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Porto Velho
1 fevereiro 2026

Operação mira facções criminosas em Rondônia

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de Rondônia (MPRO), em parceria com as Polícias Militar e Civil, deflagrou na manhã desta terça-feira (18) a Operação Red Ignis, com o objetivo de cumprir mandados de prisão, internação provisória de adolescente e busca e apreensão. As ordens foram expedidas pelos Juízos da 4ª Vara Criminal e da Vara Infracional e de Execução de Medidas Socioeducativas de Porto Velho.

Operação do MP e policiais desencadeiam operação contra responsáveis por ataques criminosos na capital

A investigação apura a autoria intelectual e direta dos ataques a bens e instituições públicas e privadas ocorridos em janeiro de 2025. Os atos foram supostamente realizados como retaliação de facções criminosas contra a atuação incisiva das forças de segurança no combate ao crime organizado, especialmente nas operações de retomada e ocupação de conjuntos habitacionais dominados por criminosos na capital do estado.

A ação visa cumprir 5 mandados de prisão temporária, 1 de internação provisória de adolescente e 13 de busca e apreensão, todos na cidade de Porto Velho.

A Operação Red Ignis é resultado de uma investigação conduzida pelo Núcleo de Enfrentamento aos Crimes Cometidos por Facções Criminosas (Nufac) do Gaeco, com o apoio da Força-Tarefa Integrada de Combate ao Crime Organizado de Rondônia (FTICCO).

Cerca de 100 agentes de segurança participam da operação, incluindo integrantes do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), Batalhão de Policiamento Tático de Ação e Reação (BPTAR), Batalhão de Choque (BPChoque), Batalhão da Polícia de Fronteiras e Divisas (BPFRON) e do Centro de Inteligência (CI) da Polícia Militar de Rondônia (PMRO), além de policiais civis da Delegacia Especializada na Apuração de Atos Infracionais (DEAAI).

O nome da operação, que significa “fogo vermelho” em latim, faz referência aos incêndios e explosões promovidos por supostos membros de facções criminosas como forma de represália às ações das forças de segurança pública em condomínios residenciais populares da capital.

A operação segue em andamento, e mais informações poderão ser divulgadas ao longo do dia.

Com informações do MP

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