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12 fevereiro 2026

PF encontra R$ 3,2 milhões em sacos de lixo ao investigar esquema de propina em Roraima

Em uma operação realizada na noite de quinta-feira, 17, a Polícia Federal (PF) descobriu e apreendeu a quantia de R$ 3,2 milhões em notas de R$ 50 e R$ 100, meticulosamente acondicionadas em sacos de lixo, em um imóvel situado em Boa Vista, capital de Roraima, informou o jornal O Estado de S.Paulo. As investigações indicam que esse montante estava vinculado a um esquema de propina relacionado à Universidade Estadual de Roraima (UERR). Segundo as autoridades, o dinheiro foi encontrado na residência do irmão de um empresário cuja firma de engenharia recentemente ganhou uma licitação para prestar serviços à UERR. Essa licitação estava avaliada em R$ 16 milhões, levantando suspeitas de irregularidades e corrupção. As identidades dos envolvidos não foram reveladas até o momento.

A PF, munida de informações sobre um possível saque vultoso na cidade, obteve uma ordem judicial de busca e apreensão emitida pela Vara de Organizações Criminosas da Justiça de Roraima. Essa operação visava não apenas o imóvel onde o dinheiro foi encontrado, mas também a empresa que venceu a licitação e a residência do irmão do proprietário da empresa. Além das notas cuidadosamente escondidas atrás de telhas, foram encontrados e apreendidos celulares, documentos diversos e cerca de 5 mil litros de querosene armazenados em recipientes conhecidos como carotes. A presença desse combustível levanta suspeitas de possível envolvimento do dono da residência com atividades de mineração ilegal em terras indígenas, já que o querosene é utilizado como combustível em pequenas aeronaves usadas em garimpos.

A UERR, envolvida indiretamente no caso devido à licitação suspeita, divulgou uma declaração afirmando que até o momento não recebeu nenhuma comunicação oficial da Polícia Federal ou da Justiça em relação às informações divulgadas. No entanto, a instituição se colocou à disposição para colaborar com as investigações e esclarecer todos os fatos visando a preservação do interesse público. As investigações da PF prosseguem no intuito de identificar os destinatários finais dos valores apreendidos e esclarecer a total extensão do esquema de corrupção.

 

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