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26 junho 2026
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Com acordos trabalhistas, novo governo troca atrito por cultura do diálogo em empresas públicas

O novo governo parece estar trocando o conflito pela cultura do diálogo em empresas públicas. Nos dois últimos meses, vários acordos foram celebrados na Justiça do Trabalho para rever processos e buscar o entendimento pela via da negociação direta.

O caso mais recente ocorreu na última quinta-feira (25), foi celebrado acordo de cooperação entre o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Banco do Brasil. O esforço será para “racionalizar” as ações pendentes. Além disso, o BB e o Sindicato dos Bancários do Distrito Federal puseram fim a um processo de 2014, que envolvia aproximadamente 3.300 trabalhadores e somava mais de R$ 31 milhões líquidos. Vários entendimentos foram celebrados na semana de conciliação trabalhista promovida pelo Judiciário.

Ontem (26), o ministro Alexandre Ramos, do TST, homologou acordo entre a Caixa Econômica Federal e o Ministério Público do Trabalho (MPT) pelo qual deverão ser contratados 800 classificados em concursos feitos em 2014. As contratações devem ser feitas em até seis meses.

Acordo encerra dissídio na EBC

Dois dias antes, o vice-presidente do tribunal, ministro Aloysio Corrêa da Veiga, homologou acordo entre a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e entidades sindicais. O acordo coletivo da categoria extingue o dissídio coletivo de greve ajuizado em 2021 pela EBC. Prevê reajuste de 11,09%, com pagamento retroativo à data-base (janeiro) de 2022, além de temas recorrentes nos processos, como progressão de carreira.

Para o ministro Corrêa da Veiga, a Justiça do Trabalho vive uma “mudança de paradigma” sobre a conciliação. Ele citou a criação dos Centros Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Cejuscs), inclusive o do TST, recentemente.”É a profissionalização do encontro da justiça com as parte. A vocação natural da Justiça do Trabalho é a conciliação”, afirmou.

Caminho do entendimento

No caso da EBC, o novo presidente da empresa, Hélio Doyle, destacou a importância de uma boa relação com os trabalhadores. “Espero que esse seja o caminho de toda a nossa gestão, que haja entendimento e diálogo. O dissídio coletivo é a ultimíssima alternativa.”

“Esse caminho estava interditado nos últimos anos, com a interrupção do diálogo democrático entre capital e trabalho, a empresa e seus trabalhadores”, afirmou o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal, Pedro Rafael Ferreira. Ele atribuiu o acordo à “resiliência” dos quase 2 mil funcionários da EBC.

Terceirização e negociação coletiva

No final de abril, o TST já havia firmado acordos semelhantes com a Petrobras e com a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). Com isso, a expectativa era de redução de processos naquele tribunal. BB, ECT e Petrobras estão entre os principais litigantes do TST. Ou seja, entre as empresas que mais acumulam ações trabalhistas. Também costumam protagonizar campanhas salariais turbulentas.

Além disso, em março a Advocacia-Geral da União (AGU) também celebrou acordo envolvendo casos sobre a chamada responsabilidade subsidiária. São aqueles que discutem a responsabilidade da União por dívidas de empresas contratadas para prestar serviços terceirizados. Nesse caso, estima-se que até 20 mil processos podem ser extintos.

O governo também fechou acordo salarial, o primeiro em seis anos, com várias entidades da administração pública federal. E iniciou conversas, envolvendo os ministérios do Trabalho e da Gestão, para regulamentar a Convenção 198 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que trata justamente do direito à negociação coletiva no setor público.

Grileiros invadem assentamento regularizado pelo Incra em Mato Grosso

Famílias que vivem no assentamento 12 de Outubro, em Cláudia (MT), estão sob ameaça devido à invasão da área social e de reserva do local por grileiros. O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) denuncia que bandidos atuam há meses, de maneira coordenada, para invadir o local, que é certificado pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

As invasões começaram pela área de reserva ambiental, que por anos foi preservada coletivamente pelas famílias que vivem no assentamento, localizado na região Amazônica do norte do Mato Grosso. Nos últimos meses, as agressões se intensificaram, com a tentativa de invasão da área social, onde os cooperados desenvolvem suas atividades e projetos que garantem renda para as famílias assentadas.

Leia mais: No Mato Grosso, grilagem e desmatamento avançam sobre assentamento da reforma agrária

Um dos moradores do assentamento falou com o Brasil de Fato e contou que a área já é visada há muito tempo. As famílias, organizadas, resistem. Algumas, inclusive, tiveram de ser realocadas quando parte do terreno foi alagado para construção da Usina Hidrelétrica de Sinop, em 2014. Por questões de segurança, o nome do morador será preservado.

“A usina deixou vários caminhos, várias brechas para que esses grileiros pudessem grilar nossa reserva. No primeiro momento nós do MST conseguimos obstruir a entrada desses invasores. Mas depois não conseguimos mais, porque aí veio muito interesse, por causa da usina” disse, mencionando condomínios de luxo construídos à beira dos lagos artificiais criados para geração de energia.

O assentamento está vinculado ao Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) do Incra, que certifica projetos de interesse social e ecológico destinados a populações que baseiam sua subsistência no extrativismo, na agricultura familiar e outras atividades de baixo impacto ambiental. As famílias desenvolveram projetos com apoio da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT).

 

Neste momento, os assentados trabalham para implantar uma agroindústria de Castanha do Brasil. A reserva originalmente tinha muitas castanheiras, mas boa parte das árvores foi queimada ou derrubada pelos invasores. As que ainda dão frutos estão isoladas pelos grileiros, que não permitem que as famílias se aproximem. Ainda assim, o trabalho continua.

“Nós estamos com processo de plantio de castanha, também. Grande parte dos cooperados tem plantio de castanha nas suas áreas individuais. E, na área social da cooperativa, está dentro do último projeto aprovado a gente reflorestar com Castanha do Brasil e outras frutas, como baru, pequi, através do sistema agroflorestal”, contou o morador ouvido pelo Brasil de Fato.

MST pede apoio

Ao denunciar as invasões, o MST pede ajuda para garantir a segurança de espaços como a nova sede da Escola Estadual Florestan Fernandes, fruto de antiga luta das famílias para garantir acesso a educação de qualidade para as crianças e jovens do assentamento.

O Movimento afirma que a situação das famílias está “insustentável”, e pede apoio da sociedade civil. “Precisamos denunciar essa invasão e exigir dos órgãos competentes a imediata atuação para garantia da fonte de sustento destas famílias, as áreas produtivas, além da garantia de segurança das famílias e da preservação da integridade física, já que estes bandidos se encontram fortemente armados”, pontua o MST, em nota.

Supremo inicia julgamento sobre proteção da Mata Atlântica na próxima sexta (2)

O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar na semana que vem um processo sobre regras de proteção à Mata Atlântica. O caso vai ser analisado pelo Plenário Virtual a partir do dia 2 de junho. Os ministros podem registrar seus votos até o dia 12 do próximo mês.

Caso haja pedido de vista, o julgamento é suspenso por até 90 dias. Se houver pedido de destaque, irá a julgamento presencial, o que exigiria uma nova data. O processo é relatado pelo ministro Luiz Fux.

Leia também: Padilha diz que Lula vetará lei que permitiria mais desmatamento; entidades mantêm pressão

A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6446 se iniciou em 2020. Na ocasião, a presidência da República questionou a não aplicação do Código Florestal em áreas de Mata Atlântica. Juridicamente, a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu que trechos do Código – mais precisamente, os artigos 61-A e 61-B – sejam também aplicados ao bioma. Os trechos permitem o desenvolvimento de atividades produtivas, atendidos determinados critérios, em áreas de preservação permanente.

A questão debatida no processo diz respeito à necessidade de consolidação de uma interpretação única na administração pública. Como há uma lei específica para a proteção da Mata Atlântica que foi promulgada antes do Código Florestal, em 2006, e que não prevê a hipótese de atividades produtivas no Bioma, órgãos ambientais alegam que a especificidade da norma anterior deve prevalecer sobre o caráter geral do Código.

À época do início do caso, a AGU alegava risco de “profundo retrocesso produtivo”. O então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles (PL), determinou que os órgãos federais não aplicassem a lei específica.

 

:: Gestão Bolsonaro adia sonho de desmatamento 0 na Mata Atlântica: números seguiram altos em 2022 ::

Entidades de proteção e ambientalistas, de outro lado, lembram que a área é o bioma mais devastado do país, com menos de 25% de sua cobertura original preservada.

“É importante frisar que são leis que se complementam”, declarou Malu Ribeiro, diretora de políticas públicas da Fundação SOS Mata Atlântica, entidade que participará do julgamento como amicus curiae.

“Nós acreditamos que o Supremo Tribunal vai defender os dispositivos constitucionais porque esse é seu principal papel, garantindo a proteção desse Patrimônio Nacional que é a Mata Atlântica. É isso que nós esperamos que o STF deixe claro para a sociedade, fazendo com que a Lei da Mata Atlântica deixe de ser sucessivamente atacada por aqueles que querem anistia por desmatamento”, complementa.

Temática ambiental

O julgamento sobre a Mata Atlântica permaneceu na pauta do STF para o primeiro semestre, definida ainda em janeiro de 2023. Estavam ainda previstas as discussões sobre a constitucionalidade e legalidade das vaquejadas e também a aplicação de multas monetárias para danos ambientais.

As duas outras pautas, entretanto, acabaram sendo retiradas da agenda do Supremo. O próprio caso da Mata Atlântica estava previsto para ser iniciado no dia 1º de junho, em sessão presencial, mas foi direcionado para o Plenário Virtual.

Fim do PPI pode derrubar preço do querosene de aviação e das passagens aéreas, diz Abear

– A presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Jurema Monteiro, afirma que o fim do Preço de Paridade de Importação (PPI), política de formação de preços dos combustíveis que era praticada pela Petrobrás, traz otimismo ao setor aéreo, que espera uma redução no preço do querosene de aviação (QAV). Segundo disse Monteiro ao Poder 360, os gastos das companhias aéreas com o combustível aumentaram em 121% nos últimos quatro anos. A expectativa agora é “manter diálogo” com o governo e a Petrobrás para buscar a revisão do preço do QAV.

Considerando que 90% do querosene de aviação utilizado pelas empresas brasileiras é produzido no Brasil, Jurema Monteiro destaca a importância de buscar essa revisão de preço também para o QAV.

A principal preocupação dos passageiros é o aumento dos preços das passagens aéreas. De acordo com Jurema Monteiro, de 2019 a 2023, houve um aumento de cerca de 26% no preço das passagens. Por outro lado, diz ela, este é um valor muito menor em comparação com a elevação de custos das companhias aéreas. Ela destaca que, apenas no caso do QAV, houve um aumento acumulado de 121%.

No cenário de elevação de custos do setor, a agenda legislativa de 2023 teve seu primeiro texto de interesse aprovado no Congresso Nacional nesta semana, a MP 1.147/2022. Essa medida estabelece uma isenção de PIS/Cofins para o setor aéreo, o que representa um impacto previsto de R$ 500 milhões por ano.

O setor aéreo agora aguarda as negociações com o governo e com a Petrobrás visando a revisão do preço do querosene de aviação, na esperança de que a redução do PPI traga um alívio nos custos das companhias aéreas e possa refletir em preços mais acessíveis para os passageiros.

El Niño pode elevar mais a temperatura em toda a Amazônia

calor característico da região amazônica já é um velho conhecido da população, mas o atual momento de transição para o possível desenvolvimento de um Fenômeno El Niño pode significar o aumento acima do normal das temperaturas na região já no próximo período chuvoso.

Bastante comentado entre especialistas, os possíveis efeitos causados pelo fenômeno já foram destacados, inclusive, em um relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM) que alerta que o mundo deverá enfrentar calor recorde nos próximos cinco anos, com queda no volume de chuvas na Amazônia. Mas, afinal, o que é o fenômeno El Niño e que impactos ele pode causar para além do aumento da temperatura?

Antes de compreender mais especificamente o que significa o El Niño, o meteorologista e coordenador do Núcleo de Monitoramento Hidrometeorológico (NMH) da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Antônio Sousa, aponta que é preciso entender o contexto da circulação geral da atmosfera como um todo.

Ele explica que a circulação geral da atmosfera, que envolve todo o globo, é composta por sistemas de alta pressão e de baixa pressão, por áreas de confluências de ventos, áreas de favorecimento à formação de nuvens, do posicionamento de sistemas produtores de chuva, como frentes frias e a Zona de Convergência Intertropical, que atua muito fortemente na região amazônica.

Todos esses sistemas fazem parte da circulação geral da atmosfera que está diretamente relacionada com a configuração e características dos oceanos. Nesse sentido, os efeitos sofridos pelos oceanos impactam nesses sistemas. “Os oceanos são a principal fonte de umidade para os continentes. Somente o Oceano Pacífico ocupa quase 30% do planeta e esse fenômeno El Niño ou La Niña acontecem justamente no Oceano Pacífico”, relaciona.

Quando acontece o fenômeno El Niño, o que se tem é uma alteração na configuração da temperatura das águas superficiais do Oceano Pacífico, fazendo com que elas fiquem mais quentes do que o normal. Já quando se tem o fenômeno La Niña, que possui o efeito contrário, há um resfriamento das águas do oceano.

Naturalmente, essas mudanças nessa área da região do Pacífico Equatorial alteram o posicionamento dos sistemas que compõem a circulação geral da atmosfera, mudando também a circulação dos ventos em todo o planeta.

ALTERAÇÃO

Segundo Antônio, em algumas áreas, essa alteração acaba resultando na diminuição das chuvas e em outras áreas no aumento de chuvas. “No Sul do Brasil, por exemplo, quando acontece um El Niño as chuvas tendem a intensificar. Já na Região Amazônica, as chuvas diminuem, algumas vezes até bruscamente, dependendo da intensidade do fenômeno”, explica. “Esse fenômeno varia entre a intensidade fraca, moderada e forte. Os El Niños fortes são menos comuns de acontecer, mas mesmo ele fraco a moderado já altera a circulação dos ventos e altera também o posicionamento dos sistemas produtores de chuvas”.

Nesse sentido, quando o fenômeno acontece, as chuvas na região amazônica diminuem, assim como diminui também a cobertura de nuvens. Tais efeitos, combinados, levam a uma tendência de que as temperaturas da superfície aumentem. O meteorologista aponta que, em anos de atuação do El Niño, o normal é que as temperaturas máximas fiquem em 2°C a até 3°C acima do normal, dependendo da intensidade do fenômeno.

ÁGUAS

“Nos últimos três anos nós tivemos um La Niña atuando, quando as águas lá no Pacífico se resfriam, e se intensifica a formação de nuvens e das chuvas aqui na nossa região. Porém, neste momento a gente está atravessando de uma fase de La Niña para El Niño, então, o normal é que o impacto desse fenômeno ocorra justamente no próximo período chuvoso, que é o período chuvoso de 2023/2024”, diz.

“Geralmente, no Sul do Pará o período chuvoso vai de outubro até março, passando de um ano para o outro. Já na Região Metropolitana de Belém, o período chuvoso inicia em dezembro e vai até maio”.

A previsão de que os impactos decorrentes de um possível El Niño ocorram apenas no próximo período chuvoso está relacionada à demora natural para que o fenômeno se desenvolva. Segundo Antônio Sousa, a fase que o planeta passa, atualmente, é a de transição e, portanto, a efetiva atuação do El Niño e, consequentemente dos seus impactos, ainda deverá ser confirmada no segundo semestre deste ano.

“É preciso lembrar que a mudança nas características do oceano está começando agora. O normal é que o El Niño se desenvolva, mas a gente só vai poder afirmar que ele está mesmo atuando daqui a três a quatro meses, porque é um processo lento. A partir de setembro a gente já terá como afirmar se ele realmente vai estar atuando”, explica.

“A variação da temperatura dos oceanos tende a ser lenta e gradual, então, a partir do momento que a mudança ocorre, o acompanhamento é feito de forma que passe três meses, no mínimo, com uma característica realmente de aquecimento. A partir daí pode-se confirmar a atuação realmente do El Niño. Caso contrário, se não entrar nas características, as águas tendem a ficar com um comportamento de neutralidade e, aí, as variações acabam sendo pontuais por região”.

CALOR

Justamente por esse tempo que leva para que o fenômeno se consolide ou não, o meteorologista aponta que não é possível relacionar o calor observado em alguns dias deste mês de maio, em Belém, à transição para o El Niño.

“Como a transição acontece justamente agora neste mês, ainda é muito inicial. A partir do momento que as características no Oceano Pacífico começam a mudar, a gente demora mais de dois meses para sentir realmente a mudança aqui na América do Sul. Esse é um fenômeno que atua no globo todo, então, ele altera a circulação de grande escala e isso demora um pouco”, esclarece.

“Essas situações que nós tivemos agora no mês de maio, foram dois eventos de dias bem quentes, com temperaturas acima de 34°C, foram decorrentes mesmo de variações do período chuvoso normal. O mês de maio, aqui na Região Metropolitana, serve de transição entre o período chuvoso e o período menos chuvoso, então, nessas situações é possível que ocorra alguns dias com falta de chuva e a elevação das temperaturas”.

Rondônia tem domingo de calor e previsão de frente fria nesta segunda

A Divisão de Meteorologia do Sistema de Proteção da Amazônia informa que uma frente fria se aproxima do sul da Amazônia neste domingo e aumenta ainda mais as condições de chuva em toda a região, inclusive em Rondônia. Para este dia a previsão é de sol entre muitas nuvens, com tempo abafado e pancadas de chuva e trovoadas entre a tarde e à noite nas cidades do Vale do Guaporé e do Mamoré, além da Ponta do Abunã.

Na capital e demais regiões rondonienses a previsão é de sol forte e calor, com tempo variando de parcialmente nublado a nublado e com pancadas isoladas de chuva e trovoadas à tarde. Há possibilidade de temporais em todo o estado. Esta frente fria irá trazer o primeiro evento de friagem do ano, mas o sistema só chegará na segunda-feira  e muda o tempo em todo o estado.

A previsão para este dia é de céu nublado a encoberto, com pouco sol e chuva a qualquer hora do dia em todas as regiões do estado. Esta frente fria traz o primeiro evento de friagem a Rondônia, mas o sistema será de fraca intensidade e não provocará frio intenso. No entanto, a friagem amenizará o forte calor dos últimos dias. Rondoniagora.

 

Governo do Acre publica edital de concurso público para a PM

O governo do Acre, por meio da Secretaria de Administração (Sead) e da Polícia Militar (PMAC), publicou no Diário Oficial desta sexta-feira, 26, o anúncio de um concurso público para provimento de vagas de Aluno Oficial Combatente e 2.º Tenente Estagiário de Saúde da PMAC, seguindo a legislação vigente no edital.

Serão 36 vagas no total, divididas entre: Aluno Oficial Combatente, 2.º Tenente Estagiário de Saúde – Cirurgião-Dentista, 2.º Tenente Estagiário de Saúde – Cirurgião-Dentista Bucomaxilofacial, 2.º Tenente Estagiário de Saúde – Médico Obstetra e Ginecologista, 2.º Tenente Estagiário de Saúde – Médico Pediatra, 2.º Tenente Estagiário de Saúde – Médico Clínico-Geral, 2.º Tenente Estagiário de Saúde – Médico Ortopedista e Traumatologista.

O concurso será executado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pela PMAC, e terá o prazo de validade de dois anos, a contar da data da publicação da homologação de seu resultado final, podendo ser prorrogado uma vez, por igual período.

O valor da taxa de inscrição é de R$ 106,00 e poderá ser realizada a partir das 16h do dia 30 de maio até as 16h do dia 4 de julho, via internet no endereço eletrônico https://conhecimento.fgv.br/concursos/pmac23, podendo-se também consultar o edital e as publicações dos resultados no mesmo link.

A prova objetiva e a redação serão realizadas nos seguintes municípios: Brasileia, Cruzeiro do Sul, Feijó, Rio Branco, Sena Madureira, Tarauacá, Santa Rosa do Purus, Porto Walter, Marechal Thaumaturgo e Jordão.

Caso o número de candidatos inscritos nas provas seja inferior a 20 em Santa Rosa do Purus, Porto Walter, Marechal Thaumaturgo e Jordão, os candidatos serão alocados nas cidades mais próximas. As demais etapas do certame serão realizadas em Rio Branco e Cruzeiro do Sul.

Confira o edital completo:

Edital nº 001 – PMAC – Abertura do concurso – 25-05-2023.pdf

Mega-Sena deste sábado deve pagar prêmio de R$ 45 milhões

Apostadores fazem fila em casa lotérica. A Caixa Econômica Federal sorteia hoje (08) as seis dezenas do concurso 2.149 da Mega-Sena acumulada, que deve pagar um prêmio de R$ 170 milhões.

O Concurso 2.596 da Mega-Sena, que será realizado neste sábado (27) à noite em São Paulo, deverá pagar o prêmio de R$ 45 milhões a quem acertar as seis dezenas. O sorteio será às 20h, no Espaço da Sorte, na Avenida Paulista.

Ninguém levou o prêmio principal do último concurso, realizado quarta-feira (24). Foram sorteadas as dezenas 01 – 13 – 34 – 39 – 50 e 52. O prêmio acumulou e está estimado em R$ 45 milhões.

As apostas para o concurso de hoje podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet.

A aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 5,00.

Jogos Escolares de Vilhena começam nesta sexta-feira

Nesta sexta-feira, 26 de maio, acontece a abertura dos Jogos Escolares de Vilhena (JEVS), no Ginásio Municipal Jorge Teixeira, a partir das 19h.

Nesta 25ª edição, a expectativa é que participem mais de 1 mil atletas de 21 instituições de ensino, tanto públicas como privadas, nas modalidades de Atletismo, Badminton, Basquetebol, Ciclismo, Futebol Society, Futsal, Ginástica Rítmica, Handebol, Judô, Karatê, Natação, Taekwondo, Tênis de Mesa, Vôlei de Praia, Voleibol e Xadrez.

A abertura contará com exibição de dança das atletas da  ginástica rítmica, juramento do atleta e do árbitro, bem como a entrada oficial das delegações e de todas as entidades das participantes, dos árbitros da tocha simbólica dos jogos.

As competições do JEVS iniciaram no dia 15 de maio e vão até dia 3 de junho, divididos em duas categorias: Infantil (nascidos entre 2009 e 201 e juvenil, com atletas nascidos entre 2006 e 2008. Ambas têm também modalidade individual e coletiva.

Participaram da competição as instituições de ensino Álvares de Azevedo, Almirante Tamandaré, Tiradentes, Dom Pedro II, Favo (Coopevi), Genival Nunes, Ifro, Luiz Carlos, Machado de Assis, Marechal Rondon, Maria Arlete Toledo, Paulo Freire, Progresso, Professor Vanks, Santa Lucia Filippini, Sesi, Shirley Cerutti, Tenente Melo,  Wilson Camargo  Mamaindê e Sowaintê.

Denunciada por mau cheiro, empresa tem 15 dias para solução de problemas em Vilhena

Buscando resolver o problema do ‘mau cheiro’ que está incomodando a população, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) convocou os responsáveis da empresa Santa Edwirges, para uma reunião em caráter de urgência no Paço Municipal.

 

As famílias com residências nas imediações da empresa Santa Edwirges, denunciaram junto às autoridades, alegando que o odor estaria saindo da empresa que atua na preparação de subprodutos do abate de frigoríficos, fabricação de alimentos para animais, dentre outras ações no ramo. A empresa está localizada na linha 06, e o ‘mau cheiro’ estaria afetando às famílias dos bairros Orleans, Alphaville, Assossete e Florência e outros pontos da cidade.

 

Participaram da reunião, o gerente da empresa Cleiton Santiago, a secretária da Semma Vera Lúcia, o chefe de gabinete, Humberto Martins, o procurador do município Bartolomeu Alves, o secretário de Turismo, Indústria e Comércio, Dirceu Hoffmann, a diretora de Vigilância Sanitária, Edvaneide Caçula, e o engenheiro ambiental, Marco Guilherme.

 

Durante o encontro foi ressaltado a importância da empresa na geração de emprego e renda, mas foi levantado questionamentos sobre o porquê da poluição do ar com fortes odores causando várias manifestações da comunidade.

 

A Prefeitura deu um prazo de 15 dias para que a empresa extingue o ‘mau cheiro’, e recomenda que as ações devem ser iniciadas o quanto antes. “Nós não queremos que a empresa feche as portas, isso seria em última instância, se os responsáveis não providenciarem uma solução para o problema que atenda às necessidades dos moradores”, destaca Humberto Martins.

 

Os fiscais da Prefeitura visitaram o local em março e constataram que o odor gerado é típico da atividade, que se propaga principalmente pela emissão de gases durante o processo, mesmo implementando sistemas para coibir os odores.

 

Durante a reunião Cleiton Santiago afirmou que neste final de semana a empresa recebe a visita de um técnico ambiental para identificar o foco do problema e para uma solução imediata.