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1 fevereiro 2026

China se diz ‘profundamente chocada’ e condena ataque

A República Popular da China condenou de forma veemente os ataques realizados pelos Estados Unidos contra a Venezuela, ocorridos na madrugada deste sábado (3). Em declaração divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores, o país asiático classificou a operação como uma violação grave do direito internacional e um atentado à soberania venezuelana.

A resposta chinesa foi dada por um porta-voz da chancelaria durante coletiva de imprensa em Pequim, após questionamento de jornalistas sobre a ofensiva militar estadunidense e a captura do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores.

“A China está profundamente chocada e condena veementemente o uso flagrante da força pelos EUA contra um Estado soberano e o ataque ao seu presidente”, afirmou o representante do governo chinês. Ele também declarou que a ação dos EUA configura um “ato hegemônico” que ameaça a paz e a segurança da América Latina e do Caribe.

O governo chinês exortou os Estados Unidos a cessarem as agressões, respeitarem a soberania de outros países e cumprirem os princípios estabelecidos na Carta das Nações Unidas.

“A China se opõe firmemente a isso. Exortamos os EUA a respeitarem o direito internacional e os propósitos e princípios da Carta da ONU, e a cessarem as violações da soberania e da segurança de outros países”, concluiu o comunicado.

Maduro foi capturado e levado para fora do país

Segundo o próprio presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, os ataques foram realizados com sucesso e resultaram no sequestro de Nicolás Maduro, que teria sido levado para território estadunidense. A ofensiva atingiu áreas civis e militares em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, incluindo o Forte Tiuna e a base aérea de La Carlota.

O governo venezuelano decretou estado de comoção exterior, ativou o sistema de defesa integral e pediu apoio internacional. Até o início da tarde, o paradeiro oficial de Maduro e de sua esposa seguia sem confirmação por parte das autoridades venezuelanas. (BdF)

O presidente venezuelano, Nicolas Maduro, e o presidente da China, Xi Jinping, durante encontro em Moscou, em maio de 2025

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