Com o nome em ascensão e cada vez mais presente no cenário político estadual, o vice-governador Sérgio Gonçalves (União Brasil) denunciou a existência de um movimento articulado por adversários para isolá-lo dentro do próprio governo, numa tentativa de desestabilizar sua pré-campanha legítima ao governo de Rondônia em 2026.
A revelação foi feita em entrevista a uma emissora de rádio de Porto Velho, quando Gonçalves apontou a atuação de “forças ocultas” nos bastidores do Palácio Rio Madeira, interessadas em enfraquecer sua projeção política.
De acordo com o vice-governador, essas articulações não contam com o aval do governador Marcos Rocha, a quem reafirmou lealdade. Gonçalves reforçou que seguirá apoiando Rocha em sua pré-candidatura ao Senado em 2026, mas reconheceu que o fortalecimento de seu nome como pré-candidato ao governo tem incomodado setores de influência ligados à máquina administrativa.
Crescimento político
Bem avaliado em pesquisas de opinião e com forte carisma junto à comunidade, Sérgio Gonçalves tem conquistado apoio em várias regiões do estado. Seu discurso, voltado ao municipalismo, eficiência na gestão pública e valorização dos servidores, tem ampliado a confiança de lideranças políticas e de segmentos sociais.
Sucessão em 2025
Outro fator que aumenta o protagonismo do vice é a proximidade da sucessão. Gonçalves assumirá oficialmente o comando do Executivo estadual em abril de 2025, quando o governador Marcos Rocha deixará o cargo para concorrer ao Senado. Essa condição garante ao vice uma vitrine política ainda maior em meio ao processo eleitoral.
Disputa interna
A denúncia das supostas “forças ocultas” escancarou fissuras na base governista e repercutiu fortemente entre lideranças da capital e do interior. O movimento de bastidores revela a disputa acirrada pela sucessão de 2026 e confirma o papel de Sérgio Gonçalves como protagonista central da política rondoniense nos próximos meses.






