15/09/2020 às 12h15min - Atualizada em 15/09/2020 às 12h15min

Preserve a cena: banco de Perfis Genético ajudará polícia a elucidar crimes

Com informações da assessoria

O Instituto de DNA da Polícia Técnico-Científica de Rondônia começou a integrar o Banco Nacional de Perfis Genéticos. Uma tecnologia usada para ajudar na elucidação de crimes e identificação de pessoas desaparecidas. Com isso, Rondônia também começa a compartilhar informações com laboratórios de perícia de outros estados.

As informações do banco são obtidas em locais de crimes, e de indivíduos cadastrados criminalmente. Caso alguém cometa um crime e o local do ato seja adequadamente preservado, se consegue colher vestígios corporais, analisar essa prova de DNA e fazer o cruzamento com o Banco de Dados de Perfil Genético para identificar o suspeito.

A intenção é auxiliar na conclusão de crimes, verificação de reincidências e diminuição no sentimento de impunidade, evitando condenações equivocadas.

A participação no sistema nacional deve ajudar ainda na identificação de pessoas desaparecidas, no confronto entre o perfil de restos mortais encontrados com perfil da família ou de objetos da pessoa desaparecida, por exemplo.
 

De acordo com o Ministério da Justiça, os dados são incluídos semanalmente e comparam casos criminais que estão sendo investigados pelas forças de segurança pública nos estados. Atualmente 19 laboratórios estaduais, um do Distrito Federal e um da Polícia Federal fazem parte da Rede Integrada.

A inclusão de Rondônia na Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos ocorreu por meio de um acordo de cooperação técnica entre Ministério da Justiça e Segurança Pública, Polícia Federal, Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec) e Superintendência de Polícia Técnico-Científica (Politec).

Rondônia integra Banco Nacional de Perfis Genéticos — Foto: Governo de Rondônia/Divulgação

Rondônia integra Banco Nacional de Perfis Genéticos — Foto: Governo de Rondônia/Divulgação

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