O Sintero Regional Apidiá, que representa os trabalhadores em educação dos municípios de Pimenta Bueno, Primavera de Rondônia, São Felipe, Parecis e Espigão do Oeste, está mobilizado para participar da paralisação estadual que acontece no dia 25 de março, em Porto Velho, com ato público e reunião na Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO) e governo do Estado.
De acordo com o diretor da regional, Sandro Garcia, a mobilização tem como objetivo pressionar o governo a avançar nas pautas de valorização dos servidores da educação, que incluem técnicos e professores, ativos e aposentados. “É um movimento legítimo e necessário para garantir os direitos da categoria. Vamos lutar por reajustes justos e pela correção de distorções históricas”, afirmou o dirigente.
A caravana, organizada pela Regional Apidiá, conta com 40 vagas disponíveis, e a saída está marcada para segunda-feira (24), às 21h, em Pimenta Bueno. Os interessados em participar devem entrar em contato com a secretária Paloma Jheime, pelo telefone (69) 99955-9254.
Entre as principais reivindicações da categoria, estão: Titularidade: aumento na porcentagem de incentivo para profissionais com pós-graduação, mestrado e doutorado; Auxílio-alimentação: reajuste do valor que está congelado desde 2016. A proposta do sindicato é um mínimo de R$ 1.000,00, com correção anual pelo IPCA; Auxílio-transporte: adequação do benefício conforme a jornada de trabalho de cada servidor, respeitando o Plano de Valorização 2025; Equiparação salarial dos técnicos (Níveis I e II): reivindicação por valorização equitativa, já que ambos desempenham funções semelhantes; Tabela de progressão: correção nas progressões de professores e técnicos, garantindo o cumprimento da legislação vigente; Criação de Lei Estadual: para assegurar aos técnicos educacionais o mesmo percentual de reajuste do piso do magistério.
Segundo Sandro, a paralisação contará com representações de todas as regionais do Sintero em Rondônia, reforçando a unidade e a força do movimento. “A expectativa é de que o ato em Porto Velho pressione o governo estadual a abrir diálogo efetivo e atender as demandas da categoria”, informou o dirigente da Regional Apediá.