O pastor Silas Malafaia, que inicialmente reagiu de forma estridente à inclusão de seu nome no inquérito da Polícia Federal (PF) sobre a atuação golpista de Jair e Eduardo Bolsonaro – acusados de tentar envolver o governo dos Estados Unidos em assuntos internos do Brasil, inclusive na tramitação da ação penal contra o ex-presidente – mudou de tom. A valentia deu lugar ao temor de prisão, e agora ele pede orações aos fiéis.
Porta-voz informal de Bolsonaro, Malafaia sempre atuou dizendo aquilo que o ex-presidente não podia dizer publicamente. Em manifestações bolsonaristas, por exemplo, diante das medidas restritivas impostas ao ex-mandatário, cabe ao pastor evangélico fazer os ataques mais virulentos às instituições e autoridades brasileiras, especialmente ao ministro Alexandre de Moraes.
Recentemente, Malafaia chegou a afirmar, por exemplo, que teria sob sua posse vídeos com o potencial de “derrubar o STF”.






