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24 junho 2026
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Acadêmica denuncia professor da Unir por assédio moral

A Universidade Federal de Rondônia (Unir) e o professor da instituição, Samuel Milet, são alvos de uma denúncia de assédio moral feita por uma estudante do curso de direito. Ela ingressou com uma representação no Ministério Público Federal (MPF) e uma ação indenizatória na 4ª Vara Cível da Justiça Federal.

“O que eu sinto hoje em sala de aula, quando ele está presente, é: mãos formigando, meu rosto e minha boca dormente, o coração bater forte. E eu acho que isso é parte do que a minha turma também sente”, relata Josi Gonçalves, aluna que fez a denúncia.

Os eventos que culminaram na ação tiveram início há cerca de um mês, quando o professor ministrava a aula de Direito Civil. Para criticar o que chama de “ideologia de gênero”, ele teria citado o episódio em que a Unir foi condenada porque o próprio professor chamou uma palestrante da Universidade de Brasília (UnB) de ‘sapatona doida’ e ‘vagabunda’ por tratar questões como gênero e aborto.

No dia seguinte à aula, Josi enviou uma mensagem em um grupo de WhatsApp do curso, se posicionando sobre o comportamento do professor em sala.

“Ele chamou uma mulher de vagabunda e tinha se portado como se estivesse exibindo um troféu, sem nenhum escrúpulo e eu, como a mais velha da turma, estava me posicionando porque ele é formador de opinião e ele não podia se esquecer disso. E aí veio uma torrente de coisas que aconteceram a partir desse momento”, relembra.

A mensagem enviada no grupo e o número de telefone da estudante foram vazados e o professor Milet entrou em contato com ela através do WhatsApp, demonstrando estar ofendido e informando que entraria com uma queixa-crime contra a aluna por injúria e difamação.

Depois disso, Milet encaminhou áudios para o líder da turma comentando o caso e se referindo à sala como “solo inimigo” por ninguém ter se posicionado a favor dele, como nos seguintes trechos transcritos:

  • “Quem cala, consente. Se ninguém me defendeu porque acha que eu tô errado, então eu tenho dois caminhos a tomar: primeiro é deixar a turma. […] Eu não quero estar em solo inimigo. Eu tinha prometido pra vocês, e não é obrigação minha, de dar um questionário. Já não vou dar mais o questionário. […] Eu simplesmente vou dar as avaliações dentro do conteúdo, sem nenhuma maldade. Eu só acho que ajudar, eu não devo ajudar mais”.
  • “O que teve foi um caso isolado de uma pesquisadora de fora, que eu, no calor da discussão, eu proferi algumas palavras que não deveria ter feito, mas fiz. Quer dizer que toda vez que você discute com seu irmão, com sua mãe, com seu pai, com sua mulher, com sua noiva e chama ela disso e daquilo você é misógino, você é preconceituoso, você é homofóbico? Ou simplesmente são palavras proferidas no calor da emoção?”.
  • Ainda em sala, Milet teria proferido ofensas contra Josi ao chamá-la de “cobra”, “falsa” e “covarde”.

    Um estudante da turma, que preferiu não se identificar por medo de retaliações, relatou ao g1 que o clima na turma é de tensão e que o comportamento do professor faz com que eles se sintam amedrontados.

    “Eu tô com bastante medo e é assim também que eu vejo que a turma se sente. Mas eu não poderia ficar calado porque hoje foi a Josi, amanhã pode ser outra pessoa. Mesmo com tudo isso acontecendo ninguém consegue se posicionar, todo mundo tem medo de falar alguma coisa e ser processado”.

    Quando questionada se teme alguma retaliação por denunciar o caso, Josi responde:

    “Eu tenho receio por uma coisa. Quando eu estava falando com ele, ele disse: ‘eu sei o que você está tentando fazer, você está tentando fazer com que eu agrida você, mas eu não vou fazer isso’. Eu fiquei pensando depois: ‘será que ele partiria para as vias de fato?’ Nada que uma mulher diga é suficiente para fazer com que um homem se sinta em estado de agredir essa mulher. Então essa é uma fala preocupante e que me põe medo”.

    Pedido de indenização

     

    A advogada Mably Fernandes, que acompanha a Josi no processo, explica que além do professor, a Unir também é alvo da ação porque os fatos aconteceram em sala de aula, enquanto o professor representava a instituição federal.

    “Mulheres são mortas todos os dias, o machismo mata. Imagina você ser professor, formador de opinião e você relevar o machismo, inclusive minimizar o machismo como se ele não fosse nada. O que ela [a Josi] passou merece e deve ser punido”.

    Mably ressalta que o pedido de indenização por dano moral é referente a todos os transtornos pelos quais a Josi passou por conta do comportamento do professor, incluindo prejuízos educacionais.

    “A gente tá falando de uma aluna que é uma mulher, que é mãe, que está fazendo sua segunda graduação. Ela não estava ali brincando, ela estava ali porque ela quer adquirir conhecimento. E é justamente isso que foi cerceado dela. Além dela não ter direito ao conhecimento, ela ainda é exposta e humilhada”.

    O Ministério Público Federal informou que está apurando o caso e pretende enviar à Unir uma recomendação para que seja aberto um processo administrativo disciplinar e adotadas medidas pedagógicas contra o professor.

    “É importante que a universidade mostre para o público que esse tipo de comportamento não é tolerado, especialmente de uma instituição pública. A liberdade de expressão é importante, mas ela tem limitação no discurso de ódio”, aponta o procurador da República, Raphael Bevilaqua.

    O que dizem os outros envolvidos?

     

    A Universidade Federal de Rondônia informou à Rede Amazônica que a Ouvidoria da instituição recebeu a denúncia da Josi com relação ao professor Milet e o assunto está “em fase preliminar de apuração”.

    “O departamento acadêmico ao qual o docente denunciado é vinculado foi acionado pela Ouvidoria da Unir para as medidas cabíveis, observando o necessário respeito pelo amplo direito de defesa. Do mesmo modo a Ouvidoria da Unir mantém contato com a denunciante e acompanhará o caso em todas as instâncias administrativas em que deverá tramitar”, consta na nota.

    A universidade ressaltou também que “repudia veementemente qualquer caso de assédio e se solidariza com as vítimas em absolutamente todas as situações em que possam sofrer e ser expostas a situações que as fragilize”.

Avó agenciava netas para serem violentadas por seus clientes em RO; gritos de dor eram ouvidos à noite

A Polícia Civil deflagrou nesta sexta-feira (24) a Operação Devadasi, em Machadinho D’Oeste (RO), para prender pessoas suspeitas de exploração e abusos sexuais contra crianças. Até o início da manhã, seis suspeitos já haviam sido presos.

Segundo a polícia, pelo menos duas vítimas foram identificadas, elas tinham 10 e 13 anos. Os abusos aconteciam desde quando elas tinham 8 anos.

Há indícios que a avó das crianças, colocava as netas na frente de um bar “para chamar a atenção dos clientes do bar, agenciando-as. Ela pagava as contas da casa com o dinheiro da exploração”, informou a polícia.

Seis suspeitos de estuprar e explorar crianças sexualmente são presos em Machadinho D’Oeste, RO — Foto: PC-RO/Reprodução

Durante as investigações, testemunhas relataram que abusos ocorriam durante toda a noite. Uma das testemunhas chegou a dizer à polícia que “gritos de dor ecoavam a noite na casa da cafetina”.

Durante a operação foram expedidos oito mandados de prisão e sete de busca nas residências dos suspeitos. Durante as buscas os policiais apreenderam materiais de pornografia, mídias, notebook, arma de fogo e munições.

A operação contou com apoio de agentes do Serviço de Investigação e Capturas (Sevic) da 1ª DP de Machadinho, das Delegacias Regionais de Jaru e Ariquemes.

Seis suspeitos de estuprar e explorar crianças sexualmente são presos em Machadinho D’Oeste, RO — Foto: PC-RO/Reprodução

G1

PM que matou a mulher e jogou corpo no rio Madeira vai a júri popular

O sargento da PM Gilmar de Sousa Castro, 52 anos, foi pronunciado pelo juízo da 2ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Porto Velho, pelo assassinato da companheira, Lindalva Galdino de Araújo, 53 anos, e em seguida jogado o corpo da vítima no Rio Madeira. Ele irá a júri popular pelo crime de feminicídio, com agravante de ocultação de cadáver, motivo torpe, violência doméstica e recurso que dificultou a defesa da vítima.

Ainda na fase de investigação policial, após o réu confessar o crime e levar a polícia até local onde jogou o corpo, os bombeiros localizaram os restos mortais da vítima.

Segundo a sentença de pronúncia, a vítima era constantemente agredida verbal e fisicamente pelo réu. Em depoimento, uma das filhas do casal disse que o pai maltratava muito a mãe e a via sempre com hematomas pelo corpo. “Mas ela o amava e não conseguia se separar dele, acreditando que ele (Gilmar) mudaria”, declarou.

Consta na pronúncia que o réu, para não ser descoberto, teria dito às suas filhas e demais pessoas que a vítima “teria saído na noite anterior (dia do crime) para comprar cerveja e não havia retornado”. Porém, diante dos vestígios de sangue na residência onde o crime ocorreu, as filhas acionaram a polícia, que desvendou o caso.

O crime aconteceu no dia 3 de julho de 2022, no período noturno, na Rua São José, Bairro Mariana, em Porto Velho – capital do Estado de Rondônia. A sentença de pronúncia foi publicada no Diário da Justiça do dia 21 de março de 2023.

Ação Penal n. 7047384-76.2022.8.22.0001

Rondoniagora

“Armação do Moro”, diz Lula sobre suposto plano do PCC para matar o senador

Durante visita ao Complexo Naval de Itaguaí, na região metropolitana do Rio de Janeiro, o presidente Lula (PT) afirmou que desconfia que o suposto plano de uma facção criminosa para atacar autoridades – entre elas o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) – seja uma “armação” elaborada pelo próprio ex-juiz suspeito, informa o jornal O Globo.

“Eu não vou falar, porque acho que é mais uma armação do Moro, mas eu quero ser cauteloso. Eu vou descobrir o que aconteceu”, afirmou o presidente.

“É visível que é uma armação do Moro, mas eu vou pesquisar e vou saber porquê da sentença. Até fiquei sabendo que a juíza não estava nem em atividade quando deu o parecer para ele, mas isso a gente vai esperar. Eu não vou ficar atacando ninguém sem ter provas. Eu acho que é mais uma armação e, se for mais uma armação, ele vai ficar mais desmascarado ainda. Aí eu não sei o que ele vai fazer da vida, se ele continuar mentindo do jeito que está mentindo”, disse. Confira no vídeo abaixo:

Em Vilhena, Sintero realiza 1º Simpósio Relações Étnico-Raciais

O evento foi realizado no CEEJA de Vilhena. Entre os dias 07 a 21 de março aconteceram as Etapas Regionais do 1º Simpósio Relações Étnico-Raciais. As atividades foram realizadas nos municípios sedes das Regionais do Sintero e, na ocasião, eleitos os delegados e delegadas que participarão da etapa estadual, com data prevista para o dia 20 de abril em Porto Velho.

Nesta 1ª edição foram tratados os seguintes temas: políticas afirmativas, enfrentamento à violência contra as mulheres; diversidades em uma perspectiva humanitária; mundo do trabalho e a importância das políticas públicas para a juventude e masculinidades em debate – Campanha Laço Branco.

As etapas regionais ocorreram nos municípios: Porto Velho, Rolim de Moura, Vilhena, Pimenta Bueno, Cacoal, Presidente Médici, Ji-Paraná, Ouro Preto, Ariquemes e Jaru. As agendas das etapas regionais serão finalizadas em Guajará-Mirim.

A coordenadora geral do simpósio e secretária de Gênero e Etnia do Sintero, Rosa Negra, explicou que o principal intuito do projeto é fomentar as discussões sobre as temáticas em todo o Estado, de forma que, não somente a categoria, mas toda a sociedade seja incluída no debate. Também são coordenadoras do simpósio a secretária de Formação Sindical, Neira Cláudia Cardoso Figueira, a secretária de Assuntos Municipais, Luciana Basilio dos Santos e a secretária de Assuntos Educacionais, Judith dos Santos Campos.

“A nossa pauta de luta é grande e utilizamos essa proposta para levar as discussões às escolas e demais espaços acessíveis aos trabalhadores e trabalhadoras em educação. Nosso agradecimento a todos/as que participaram da etapa regional, em especial, aos diretores e diretoras regionais do Sintero que foram nossos grandes parceiros”, disse Lionilda Simão, presidenta do Sintero.

Homem passa o dia bebendo e a noite tenta matar vizinhos a tiros

Um casal, de 39 e 62 anos sofreu uma tentativa de homicídio a tiros, na madrugada desta quinta-feira (23), em uma residência, localizada na zona rural do distrito de Extrema.

Segundo as vítimas, o autor dos disparos é vizinho deles e teria passado a tarde em um bar, ingerindo bebida alcoólica.

Ao anoitecer, o homem foi para a residência, e começou a proferir palavrões contra as vítimas.

Alterado, pegou uma espingarda e efetuou seis tiros em direção às vítimas e outras pessoas que estavam na casa.

O casal foi atingido com os disparos e levado às pressas para o hospital da região.

Após efetuar os tiros, o criminoso fugiu entrando em uma região de mata e não foi localizado pela Polícia Militar.

Rondoniagora

Petrobras diz que pode reduzir preço da gasolina

Um dia após a Petrobras anunciar a redução do preço do diesel, o presidente da companhia, Jean Paul Prates, disse, nesta quinta-feira (23), no Rio de Janeiro, que a estatal pode diminuir o preço da gasolina. “Sempre que a gente puder vender mais barato para o consumidor brasileiro, a gente vai fazê-lo”, afirmou ao ser perguntado se a empresa deve baixar o preço da gasolina este mês.

Após participar do lançamento do “Caderno FGV [Fundação Getúlio Vargas] Energia de Gás Natural”, Prates destacou que a empresa adota o Preço de Paridade de Importação (PPI) como uma referência e não como um “dogma”.

“Não aceito o dogma do PPI. Aceito a referência internacional. Trabalhamos com a referência internacional com o preço de mercado de acordo com o nosso cliente. [A] cliente bom você dá desconto. É a política de empresa”, explicou.

Referência internacional

Acrescentou que o melhor preço para a empresa é o preço próximo da referência internacional. “Não quer dizer que eu tenho que andar exatamente em cima da linha do preço do importador. É bem diferente. Não quer dizer que eu vá me afastar, me isolar e virar uma bolha no mundo. Temos que seguir a referência internacional. Se lá fora o preço do petróleo diminuiu e reduziu em insumos para refinarias, eu tenho que corresponder para o consumidor final. Mas eu não preciso estar necessariamente amarrado ao preço do importador, que é meu principal concorrente. Paridade de importação não é o preço que a Petrobras deve praticar”.

Durante o evento, o presidente da Petrobras ressaltou que a companhia vai investir na infraestrutura para transporte, escoamento e distribuição do gás natural, que ele apontou como entraves para o mercado do gás.

Professores e alunos fazem manifestação contra novo ensino médio

São Paulo (SP), 22/03/2023 - Professores e trabalhadores da rede pública de ensino protestam por reajuste do piso nacional e pela revogação do Novo Ensino Médio, com apoio de estudantes, na Avenida Paulista. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Professores e alunos fizeram, no final da tarde desta terça-feira  (22), uma manifestação na capital paulista contra a atual política do ensino médio, implementada pela Lei 13.415, de 2017, conhecida como o novo ensino médio. O ato ocorreu em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista. Todas as faixas de trânsito de veículos no local foram ocupadas pelos manifestantes.

O ato foi organizado pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) e contou com a participação da Central Única dos Trabalhadores (CUT), do Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem), da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (UPES), e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES). Estiveram presentes ainda deputados do PT e do Psol.

“A nossa pauta é, sobretudo, pela revogação da farsa do novo ensino médio. Porque entendemos que, na prática, ela significou a fragmentação das disciplinas que são componentes curriculares que nos dão a formação geral, que dão uma sólida formação básica”, destacou a presidente da Apeoesp, Maria Izabel Azevedo Noronha, a Bebel.

“Na verdade, esse novo ensino médio diz o seguinte: você estudante, você estuda o que você gosta. Se você gostar disso, então você escolha isso aqui para estudar. Mas a vida não é assim. A vida é feita de desafios e um grande desafio é ter esta formação geral”, acrescentou.

De acordo com a deputada estadual de São Paulo pelo PT, Beth Sahão, o novo ensino médio terá de ser revogado em sua totalidade já que, segundo ela, não tem como ser parcialmente “remendado”. “Não adianta remendar uma lei que já foi implantada de forma inadequada, de forma incorreta, prejudicando os alunos da escola pública”.

Para ela, os adolescentes, muitas vezes, não têm ainda capacidade para poder escolher as disciplinas adequadas que devem ou não estudar. “Eles, de certo modo, vão ser influenciados para escolher aquilo que o capital quer que eles escolham. A gente sabe que o jovem de 15, 16 ou 17 anos, muitas vezes, não tem ainda formação para fazer a sua escolha de forma adequada”.

A estudante Luiza Martins, da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (Upes), disse que o novo ensino médio faz a qualidade da formação escolar diminuir e não proporciona uma formação completa aos alunos.

“A gente quer brigar pela revogação imediata do novo ensino médio. Ele acaba com o nosso sonho de ingressar na universidade, acaba com a nossa perspectiva de uma escola de qualidade, que nos ofereça uma formação completa como ser humano. Dentro da escola que a gente aprende a revolucionar nossa sociedade”, disse.

A manifestação também reivindicou que o piso nacional dos professores seja implementado em São Paulo; a revogação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC); e o cumprimento das aulas de trabalho pedagógico em local livre escolha.

O novo ensino médio

A atual política do ensino médio foi aprovada em 2017, no governo de Michel Temer, com o objetivo de tornar a etapa “mais atrativa”, implantar o ensino integral e evitar que os estudantes abandonem os estudos. Com o modelo, parte das aulas deverá ser comum a todos os estudantes do país, direcionada pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Na outra parte da formação, os próprios alunos poderão escolher as disciplinas para aprofundar o aprendizado.

Na semana passada, o ministro da Educação, Camilo Santana, reconheceu que o novo ensino médio precisa ser corrigido. “Já identificamos que há necessidade de correções, necessidade de um bom debate. Porém, acho que é do processo democrático, até porque o ensino médio já está em andamento na sua implementação, [acho que] é importante ouvir as entidades, os especialistas da área, os estudantes, professores, para que a gente possa, com muita responsabilidade, tomar decisões. Nosso grande objetivo é garantir qualidade, um bom ensino médio para os estudantes jovens do Brasil”, disse.

Cremero flagra não médico realizando exames de oftalmologia

woman doing eyesight measurement with optical phoropter

Após denúncia recebida pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de Rondônia (Cremero), a presidência constatou na tarde desta quarta-feira (22) a prática ilegal da medicina em uma ótica na cidade de Ji-Paraná.

De acordo com a Dra. Ellen Santiago, ao entrar na ótica a mesma questionou se havia médico no local e logo a atendente apresentou o profissional que na verdade tinha formação de optometrista. “Infelizmente tem sido frequente as denúncias de profissionais optometristas atendendo como médico. Eles não podem ter contato algum com paciente, nem mesmo formularem diagnóstico ou prescreverem receitas de óculos e lentes”, enfantizou.

Na ocasião, a Polícia Civil acompanhou a operação que constatou ainda uma estrutura de consultório no local formada por aparelhos e equipamentos operados exclusivamente por oftalmologistas, não sendo permitido o atendimento de pacientes no local pelo profissional que atuava. O caso foi encaminhado para a 1a Delegacia Civil de Ji-Paraná que conduzirá o caso

Homem é executado a tiros em município de Rondônia

Um homem foi executado com vários tiros na noite de terça-feira (21), no município de Urupá. O crime foi registrado no Bairro Santíssima Trindade.

A vítima do homicídio é Odair, conhecido em Urupá por “Zoio de gato”, segundo testemunhas afirmaram a Polícia Militar, foram ouvidos disparos de arma de fogo, e pouco depois o corpo caído no chão, sem vida.

Os criminosos teriam se aproximado em uma motocicleta, pois havia marcas de pneu de veículo de duas rodas no local.

A Polícia Militar preservou a cena do crime até a chegada da equipe da Polícia Técnico-científica (Politec) para os procedimentos periciais de praxe em casos de homicídio.

Correiocentral