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24 junho 2026
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Nenhuma aposta acerta a Mega-Sena e prêmio acumula em R$ 75 milhões

As seis dezenas do concurso 2.577 da Mega-Sena foram sorteadas na noite desse sábado (25), no Espaço da Sorte, em São Paulo. Nenhuma aposta acertou os seis números: 12 – 18 – 22 – 31 – 44 – 50.

O prêmio de R$ 63.703.777, 84 acumulou. O valor estimado pela Caixa para o concurso 2.578 é R$ 75 milhões.

A quina registrou 123 acertadores; cada um vai receber R$ 46.928,10. Já a quadra teve 9.192 apostas vencedoras e vai pagar um prêmio individual de R$ 898,05.

O próximo concurso da Mega-Sena será na quarta-feira (29). As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credencias pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

A aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

Sob nova gestão, escola Shirlei Ceruti promove evento de futsal neste sábado

Sob nova gestão, tendo à frente a professora Rosilene Meleiros, a escola estadual Shirley Ceruti, de Vilhena, realizou neste sábado (25) um interlcasse com jogos de futsal e outras atividades.

Para a organizadora, professora Eugênia Mesquita, “essa é uma das atividades mais esperadas pelos alunos e a escola está abrindo as portas e possibilitando essa interação com a comunidade”, disse.

Segundo ela, o evento “foi um sucesso. Os alunos de divertiram muito e ainda ganharam pipoca durante os jogos . O diferencial foi a participação e apoio da nova direção da escola. Parabéns a todos os alunos e a equipe Shirlei Ceruti pela organização”, agradeceu a professora.

 

 

Sábado de Hard Rock no Beltra’s em Vilhena

O bom e velho rock and roll rola solto neste sábado(25) no Beltra’s Rock Bar. Com entrada franca até às 22h, o mais balado espaço alternativo da cidade terá apresentação de Mario de Cacoal e Lucas Alnoch.

O Beltra’s fica localizado à rua Carlos Sthal, bairro Jardim Eldorado (proximo ao shopping). O espaço funciona de quinta a sábado a partir das 18h.

 

 

Seduc abre processo para contratar agente de alimentação e limpeza em RO

Um processo seletivo foi aberto pela Secretaria de Estado de Educação do estado de Rondônia (Seduc) para o preenchimento de 114 vagas temporárias em diversos municípios. Os profissionais selecionados serão lotados em escolas indígenas da rede pública do estado.

As vagas de nível fundamental e médio são para técnico educacional nível I nos segmentos de agente de alimentação e agente de limpeza e conservação. Os salários são de R$ R$ 1.332,40, mais gratificações, para uma carga de trabalho de 40 horas semanais.

As inscrições abrem no dia 28 de março e seguem até 6 de abril. Elas devem ser realizadas pela internet no site da secretaria. Os candidatos devem se declarar indígenas e serem reconhecidos como membros da comunidade

Cantoras fazem o melhor do sertanejo neste sábado em Vilhena

Um time talentoso encabeçado pela experiente cantora Suzi Malachias estará se apresentando neste sábado (25), no Recanto da Praça, em Vilhena.

Na oportunidade, Suzi estará acompanhadas das artistas Thais Kuffmann e Suienne Rodoli. Elas farão o melhor do sertanejo. O evento está agendado para iniciar a partir das 17h.

STJ dá primeiro passo para prender Robinho

O ministro Superior Tribunal de Justiça (STJ) Francisco Falcão determinou nesta sexta-feira (24) que o jogador Robinho entregue seu passaporte à Justiça.

O STJ analisa um pedido do governo da Itália para que o jogador comece a cumprir no Brasil a pena de 9 anos de prisão pelo crime de estupro a que foi condenado no país europeu.

Na decisão, Falcão fixou que Robinho fica proibido de deixar o país e tem prazo de cinco dias para entregar o documento.

O ministro afirmou que, nesse tipo de caso, é importante fixar medidas para garantir eventual cumprimento da pena. Falcão citou que a retenção do passaporte é uma medida excepcional, mas se justifica porque Robinho tem recursos para deixar o país.

“O representado [Robinho] foi condenado a pena de 9 anos de prisão, por decisão transitada em julgado [sem chances de recursos] no exterior, pela prática de crime grave e de repercussão internacional, e detém condição socioeconômica que possibilita eventual evasão da jurisdição brasileira, o que autoriza a decretação da medida excepcional, com fulcro no disposto nos art. 282 e 320 do Código de Processo Penal”.

A decisão atende a um pedido do Ministério Público Federal e foi tomada após a defesa do jogador informar ao tribunal que ele desejava fazer a remessa do documento espontaneamente e sugerir a entrega para a PF em Santos.

Em fevereiro, o governo italiano pediu a homologação da decisão da Justiça do país – o que permitiria que Robinho cumprisse a pena no Brasil. O procedimento precisa ser avaliado pelo STJ.

Antes, o país europeu já tinha pedido a extradição do jogador – ou seja, que Robinho fosse enviado à Itália para cumprir pena lá. O pedido foi negado pelo governo brasileiro porque, pela Constituição, o Brasil não entrega brasileiros natos a outros países.

Nesta semana, o ministro negou um pedido dos advogados do jogador para que o governo da Itália tivesse que apresentar cópia integral traduzida do processo — essa medida arrastaria a análise da ação pelo STJ.

“Entretanto, conforme consta da sentença submetida à homologação, o interessado foi regularmente representado por advogado por ele constituído, inexistindo razão para que se presuma, sem qualquer indicação precisa e objetiva, haver irregularidade no procedimento estrangeiro”, escreveu o ministro.

Estupro na Itália.
Segundo a denúncia, o crime de violência sexual em grupo ocorreu em 2013, quando Robinho era um dos principais jogadores do Milan, clube de Milão, na Itália.

Nove anos após o caso, em 19 de janeiro de 2022, a justiça daquele país o condenou em última instância a cumprir a pena estabelecida.

Robinho foi sentenciado por estuprar, junto com outros cinco homens, uma mulher albanesa em uma boate em Milão.

A vítima, de acordo com as investigações, estava inconsciente devido ao grande consumo de álcool. Os condenados alegam que a relação foi consensual.

G1

Conjur, maior site jurídico do País, comprova armação de Moro no caso PCC

Por Sérgio Rodas, do Conjur – A Justiça Federal do Paraná não é competente para conduzir a investigação sobre o suposto plano para sequestrar o senador Sergio Moro (União Brasil-PR). Como os delitos em averiguação não seriam praticados devido ao fato de ele ser parlamentar, nem em detrimento de bens, serviços ou interesse da União, o processo cabe à Justiça estadual.

E sequer cabe à Justiça paranaense, mas à paulista. Afinal, foi ela que iniciou a apuração. E os primeiros atos preparatórios para colocar o eventual projeto em prática foram praticados por integrantes do Primeiro Comando da Capital em cidades de São Paulo.

O processo que apura o suposto plano para sequestrar Moro está correndo na 9ª Vara Federal de Curitiba. A assessoria de imprensa da Justiça Federal do Paraná afirmou à revista eletrônica Consultor Jurídico que a competência é federal, e não estadual, porque a vítima é senador. O órgão citou a Súmula 147 do Superior Tribunal de Justiça. A norma estabelece que “compete à Justiça Federal processar e julgar os crimes praticados contra funcionário público federal, quando relacionados com o exercício da função”.

Além disso, a assessoria de imprensa sustentou que a investigação tramita em Curitiba por ser o local onde Moro reside e onde o suposto sequestro seria colocado em prática. Os primeiros atos de execução do tal plano ocorreram em dezembro de 2022, quando ele já tinha sido eleito, mas não empossado.

Porém, o fato de Moro ser senador ou ter sido ministro da Justiça — cargo no qual tomou medidas que desagradaram ao PCC, segundo a juíza Gabriela Hardt — não atrai a competência da Justiça Federal, afirma Afrânio Silva Jardim, professor aposentado de Direito Processual Penal da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Ele afirma que o fato de a vítima de crime contra a pessoa — como sequestro ou eventual homicídio, delitos que supostamente poderiam ser praticados contra Moro — ser funcionário público não é hipótese de atribuição do caso a juízes federais, conforme a Constituição.

O artigo 109, IV, da Carta Magna estabelece que compete à Justiça Federal processar e julgar os crimes políticos e as infrações penais praticadas em detrimento de bens, serviços ou interesse da União ou de suas entidades autárquicas ou empresas públicas, excluídas as contravenções e ressalvada a competência da Justiça Militar e da Justiça Eleitoral.

Jardim destaca que, no caso de sequestro, tentativa de sequestro ou homicídio, não houve início da execução. E levantar aspectos do cotidiano da eventual vítima não caracteriza começo da consumação do delito. De qualquer forma, seriam crimes praticados contra Sergio Moro pessoa física, não em detrimento de bens, serviços ou interesse da União ou de suas entidades autárquicas ou empresas públicas. Portanto, a competência é da Justiça estadual, não da federal, opina o professor.

Se há um delito que já estava sendo praticado, destaca ele, é o de pertencimento a organização criminosa — que é de mera conduta e não tem vítima. Portanto, o fato de Moro ser senador e ter sido ministro da Justiça novamente não torna a Justiça Federal competente para conduzir a investigação.

Nessa mesma linha, Aury Lopes Jr., professor de Direito Processual Penal da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, afirma que não é o caso de aplicação da Súmula 147 do STJ.

“A competência da Justiça Federal seria atraída se o crime fosse praticado contra servidor público no exercício das funções. Tem de ter atualidade do exercício. Ele (Moro) é senador hoje, mas os crimes não têm qualquer relação com isso. Não vejo justificativa para incidência da súmula, tampouco para competência federal. Inclusive, todas as restrições que o STF estabeleceu — na Questão de Ordem na Ação Penal 937 — precisam ser consideradas nessa discussão. Se um crime praticado pelo servidor, após a cessação da prerrogativa, não atrai a atuação do tribunal (ou seja, não tem prerrogativa alguma), isso também se aplica no sentido inverso”, avalia Lopes Jr, que é colunista da ConJur.

No caso citado pelo professor, julgado em 2018, o Plenário do STF restringiu o alcance do foro por prerrogativa de função. Para os ministros, parlamentares só têm foro especial se os fatos imputados a eles ocorrerem durante o mandato, em função do cargo. No caso de delitos praticados anteriormente a isso, o parlamentar deve ser processado pela primeira instância da Justiça, como qualquer cidadão. Com o fim do mandato, também acaba o foro privilegiado, fixou a corte.

Paraná ou São Paulo?

A investigação começou na Justiça estadual de São Paulo, estado onde os atos preparatórios para o suposto plano do PCC se iniciaram. Posteriormente, a parte que envolvia Sergio Moro foi cindida e enviada para a Justiça Federal do Paraná.

Se os atos preparatórios para o suposto plano se iniciaram em São Paulo, e a maioria das prisões e buscas e apreensões foi feita nesse estado, o caso deveria correr na Justiça estadual paulista.

Afrânio Silva Jardim menciona que, se a organização criminosa — o PCC — é sediada em São Paulo e começou a planejar o suposto sequestro em cidades paulistas, a competência é da Justiça estadual.

Com relação ao lugar, a competência é definida em função do crime mais grave, cita Aury Lopes Jr.. O suposto plano do PCC envolveria não apenas ataques a Moro, mas também ao promotor do Ministério Público de São Paulo Lincoln Gakiya. Ou seja, crimes de igual gravidade. Aí vale a regra da prevenção, segundo o professor. Assim, o processo deveria permanecer onde foi iniciado — na Justiça estadual de São Paulo, onde continua tramitando a apuração envolvendo o promotor.

PM morre vítima de AVC em Vilhena

O policial militar da reserva Daniel da Silva Furtado, de 51 anos, morreu na noite de quinta-feira, 23, após passar mal em casa e ser levado ao Hospital Regional de Vilhena.

De acordo com informações apuradas pela reportagem, Daniel sentiu fortes dores no abdômen e foi levado ao hospital, após exames foi constatado que o fígado e pulmão estavam comprometidos, além de um coágulo no cérebro e os rins parando de funcionar.

Daniel não resistiu e morreu por volta das 22h30 de quinta-feira, 23. O laudo médico aponta como causa da morte Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Governo federal reajusta salários de servidores públicos em 9%

Real Moeda brasileira

Os servidores do Poder Executivo Federal vão ter os salários reajustados, de forma linear, em 9%. O auxílio-alimentação teve aumento de 43,6%, equivalente a R$ 200, passando dos atuais R$ 458 para R$ 658. Os aumentos começam a valer em 1º de maio, no Dia do Trabalhador.

O termo do acordo (nº 1/2023) foi assinado em evento, na manhã desta sexta-feira (24), em Brasília, após os servidores federais aceitarem proposta de reajuste, no dia 17.

A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, explicou o motivo do reajuste do auxílio-alimentação não ser ainda maior.

“No caso do auxílio alimentação, existe uma trava na Lei de Diretrizes Orçamentárias, onde só pode reajustar um valor considerando a inflação acumulada. A gente sabe que ainda existe uma defasagem em relação aos demais poderes, mas é um momento significativo para quem está há muito tempo sem reajuste no benefício. É um dinheiro que chega, principalmente, para quem ganha menos.”

O custo estimado dos reajustes aos cofres públicos será de R$ 11,2 bilhões e, para garantir o pagamento dos reajustes, o governo federal enviará um projeto de lei ao Congresso Nacional para alterar o Orçamento Geral da União de 2023. O secretário de Gestão de Pessoas e Relações do Trabalho, Sérgio Mendonça, relembrou a negociação.

O secretário-geral da Presidência da República, Márcio Macêdo, celebrou a volta do funcionamento da Mesa Nacional de Negociação Permanente, fechada em 2016.

“São seis anos de ausência completa de diálogo e de negociação. O novo momento vai exigir de nós muita responsabilidade, paciência, diálogo para cumprirmos a nossa missão de reconstruir o país”.

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, também servidora de carreira, participou do evento hoje. Ela destacou que as mulheres representam 70% dos servidores do setor da saúde e defendeu, ainda, a discussão do pagamento do Piso Nacional de Enfermagem para enfermeiros e técnicos de enfermagem.

Estudantes de Medicina são presos em Rondônia

Médicos chegam ao local de prova para a segunda etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2020, em Brasília.

Um jovem de 22 anos foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. Junto com ele a polícia encontrou três estudantes de medicina que estavam na boca de fumo para comprar entorpecentes, segundo a polícia. O caso aconteceu em Porto Velho, segundo informa o G1.

De acordo com o boletim de ocorrência, o flagrante ocorreu durante a Operação Máximo da Polícia Militar (PM). Na patrulha os agentes viram um carro prata estacionado na frente de uma casa. Segundos depois viram um homem saindo da casa e entregando algo para pessoas que estavam no carro.

Porém, quando o homem viu a viatura da polícia tentou rapidamente entrar no carro, que por sua vez teria tentado arrancar pela via mesmo com a porta aberta, segundo os policiais.

Por causa dessa atitude suspeita os agentes decidiram abordar o grupo. Durante a abordagem um dos passageiros jogou um envelope pela janela do carro. Quando os policiais checaram, descobriram que eram 10 porções de maconha. Os agentes também entraram na residência. No local encontraram cocaína e apetrechos para comercialização de drogas.

Quando perguntados, os ocupantes do veículo confirmaram que estavam no local apenas para comprar drogas, mas não conseguiram por causa da chegada da polícia. Eles são estudantes de medicina.

Após o flagrante foi dada voz de prisão ao traficante e os compradores também foram encaminhados à Central de Flagrantes na condição de testemunhas.

Operação Máximo

 

A operação foi deflagrada neste mês. Os policiais militares fazem barreiras e pontos de bloqueio, com blitzes, em áreas consideradas de maior risco e alto índice de violência.

Segundo balanço divulgado pela Polícia Militar e Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), até a primeira quinzena do mês, mais de 800 veículos foram fiscalizados e cerca de 700 pessoas abordadas.