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Porto Velho
3 fevereiro 2026

Morte de PM agrava crise na segurança pública rondoniense

Uma tragédia e um alerta sobre a necessidade da troca do comando da polícia em Rondônia, assim o presidente da ASSFAPOM, entidade que representa os praças da Polícia Militar em Rondônia, recebeu a notícia da covarde execução do Cabo Fábio Martins Andrade, de apenas 38 anos.

De acordo com Jesuíno, os praças da PM/RO que atuam no combate ao crime em Porto Velho estão sendo entregues como ovelhas ao matadouro por líderes e comandantes que se preocupam apenas com mídia e promoção de sua própria imagem.

“A morte desse irmão de farda me causa uma indignação, o senhor governador deve analisar as pessoas que estão à frente da segurança pública, se não está dando certo, faz a troca, ninguém vive de promessa. O ano eleitoral é ano que vem, agora é uma situação séria, onde inocentes estão morrendo, a gente pede uma medida urgente do senhor governador”, falou Jesuíno Boabaid.

O presidente da ASSFAPOM ainda relatou que não concorda com os investimentos milionários nos totens de segurança pública espalhados pela cidade, que, de acordo com ele, é um investimento alto que deveria ser revertido para a valorização dos policiais.

“São milhões para esses totens e não tem resultado, a polícia precisa ser eficiente, faz uma operação e depois volta a criminalidade a tomar conta do município. Este combate ao crime que se instalou no município de Porto Velho tem que ser tratado de todas as formas de maneira mais eficaz, chega de balela”, garantiu Jesuíno Bobaid.

Para Jesuíno Boabaid, a semana começou enlutada para todos os policiais rondonienses, que vêm cada dia mais sentindo o peso de esta na ponta de defesa da sociedade, que vem a cada dia sendo oprimida pela bandidagem.
“Desejo meus pêsames à família do nosso irmão de farda. Hoje os policiais militares estão sofrendo, eu falo isso com muita tristeza, infelizmente chegamos ao patamar de estados como o Rio de Janeiro onde o policial estará com receio de andar até com a sua carteira funcional, olha o ponto que o governo permitiu que a vagabundagem tomasse conta”, relatou Jesuíno Boabaid.

Para finalizar, ele ainda garantiu que essa morte deixou bem evidente a fragilidade da segurança pública no estado de Rondônia e reforçou a necessidade da troca de comando nas forças de segurança.

“Essa morte representa a fragilidade da segurança pública em Rondônia, nós precisamos refletir, a segurança pública de Rondônia está um caos, se não tem condições de ficar à frente, peça para sair. Precisamos de uma solução, que não está acontecendo”, finalizou Jesuíno Boabaid.

Assessoria

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