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28 abril 2026

Trump não reconhece cidadania de filhos de imigrantes e começa deportação em massa

 

O recém-empossado presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, iniciou seu novo mandato com uma série de medidas que reforçam seu estilo combativo e nacionalista. Entre as ações mais controversas, estão um decreto que limita o direito à cidadania por nascimento para filhos de imigrantes, a ameaça de tarifas comerciais contra México e Canadá, e a suspensão temporária do banimento do TikTok nos EUA. As decisões, tomadas em menos de 24 horas após a posse, já estão gerando debates jurídicos, econômicos e políticos dentro e fora do país.

A decisão afeta diretamente milhares de famílias e intensifica a retórica anti-imigração, que também incluiu o envio de tropas adicionais à fronteira com o México e a declaração de emergência nacional na região.

Tarifas sobre México e Canadá – Outro movimento de grande impacto foi o anúncio de Trump de que pretende impor tarifas de até 25% sobre bens vindos do México e Canadá a partir de 1º de fevereiro. A medida, segundo ele, busca pressionar os países vizinhos a reforçarem o controle sobre migrantes indocumentados e drogas que entram nos EUA, informa o jornal O Globo.

Fim da cidadania por nascimento para filhos de imigrantes ilegais – Em uma ordem executiva assinada na noite de segunda-feira (20), segundo o Metrópoles, Trump determinou que crianças nascidas nos EUA de pais em situação irregular ou com vistos temporários não terão mais direito automático à cidadania. A medida desafia a 14ª Emenda da Constituição norte-americana, que garante esse direito a todas as pessoas nascidas no território do país. Especialistas jurídicos preveem uma série de batalhas legais para contestar o decreto.

As tarifas colocam em risco o Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá (T-MEC), que regula cerca de US$ 1,8 trilhão em comércio anual. Ambos os países prometeram retaliar, aumentando as tensões comerciais e potencialmente encarecendo veículos e peças automotivas importados, o que pode impactar consumidores americanos com um aumento médio de US$ 3 mil no preço de carros novos, segundo analistas.

TikTok: um capítulo indefinido em meio à tensão com a China – Em meio à pressão contra a imigração e os aliados comerciais, Trump surpreendeu ao conceder uma extensão de 75 dias ao TikTok, adiando a proibição do aplicativo nos EUA. A decisão busca ganhar tempo para que a ByteDance, controladora chinesa da plataforma, negocie a venda de suas operações americanas, o que Trump considera essencial para a segurança nacional, relata o jornal

As tarifas colocam em risco o Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá (T-MEC), que regula cerca de US$ 1,8 trilhão em comércio anual. Ambos os países prometeram retaliar, aumentando as tensões comerciais e potencialmente encarecendo veículos e peças automotivas importados, o que pode impactar consumidores americanos com um aumento médio de US$ 3 mil no preço de carros novos, segundo analistas.

TikTok: um capítulo indefinido em meio à tensão com a China – Em meio à pressão contra a imigração e os aliados comerciais, Trump surpreendeu ao conceder uma extensão de 75 dias ao TikTok, adiando a proibição do aplicativo nos EUA. A decisão busca ganhar tempo para que a ByteDance, controladora chinesa da plataforma, negocie a venda de suas operações americanas, o que Trump considera essencial para a segurança nacional, relata o jornal O Globo.

“O TikTok não vale nada, nada, se eu não aprová-lo. Eu poderia fazer um acordo em que os EUA obtenham 50% do TikTok, policiando um pouco, ou muito, depende deles”, afirmou o presidente, sugerindo um modelo de joint venture.

Apesar da prorrogação, Trump manteve o tom combativo contra a China, insinuando que pode usar tarifas para forçar Pequim a aceitar um acordo favorável. A situação coloca o TikTok no centro de uma disputa geopolítica mais ampla, enquanto empresas como Amazon, Oracle e até Elon Musk são apontadas como possíveis compradores.

“O TikTok não vale nada, nada, se eu não aprová-lo. Eu poderia fazer um acordo em que os EUA obtenham 50% do TikTok, policiando um pouco, ou muito, depende deles”, afirmou o presidente, sugerindo um modelo de joint venture.

Apesar da prorrogação, Trump manteve o tom combativo contra a China, insinuando que pode usar tarifas para forçar Pequim a aceitar um acordo favorável. A situação coloca o TikTok no centro de uma disputa geopolítica mais ampla, enquanto empresas como Amazon, Oracle e até Elon Musk são apontadas como possíveis compradores.

O Globo.

 

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