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14 maio 2026

Sem base científica, deputada rondoniense quer desobrigar vacinação de crianças contra a Covid

Sem explicação científica, com base na ciência, a deputada Dra. Taissa Sousa (PSC) apresentou um projeto de lei que busca retirar a obrigatoriedade da vacinação contra a COVID-19 para crianças de zero a cinco anos.

Segundo sua assessoria, o texto estabelece a vedação da obrigatoriedade, transferindo a decisão para os pais, que poderão optar por vacinar ou não seus filhos. Proíbe qualquer tipo de sanção aos pais e à criança em caso de decisão contrária à vacinação.

Segundo a deputada, “este projeto visa garantir aos pais a autonomia na decisão sobre a vacinação de seus filhos, respeitando a diversidade de opiniões e levando em consideração as particularidades de cada família.”

O PL também determina que instituições de saúde, públicas ou privadas, devem promover o amplo direito à informação aos pais, obtendo consentimento por meio de termo específico.

Ressalta que a lei não interfere nos direitos e garantias assegurados às crianças, conforme a Lei n° 8.069, de 13 de julho de 1990, buscando apenas considerar as peculiaridades da faixa etária, histórico pessoal e compreensão dos riscos.

A proposta busca abrir espaço para que os responsáveis possam decidir de acordo com suas convicções, levando em consideração a complexidade das decisões envolvendo a saúde infantil.

Outro lado

O ano começou com a vacina contra Covid-19 sendo incluída no Programa Nacional de Imunizações, para pequenos de seis meses a menores de cinco anos de idade. Além disso, o Ministério da Saúde passou a recomendar uma dose anual ou semestral para os grupos prioritários a partir dos cinco anos.

Com essa medida, a pasta objetiva ampliar a cobertura vacinal e, dessa forma, diminuir o número de crianças infectadas pelo coronavírus. A expectativa é de que aconteça um aumento assim como se observou em 2023 com outros imunizantes: segundo dados preliminares, o país reverteu a tendência dos anos anteriores, registrando um crescimento da vacinação infantil,  embora os números ainda estejam abaixo do mínimo necessário.

Vale lembrar que a vacina pode ser aplicada junto das outras estipuladas pelo Calendário Infantil para cada faixa etária.

Esquema vacinal da Covid-19 para crianças
De 6 meses até 5 anos incompletos

A recomendação do Ministério da Saúde é de que os bebês recebam a vacina em três doses: aos 6, 7 e 9 meses de vida.

Caso a criança não seja imunizada nesse período, ainda pode ser vacinada com o mesmo esquema até os 4 anos, 11 meses e 29 dias – é preciso apenas respeitar os intervalos mínimos (quatro semanas entre a primeira e a segunda dose; oito semanas entre a segunda e a terceira).

Nessa faixa etária, a vacina aplicada deve ser a Pfizer pediátrica de tampa vinho  (a chamada “Pfizer Baby”).

De 5 a 11 anos (ainda não vacinadas)

Crianças que têm de 5 a 11 anos devem receber duas doses com intervalo de oito semanas entre elas e mais uma dose de reforço, depois de quatro meses. Para essa faixa, a vacina aplicada é a Pfizer pediátrica de tampa laranja (a chamada “Pfizer Ped”).

12 anos ou mais  (ainda não vacinadas)

A partir dos 12 anos, a imunização é feita em duas doses com intervalo de oito semanas, com a Pfizer bivalente de tampa cinza, e mais um reforço depois de quatro meses.

Reforço anual

A partir de 2024, crianças com 5 anos ou mais que fazem parte dos grupos prioritários deverão receber uma dose de reforço anual da vacina bivalente. Entre esses grupos, estão os imunocomprometidos, com comorbidades e deficiência permanente.

Com informações da assessoria da deputada e do Ministério da Saúde

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