O candidato ao Governo de Rondônia pelo PSD, Adailton Fúria, protagonizou um momento de tensão durante o debate da Rema TV ao responder a uma pergunta feita pelo adversário Samuel Costa (PSB). Fúria insinuou que o candidato poderia estar recebendo recursos para fazer ataques contra sua candidatura.
A discussão começou quando Samuel questionou qual cargo o ex-senador Expedito Júnior, apontado como um dos principais articuladores da campanha de Fúria, ocuparia em um eventual governo do candidato do PSD.
Fúria considerou a pergunta sem sentido e reagiu:“Essa pergunta é sem sentido. Não sei se o senhor está recebendo algum recurso para bater na gente. Vamos parar com fake news”, afirmou.
Na sequência, o candidato explicou que tanto Expedito Júnior quanto o governador Marcos Rocha são apoiadores de sua candidatura, mas negou que tenham cargos assegurados em um eventual governo.“O Expedito e o governador Marcos Rocha são apoiadores, não terão cargos”, declarou Fúria.
Samuel Costa, porém, insistiu no questionamento e afirmou que servidores comissionados estariam sendo pressionados a participar de atividades de campanha, como balançar bandeiras em esquinas.
O candidato do PSB voltou a abordar a questão e tentou obter novamente uma resposta sobre a possível participação de Expedito Júnior em uma futura administração.
Fúria reagiu novamente, elevando o tom da discussão.“Pensa num candidato armado. Não é o eleitor fazendo perguntas. Não sei qual seu problema com o governador. É um problema espiritual”, respondeu.
O episódio marcou um dos momentos mais tensos do debate, que reuniu candidatos ao Governo de Rondônia e colocou frente a frente diferentes propostas e críticas relacionadas à atual administração estadual e aos projetos para os próximos anos.





