A crescente demanda por canetas emagrecedoras, como Ozempic e Mounjaro, impulsionou as importações desses medicamentos no Brasil, com um salto de 88% em um ano. Em 2025, o país gastou US$ 1,669 bilhão (cerca de R$ 9 bilhões) na compra desses tratamentos, superando itens tradicionais, como celulares e azeite de oliva.
A Dinamarca, produtora do Ozempic, continua a liderar as importações, mas os Estados Unidos, com o Mounjaro, estão ganhando espaço. As importações de produtos americanos cresceram 992% no ano passado, enquanto as do outro país aumentaram 7%.
O mercado de canetas emagrecedoras parece ter um grande potencial de expansão. De acordo com o Itaú BBA, a projeção é que o setor cresça de US$ 1,8 bilhão para US$ 9 bilhões (R$ 50 bilhões) até 2030.
A tendência é de que a demanda continue a aumentar, especialmente com a quebra da patente do Ozempic, o que permitirá a entrada de genéricos e, consequentemente, a redução de preços.






