado, a expectativa é de que chuvas se tornem mais frequentes nas próximas horas, especialmente nas regiões da capital Porto Velho, Vales do Mamoré, Guaporé e Jamari, além de Ponta do Abunã.

Os meteorologistas alertam que, mesmo com a presença do sol, as nuvens carregadas devem trazer pancadas de chuva, que podem contribuir para o aumento da umidade no solo e ajudar na revitalização da flora local. Essa mudança será benéfica para a agricultura, principalmente para os cultivos que dependem da água da chuva para o seu desenvolvimento.

Operação investiga assassinatos e prende líder de facção criminosa em Rondônia

Nesta sexta-feira (13), a Polícia Civil de Rondônia, por intermédio da 1ª Delegacia de Guajará-Mirim, deu início à Operação Donum Vanitatis, com o objetivo de desvendar cinco crimes de homicídio e quatro de tentativa, decorrentes de conflitos entre facções criminosas.

Segundo o site Rondoniagora, as investigações tiveram início após o assassinato de G. da S. N., ocorrido em março de 2024. Parte da quadrilha foi presa, e as armas apreendidas durante a operação foram submetidas a exames balísticos, que confirmaram sua utilização não só no homicídio de G. da S. N., mas também nos homicídios de F. F. D. e P. H. de O. D. As duas últimas vítimas pertenciam à facção rival.

Mesmo após as prisões e apreensões de armas, novos assassinatos ocorreram, incluindo as execuções de J. L. C. e C. S. S., que foram mortos com disparos de arma de fogo no rosto.

As investigações apontaram que E. do N., vulgo “Tchooze”, vice-dirigente de uma das facções, liderou um ataque recente que resultou em lesões graves a uma vítima de 65 anos na zona rural do bairro Comara.

Nesta sexta, E. do N. foi localizado armado com duas pistolas. No momento da abordagem policial, ele resistiu à prisão, utilizando seu enteado de 16 meses como escudo humano. Durante a tentativa de fuga, o acusado jogou as armas no vaso sanitário e resistiu à retirada da criança. Mesmo assim, foi desarmado e autuado em flagrante, enquanto a criança foi resgatada em segurança.