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24 junho 2026
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Governo intensifica ações de saúde ocular nas escolas rondonienses

Governo do Estado de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde – Agevisa, está intensificando a vigilância dos indicadores do Programa de Saúde na Escola – PSE, nas escolas da rede pública de ensino, juntamente às equipes de Estratégia de Saúde da Família – ESF. A implementação das ações sobre os riscos do tracoma deve ocorrer principalmente, em escolares na faixa etária dos cinco aos 14 anos, vez que a doença, comumente confundida com a conjuntivite, pode levar à cegueira. O tracoma é uma doença inflamatória ocular, causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, que ocorre especialmente em áreas de maior concentração de vulnerabilidade social.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha destaca que, por meio do Programa de Saúde na Escola, a Agevisa tem desenvolvido atividades de promoção, prevenção e busca ativa de casos de tracoma para iniciar o tratamento imediato nas escolas dos municípios do Estado, além de realizar palestras educativas acerca da doença e saúde ocular. As palestras trazem uma abordagem sobre sintomas, como se dá a transmissão e, especialmente sobre os cuidados para a prevenção.

A gerente técnica de Vigilância Epidemiológica, médica Arlete Baldez observou que, “a concentração de crianças nas escolas, por exemplo, nas aulas de educação física, cria um ambiente propício à disseminação da bactéria. O tratamento é fácil, porém se não for tratado, com o tempo pode prejudicar a visão e até mesmo levar à cegueira”, explicou.

Segundo a coordenadora estadual do Tracoma, Margarida Capelette, os sintomas são olhos vermelhos, irritados, lacrimejantes e com secreção, coceira com sensação de areia nos olhos e intolerância à luz, por isso se confunde muito com a conjuntivite comum. A transmissão de uma pessoa para a outra ocorre por meio do compartilhamento de objetos contaminados, tais como lápis, borracha, caneta, toalhas e roupas de cama.

A prevenção, segundo Margarida Capelette, é basicamente os cuidados com a higiene pessoal. “Lavar as mãos e o rosto várias vezes ao dia, procurar não coçar os olhos, dormir sozinho na cama e quando isso não for possível, deitar com a cabeça para lados diferentes e não compartilhar toalhas e lenços. Em muitos casos pode até não ter sintomas, contudo, quem convive com uma pessoa contaminada, também precisa passar por exame em uma unidade de saúde”, explicou a coordenadora.

Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira prêmio de R$ 54 milhões

O sorteio do concurso 2.576 da Mega-Sena vai pagar prêmio estimado em R$ 54 milhões. De acordo com a Caixa, caso apenas uma pessoa acerte as seis dezenas e aplique todo o valor na poupança, receberia rendimento de R$ 314,5 mil de primeiro mês.

O sorteio ocorre nesta quarta-feira (22), às 20h, no Espaço da Sorte, na Avenida Paulista nº 750, em São Paulo, com transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. A aposta simples, com seis números marcados, custa R$ 4,50.

Bolão Caixa

O Bolão Caixa só é comercializado, com toda a segurança e com a entrega do recibo original de cota, nas casas lotéricas. Portanto, esse tipo de aposta não pode ser feita pela internet ou canais eletrônicos.

As lotéricas podem cobrar tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota. Verifique os valores das apostas nas lojas lotéricas ou no site das Loterias Caixa.

Petrobrás reduz preço do diesel em 4,48% a patir desta quinta-feira

A Petrobrás anunciou uma redução do preço médio do diesel em suas refinarias de 4,48% a partir de quinta-feira, de acordo com comunicado.

O preço passará de 4,02 reais para 3,84 reais por litro, uma redução de 0,18 por litro.

“Essa redução tem como objetivos principais a manutenção da competitividade dos preços da Petrobras frente às principais alternativas de suprimento dos nossos clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos de refino”, disse a Petrobrás.

www.brasil247.com - Petrobrás deve reduzir preço de combustíveis.

STF invalida lei estadual que proibia destruição de bens apreendidos em operações ambientais

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou, por unanimidade, a inconstitucionalidade de lei do Estado de Rondônia que proibia órgãos ambientais e a Polícia Militar de destruir ou inutilizar bens particulares apreendidos em operações e fiscalizações ambientais. A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7203, ajuizada pela Procuradoria-Geral da República, foi julgada procedente pelo colegiado na sessão virtual finalizada em 28/2. Na sessão virtual anterior, o Plenário havia decidido de forma semelhante em relação a lei de Roraima.

Normas gerais

Em seu voto, o relator, ministro Gilmar Mendes, explicou que a União e os estados têm competência concorrente para legislar sobre proteção do meio ambiente. À União cabe estabelecer as normas gerais, para fins de padronização nacional, e os estados e o Distrito Federal podem suplementar a legislação federal, com base nas peculiaridades regionais.

Nesse sentido, a Lei de Crimes Ambientais (Lei federal 9.605/1998) prevê as sanções de apreensão e destruição de produtos e instrumentos de infrações ambientais. Esses dispositivos foram regulamentados pelo Decreto 6.514/2008, que disciplinou a atuação do agente responsável pelas medidas.

Assim, para o relator, a Lei estadual 5.299/2022 é incompatível com as diretrizes da legislação nacional e ultrapassou os limites de sua atuação. Mendes verificou, ainda, que a lei de Rondônia, ao impor a destinação a ser dada aos produtos e instrumentos apreendidos em operações de fiscalização ambiental, usurpou competência privativa da União para legislar sobre matéria de direito penal e processual penal.

Governo seleciona voluntários para a Educação em Rondônia

O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Educação – Seduc, deu início ao recrutamento, via processo seletivo, de 72 pessoas em Porto Velho e Pimenta Bueno para atuarem como voluntários nas escolas estaduais, na promoção do bem-estar dos educandos, e para auxiliar nas atividades laborais, tanto nas unidades educacionais quanto nas unidades administrativas da Seduc.

Regido pelo Edital nº 3/2023/SEDUC-GPASO, as inscrições para seleção dos candidatos vão até o dia 30 de março, e podem ser realizadas por meio da plataforma da Seduc: sistemas.seduc.ro.gov.br/seletivo/web, com a expectativa de inscrever o maior número possível de pessoas.

De acordo com os termos do Edital, que pode ser acessado pelo link https://rondonia.ro.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/SEI_ABC-0036598623-Edital.pdf, com todas as informações e detalhes sobre número de vagas, critérios e requisitos, que definem quem pode se inscrever e participar do Programa, sua implantação é um passo definitivo na transformação e melhoria do sistema de ensino estadual, promovendo assim, a plena integração do estudante a comunidade em que vive.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o Programa Amigo Voluntário da Educação é mais uma estratégia planejada e elaborada para levar integração, aproveitamento e segurança às escolas da rede estadual de ensino.

AJUDA DE CUSTO

Todas as regras do processo seletivo, com prazos e as informações acerca do certame estão contempladas no Edital. Importa esclarecer, contudo, que o serviço voluntário é prestado de forma espontânea e não gera vínculo funcional ou empregatício, nem qualquer obrigação de natureza trabalhista, previdenciária ou afim. Por outro lado, o voluntário receberá diariamente, uma ajuda de custo no valor de R$ 55,00 para as despesas com alimentação e transportes.

Esta previsão está grafada no Item 9.2 do Edital com as seguintes disposições: “O Amigo Voluntário fará jus à uma ajuda de custo diário de R$ 55,00. A ajuda de custo para cobrir as despesas com alimentação e transporte está prevista na Lei Estadual nº 1390, de 15 de setembro de 2004, e de acordo com o Decreto nº 22045 de 20 de junho de 2017 e Portaria nº 19 de 03 de janeiro de 2023”, prevê o Edital nº 3/2023/SEDUC-GPASO.

Iphan monta comitê para preservação de sítio arqueológico

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) instituiu nesta terça-feira (21) o retorno do Comitê Gestor do Cais do Valongo, sítio arqueológico na região central do Rio de Janeiro, que é reconhecido desde 2017 como Patrimônio Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). 

O grupo vai ser composto por 15 instituições da sociedade civil e 16 entidades governamentais das esferas federal, estadual e municipal. A principal responsabilidade é planejar ações de preservação, revitalização e promoção do sítio arqueológico. A previsão é que as reuniões aconteçam pelo menos uma vez por mês.

Entre as instituições do comitê estão o Ministério da Cultura, a Fundação Palmares, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e o Arquivo Nacional. Outras instituições vão ser convidadas para participar das reuniões, mas sem direito a voto, como o Ministério Público Federal e o Escritório da Unesco no Brasil. O Iphan será o coordenador dos trabalhos do comitê.  A previsão é que os membros tomem posse amanhã (23), em evento no Rio de Janeiro.

O funcionamento comitê gestor é uma das exigências da Unesco para que manter o título de patrimônio. Ele foi criado em 2018, reuniu-se apenas duas vezes e foi extinto por decreto presidencial em 2019. A Justiça Federal acolheu uma ação movida pelo MPF em 2021 e determinou a reinstalação do comitê. Mas a direção do Iphan na época recorreu da decisão e conseguiu uma liminar para manter o grupo inativo.

“É importante destacar que a formação do comitê foi baseada num processo coletivo e por meio de muita escuta e muito diálogo. A partir de agora, a elaboração e execução das ações seguirão também sendo feitas conjuntamente”, disse o presidente do Iphan, Leandro Grass. “Nosso objetivo primordial é a proteção do Sítio, tornando-o um espaço de memória e referência histórica”, acrescentou.

Esquecido na gestão anterior, governo relança PAA com orçamento de R$ 500 nesta quarta-feira

Com injeção orçamentária prevista de R$ 500 milhões este ano, o governo federal relança nesta quarta-feira (22) o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que havia mudado de nome e perdido verba nos últimos anos. O evento será realizado na cidade do Recife (PE), com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Criado no início do primeiro mandato de Lula, ainda em 2003, o PAA era parte da ação conhecida como Fome Zero e foi instituído para incentivar a agricultura familiar sustentável por meio do estímulo ao consumo da produção do setor, principalmente através de compras feitas por órgãos públicos, realizadas com dispensa de licitação.

A iniciativa também contribuía para a formação de estoques públicos, ajudando a evitar a disparada dos preços dos principais alimentos, além de incentivar hábitos alimentares saudáveis. “O programa, sem sombra de dúvida, foi fundamental para tirar o Brasil do Mapa da Fome no passado e tem potencial para reverter de novo a fome no país, que atualmente atinge mais de 33 milhões de pessoas”, analisa Vânia Marques Pinto, secretária de Política Agrícola da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).

“O programa original mudou de nome, passou a se chamar Alimenta Brasil no governo passado, perdeu orçamento e tirou linhas importantes, como a questão da compra e distribuição de sementes aos agricultores”, acrescenta.

Um dos antigos beneficiários atingidos pela mudança foi Eudes Vilela Agripino, 37 anos, de Presidente Médici, município do interior de Rondônia, a 420 km de Porto Velho. Ele preside uma associação de 28 famílias de agricultores que, desde 2019, não consegue mais acessar o programa. Ele lembra como o PAA mudou a vida das pessoas. “A gente tinha aquela segurança para quem vender nossa produção. Isso deu uma qualidade de vida, muitos conseguiram juntar dinheiro pra comprar uma moto ou até um carrinho”.

A produção de alimentos como mandioca, inhame, maxixe, mamão, limão, maracujá e mexerica, entre outros, era distribuída para nove instituições da região, incluindo escolas públicas e municipais, hospitais, creches e abrigos. “Meu sobrinho comia nas escolas. Meu próprio irmão, minha irmã, todos se alimentavam dos produtos que vinham da nossa produção”.

Programa completo

Agricultora familiar em Turmalina, no Vale do Jequitinhonha, norte de Mias Gerais, Maira do Carmo Gonçalves, de 55 anos, também se orgulha de produzir alimentos adquiridos pelo Programa de Aquisição de Alimentos. Para ela, trata-se de um dos programas mais completos que existem. “O PAA é muito eficaz porque ele beneficia tanto quem produz quanto quem recebe a cesta de alimentos. É um programa completo”.

No Vale do Jequitinhonha, segundo Do Carmo, como é conhecida, cerca de 80 municípios são abrangidos pelo programa, atendendo diretamente famílias vulneráveis ou abastecendo instituições públicas, como escolas e hospitais. Sua produção é focada em hortaliças, frutas e mandioca.

Novidades

Entre as novidades do novo PAA, que serão anunciadas hoje, estão o aumento no valor individual que pode ser comercializado pelas famílias de agricultores, a facilitação do acesso a indígenas e quilombolas e a priorização das mulheres e assentados da reforma agrária. Outra novidade é a retomada da participação da sociedade civil na gestão do programa, por meio do Gestor do Programa de Aquisição de Alimentos (GGPAA) e do Comitê de Assessoramento do GGPAA.

Outro colegiado que será reinstalado é o Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (Condraf), além da criação o Programa de Organização Produtiva e Econômica de Mulheres Rurais.

“Após sucessivos cortes orçamentários, o programa foi extinto, em 2021, passando a se chamar Programa Alimenta Brasil que, a despeito de manter a estrutura muito parecida com a do PAA, extinguiu o Comitê Consultivo, instância de controle social do Programa, e necessita de ajustes importantes no desenho, de modo a garantir segurança jurídica aos executores e maior efetividade na sua execução”, informou o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), em nota enviada à reportagem.

“Convém ressaltar, por fim, que mesmo com outro nome, o Programa continuou sendo conhecido como PAA entre os executores e beneficiários, o que justifica retornarmos à nomenclatura original”, acrescentou a pasta.

Desde quando foi criado, o PAA já executou mais de R$ 8 bilhões na compra de alimentos, beneficiando mais de 500 mil agricultores familiares e direcionando alimentos a mais de 8 mil entidades atendidas anualmente.

Combate à fome

Central na estratégia de combate à fome no país, o PAA deve focar na distribuição de alimentos para as populações com maior situação de vulnerabilidade, apontadas conforme indicadores sociais.

“Nossa ideia é focar o PAA cada vez mais nas famílias do Cadastro Único e a distribuição para que ela chegue cada vez mais para quem está passando fome, com as famílias com maiores indicadores de desnutrição e equipamentos que ofertem refeições nas periferias das grandes cidades”, explica Lilian Rahal, secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS).

A secretária também conta que o programa, a partir de agora, retomará as parcerias com organizações e cooperativas de produtores, que haviam sido deixadas de lado no governo anterior. “Nos últimos anos, o programa deixou de ser operado com as cooperativas de agricultores familiares e concentração da operação nas prefeituras e agricultoras pessoas físicas. Vamos manter a operação com os entes federados, mas queremos ampliar a estratégia de fomentar o cooperativismo”..

Líder uma associação de agricultores em Rondônia, Eudes Agripino se emociona ao lembrar do impacto causado pelo programa em pessoas que ele sequer conhecia. “Soube de um dos alunos de uma escola que recebia nossas cestas. E mesmo no dia que não tinha aula, por ser feriado, ele ia até a escola comer a merenda, porque não tinha comida em casa, e ele gostava muito do alimento que era oferecido ali”.

Dívida bilionária da Energia pode ser trocada por construções de hospitais em RO

Essa foi a proposta apresentada pelo deputado estadual Luizinho Goebel (PSC) para sanar a dívida de  R$ 1,7 bilhão da empresa Enegisa com o governo de Rondônia. “Estaremos apresentando nos próximos dias uma proposta que pode vir a ser uma solução para a dívida da Energisa junto ao estado para que ela seja convertida na construção de hospitais em Rondônia, visto que este é um problema que atinge os nossos municípios e seria uma compensação para nossa população”, disse.Ele esteve participando da reunião com a Comissão de Defesa do Consumidor nesta terça-feira (21) , na Assembleia Legislativa, com os representantes da Energisa para tratar sobre as demandas de reclamações sobre o setor elétrico e na busca por uma solução para a dívida da empresa com o estado de Rondônia.

Devendo R$ 1,7 bilhão ao governo de Rondônia, Energisa vira vidraça na Assembleia Legislativa

A comissão de Defesa do Consumidor recebeu na manhã desta terça-feira (21) os representantes da Energisa para tratar sobre as demandas de reclamações sobre o setor elétrico e na busca por uma solução para a dívida da empresa com o estado de Rondônia. O encontro ocorreu no Plenarinho 2, da Assembleia Legislativa de Rondônia.

Inicialmente, o deputado estadual Delegado Camargo (Republicanos) cobrou uma atuação mais efetiva da Energisa no estado. “Sabemos que existe um débito astronômico da empresa com o estado no Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS. A Energisa deve R$ 1,7 bilhão ao governo e tem que buscar uma solução”, revelou.

Para a deputada estadual Cláudia de Jesus (PT), os problemas levados pelos consumidores devem ser sanados rapidamente. “Nosso papel aqui é levar os problemas à companhia e buscar soluções para a população. Essa Casa de Leis precisa levar as informações a quem tem a competência. O que queremos é a qualidade no serviço prestado ao nosso povo”, pontuou a parlamentar.

O deputado Cássio Gois (PSD) revelou que a Energisa deveria esclarecer com antecedência sobre os aumentos. “Tivemos um aumento recentemente de 22,1% na conta de energia e isso me preocupa muito pois recebemos isso já com o reajuste e sem informação alguma, mas deveria ser explicado pela companhia. O outro ponto é sobre o consumidor de Andreazza que precisa conversar com um totem para reclamação de serviços e hoje para conversar com um funcionário você precisa andar aproximadamente 50 km”, resumiu.

De acordo com o gerente administrativo da Energisa, Fernando Tupan, a Energisa tem atuado na melhoria do fornecimento da energia à população. “Hoje nós temos energia elétrica para os próximos 20 anos e uma presença maior nos 52 municípios. Atualmente, estamos 56% melhor do que antes da Energisa assumir a concessão em Rondônia”, frisou.

O deputado estadual Luizinho Goebel (PSC) apresentou uma proposta para ajudar a sanar a dívida da empresa com o governo de Rondônia. “Estaremos apresentando nos próximos dias uma proposta que pode vir a ser uma solução para a dívida da Energisa junto ao estado para que ela seja convertida na construção de hospitais em Rondônia, visto que este é um problema que atinge os nossos municípios e seria uma compensação para nossa população”, disse.

Em seguida, o Delegado Camargo cobrou uma apresentação sobre as compensações da empresa para com a sociedade. “Por que a Energisa não tem divulgado a tarifa social mediante a esse termo de concessão? Mais uma vez recebemos aqui uma apresentação de power point de uma forma muito genérica com compensação social e ambiental. Esperávamos que trouxessem aqui essas demandas para a população sobre a política tarifária adotada no estado e com atuações mais específicas em prol do povo rondoniense”, encerrou.

Ao final, a Energisa se comprometeu a apresentar as informações sobre a qualidade da energia, desligamentos ocorridos e atendimento prestado ao consumidor à comissão.

Em Brasília, Sintero representa trabalhadores rondonienses em evento da CNTE

O Sintero participou nos dias 17, 18 e 19 de março da 4ª Plenária Intercongressual Professor João Felício, organizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE). A atividade aconteceu no Centro de Convenções Ulisses Guimarães em Brasília e reuniu trabalhadoras e trabalhadores em Educação de todo país

Com o tema “Reconstruir o Brasil com as educadoras e os educadores da educação pública”, a 4ª Plenária Intercongressual teve como objetivo discutir sobre a atual conjuntura educacional, política e sindical do país, além de rever os itens do Plano de Lutas da CNTE.

A delegação do Sintero foi representada pela presidenta Lionilda Simão, a secretária-Geral, Dioneida Castoldi, a secretária de Formação, Neira Cláudia Cardoso Figueira, a diretora da Regional Norte, Adriana Cristina Medeiros, o diretor da Regional Café, Erni Jose Gottselig Junior e a conselheira fiscal do Sintero e secretária Executiva da CNTE, Claudir Mata M. de Sales.

Na programação da 4ª Plenária Intercongressual foram realizados debates, palestras e grupos de trabalho. Trabalhadores/as em Educação de Rondônia, Acre, Amapá, Roraima e Tocantins se reuniram para discutir as especificidades enfrentadas na Amazônia. Na oportunidade, debateram-se estratégias de luta com intuito de garantir o avanço no campo educacional aos povos da Amazônia.

“Entendemos que há muita luta pela frente e queremos reforçar o nosso compromisso enquanto defensores das pautas da Educação e de pautas que garantam a dignidade do povo brasileiro”, disse Lionilda Simão, presidenta do Sintero.