26 C
Porto Velho
26 agosto 2026

Agiotagem em Rondônia: polícia mira organização criminosa

O Ministério Público de Rondônia (MPRO), com apoio das Polícias Civil e Militar deflagrou, nesta quarta-feira (16), a Operação Soldados da Usura II, nas cidades de Porto Velho e Buritis, para cumprir 7 mandados de prisão preventiva, 13 de busca e apreensão, além de diversas medidas assecuratórias patrimoniais (indisponibilidade de valores, imóveis, veículos, dentre outros), que totalizam R$ 2.738.445,25, deferidas pela 1ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho.

Trata-se de uma nova etapa da Operação Soldados da Usura , inicialmente deflagrada no dia 7 de fevereiro deste ano, visando desmantelar uma organização criminosa constituída visando obter vantagens financeiras a partir da realização de empréstimos ilegais (usura) e que praticou, no mesmo contexto, crimes como extorsão, lavagem de dinheiro, estelionato e falsidade ideológica.

A Orcrim constituída tinha a função de captar “clientes”, fazer empréstimos com juros ilegais, fazer as cobranças com o uso de violência e grave ameaça (inclusive com uso de armas de fogo), seguidos de atos de expropriação patrimonial, já que, em relação a diversas vítimas, os investigados se apossaram de valores e bens que lhes pertenciam, acumulando e movimentando expressivas cifras em dinheiro e bens móveis e imóveis.

O foco dessa 2ª fase da Operação Soldados da Usura é a denominada “equipe de cobrança” da organização criminosa, responsável pelos atos mais agressivos do grupo, praticados mediante violência e grave ameaça, sobretudo nas extorsões.

Também se identificou que essa equipe de cobrança continuou atuando a mando e em benefício da liderança e outros integrantes da organização, mesmo após a prisão destes por ocasião da Operação Soldados da Usura, dando continuidade, especialmente, aos crimes de usura e extorsão.

Na operação foi empregado um efetivo total aproximado de 90 (noventa) pessoas, entre policiais militares, equipe da Corregedoria da PMRO, policiais civis, promotores de Justiça e servidores do Gaeco.

O nome atribuído à operação é referência ao modus operandi adotado pelos investigados, que empregavam força, ameaças com armas de fogo e violência física, comportando-se como uma legião de saqueadores, explorando e expropriando as vítimas para obter e acumular riqueza às custas do patrimônio alheio.

VÍDEOS: Estudante de Cacoal representará Rondônia em seletiva nacional de atletismo

Luan Vitor Scharff Barbosa, de 16 anos, será o...

Cobra cascavel é encontrada perto de casas e assusta moradores de bairro em Rondônia

Uma cobra cascavel de mais de um metro de...

Bandido leva 30 segundos para matar ciclista à luz do dia e diz que crime foi a ‘mando do diabo’

Imagens feitas por câmeras de segurança ajudaram a Polícia...

Empregos com carteira assinada crescem 106% em Ariquemes no 1º trimestre

Ariquemes registrou um crescimento de 106% nas contratações com...

Mulher é baleada dentro de carro e diz não saber de onde saiu o tiro

Uma mulher de 31 anos, Eliane P.S., 31 anos,...

Mais 250 kg de supermaconha são apreendidos em RO

Cerca de 250 kg de material com características de...

Salário mínimo deve subir para R$ 1.741 em 2027

O salário mínimo deverá subir para R$ 1.741 em...

Mulher é morta a tiros por motorista do Samu em RO

Roni Cléber da Silva Rodrigues, de 33 anos, servidor...

Influenciadora esfaqueia acusado de abusar da filha de 5 anos

A influenciadora Laryssa Campanati Pereira, de 25 anos, esfaqueou...

Candidato ao Governo é acusado de assédio sexual

Uma filiada ao PSB registrou ocorrência policial na 1ª...

Dentista pega 5 anos por transmitir HIV à companheira em RO

O dentista Jean José Dunga de Oliveira foi condenado...

Léo Simão ganha adesões e fortalece campanha

O lançamento oficial da campanha da candidata a deputada...

Sem Confúcio, esquerda fortalece apoio a Acir ao Senado

A desistência de Confúcio Moura da disputa ao Senado...