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7 fevereiro 2026

Vereadoras vão à Justiça contra escolas cívico-militares

 

Brasil de Fato – A Bancada Feminista do Psol, mandato coletivo na Câmara Municipal de São Paulo, protocolou nesta quinta-feira (7) uma ação contra a implementação das cívico-militares no município.

Agenda do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), o projeto de lei das escolas cívico-militares foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) em 21 de maio.

Agora, o mandato do Psol tenta impedir a adesão do município ao programa com um pedido liminar para que a Justiça determine ao prefeito Ricardo Nunes (MDB) o impedimento de aderir ao projeto.

De acordo com a ação protocolada, o projeto “possui diversos vícios de legalidade”, como a não observância dos artigos 22 e 206 da Constituição Federal, que estabelecem à União a competência de legislar sobre as bases da educação nacional e que dita quais são essas bases. A ação também defende que o programa vai contra o artigo 19 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDBE) ao instituir modelo de ensino ideológico na rede pública de ensino.

“Temos um posicionamento contrário à implementação aqui na cidade de São Paulo do modelo de escola cívico-militar, que prevê a gestão compartilhada entre a Secretaria Municipal de Educação e a Secretaria de Segurança Pública, com a proposta de fazer com que militares aposentados ou reformados façam parte da gestão escolar e fiquem com a parte de administração e disciplina”, afirmou a covereadora Silvia Ferraro, do mandato coletivo, ao Brasil de Fato.

“Para nós, isso é uma incoerência com o projeto pedagógico do próprio município. E inclusive esse programa não está respaldado na Constituição e não está respaldado nas leis que regem a educação do país, como a LDBE. E aqui no município também é incompatível com o currículo da cidade, com as diretrizes da educação municipal. Então, por conta disso, nós entramos com uma medida preventiva em forma de liminar para que o prefeito seja impedido de aderir ao programa de escola cívico-militar.”

A Procuradoria Geral do Município (PGM), em nota, informou que não foi comunicada da ação mencionada e, caso seja acionada, apresentará todas as informações necessárias em juízo.

Brasil de Fato solicitou um posicionamento para a Prefeitura de São Paulo, mas ainda não houve um retorno. O espaço está aberto para pronunciamentos.

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