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13 maio 2026
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Candidato a estadual por Alto Alegre dos Parecis, Lula do Assentamento é destaque em site nacional

Dirigente do MST, Valceir Gomes de Lima – o Lula do Assentamento – disputa uma vaga na Assembleia Legislativa para lutar pela agricultura familiar camponesa e pela soberania alimentar

Carolina Mello – Uma reportagem sobre candidatos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) publicada na última terça-feira (23/08) no site de alcance nacional Jornalistas Livres destacou as propostas do candidato a Deputado Estadual Lula do Assentamento (PT), do município de Alto Alegre dos Parecis.

Como mostrou o veículo de comunicação, entre as propostas de Lula do Assentamento para o estado de Rondônia, estão duas medidas extremamente necessárias para combater a fome: o fortalecimento da agricultura familiar camponesa e a retomada dos programas sociais de segurança alimentar.

O combate à fome é uma das principais bandeiras do MST, que conforme a Constituição ocupa terras que não cumprem a função social para produzir alimentos através da agroecologia, uma modalidade de produção agrícola que não usa agrotóxicos, e garantir o acesso da população a alimentos saudáveis.

“O MST além de ocupar as terras e produzir alimentos saudáveis se preocupa com a maior necessidade da população que hoje passa fome”, disse Lula do Assentamento, que é dirigente estadual do MST em Rondônia e vereador eleito duas vezes.

“Políticas de fomento à agricultura familiar contribuem para o desenvolvimento da economia local e garantem a toda população o acesso a alimentos saudáveis produzidos por famílias camponesas. Nós já vimos que essa medida funciona! Tanto no Brasil quanto aqui em Rondônia temos exemplos disso”, completou o candidato a Deputado Estadual.

Morador do assentamento Che Guevara, Valceir Gomes de Lima – o Lula do Assentamento – é conhecido na região por coordenar ações sociais de distribuição de alimentos para famílias carentes, a mais recente foi o Natal Sem Fome, campanha do MST que, em 22 de dezembro de 2021, doou aproximadamente 4 toneladas de alimentos em forma de cestas básicas para o povo indígena Guajuru, do distrito de Porto Rolim de Moura do Guaporé, e para famílias de Alto Alegre dos Parecis.

Juiz “pecuarista” de Rondônia tinha contrato de arrendamento de gado em fazenda de invasor em Guajará-Mirim

Agência Pública – O magistrado do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) Hedy Carlos Soares, preso na semana passada em operação do Ministério Público do estado, se descrevia no Instagram como um homem polivalente. Juiz, professor, palestrante, escritor, motociclista, cidadão do mundo, investidor e… pecuarista. Foi a relação com essa última atividade que o levou a ser alvo, em 2019, de um processo do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por suspeita de favorecimento a um fazendeiro descrito pela Procuradoria Ambiental de Rondônia em ação judicial como um dos maiores “invasores e degradadores” do Parque Estadual Guajará-Mirim, em Nova Mamoré, a 280 km de Porto Velho. Conhecido pelo apelido de “Baiano”, o fazendeiro Erivan da Silva Teixeira já foi multado diversas vezes pela Secretaria do Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam) por desmatar ilegalmente e dificultar ações de fiscalização no local.

O CNJ arquivou o processo ainda em 2019 por entender, com base em informações fornecidas pela Corregedoria do TJRO, que não havia vínculo pessoal entre o juiz e Baiano. Portanto, Soares não teria agido com parcialidade ao decidir a favor do fazendeiro em março de 2018, quando concedeu a ele liminar para manutenção de posse de uma propriedade limítrofe ao parque, que à época era alvo de ações de fiscalização constantes da Sedam e a partir da qual Baiano invadia a unidade de conservação.

Mas a Agência Pública encontrou documento da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron) indicando que Soares mantinha acordo de arrendamento de pasto para criação de gado na mesma fazenda de Baiano já em janeiro de 2018 — ou seja, antes da decisão que motivou a abertura do processo.

O Parque Estadual Guajará-Mirim tem sofrido um aumento das invasões nos últimos anos, segundo o Ministério Público de Rondônia, e sido palco de atentados a fiscais da Sedam e a policiais militares — em dezembro do ano passado, um servidor da Sedam chegou a ser baleado durante uma ação. A unidade de conservação — que integra um corredor ecológico e faz divisa com as Terras Indígenas Karipuna, Uru-Eu-Wau-Wau e Igarapé Lage — teve sua área reduzida em 22% por uma lei proposta pelo governador Marcos Rocha (União Brasil) e aprovada a toque de caixa pela Assembleia Legislativa do estado em maio do ano passado. Meses depois, em novembro, a Justiça a considerou inconstitucional e anulou sua validade, mas as invasões persistem e operações de fiscalização continuam sendo feitas para combatê-las.

Flagrado saindo da fazenda de invasor

No feriado de 7 de setembro de 2018, policiais militares flagraram Hedy Carlos Soares saindo da fazenda Cantão, de Baiano, em sua caminhonete Hilux. Apenas 17 dias antes, em 21 de agosto, ele havia decidido a favor do fazendeiro, mantendo uma liminar concedida inicialmente em março para manutenção de sua posse sobre a mesma propriedade, cujos fundos fazem divisa com o Parque Estadual Guajará-Mirim, e para que a Sedam fosse impedida de cometer ali novas “turbações”.

Os agentes da secretaria vinham reprimindo infrações ambientais de Baiano tanto no interior do imóvel quanto nos seus arredores, em áreas dentro do parque, onde constataram que ele havia desmatado 776 hectares (ou 776 campos de futebol) de 2015 a 2017. Essas ações de fiscalização resultaram em multas cujos valores, somados, ultrapassavam R$10,3 milhões. Segundo documentos que a Pública consultou, a Polícia Militar considerava Baiano e seus irmãos parte de um grupo de latifundiários donos de propriedades limítrofes ao parque que incentivava grileiros, em sua maioria trabalhadores pobres, a ocupá-lo para que posteriormente se beneficiassem das invasões.

Entre dezembro de 2017 e janeiro de 2018, a Sedam destruiu por duas vezes cercas de Baiano que estavam dentro do parque, o que o motivou a entrar na Justiça em fevereiro de 2018 contra a secretaria — foi então que Hedy Carlos Soares decidiu a seu favor pela primeira vez, em março. De acordo com relatórios analisados pela reportagem, a decisão teria dado fôlego ao movimento de grileiros e contribuído para aumentar a quantidade de invasores no parque, pois gerou neles a “falsa sensação de legalidade da invasão” e lhes deu a impressão de que poderiam também ter seus pedidos atendidos pelo Judiciário.

O flagra do juiz deixando a propriedade de Baiano foi a razão do processo contra ele primeiro na Corregedoria do TJRO e depois no CNJ. Soares se defendeu alegando não possuir relação comercial com o fazendeiro, mas que esse era o caso de um primo seu que vivia nos Estados Unidos e mantinha com Baiano um contrato de parceria pecuária para engorda. Segundo Soares, no dia em que foi abordado pelos policiais ao sair da fazenda Cantão, ele havia levado a esposa de seu primo ao local para verificar o andamento do contrato e a condição do rebanho. Além disso, apresentou documentos mostrando que, à época, tinha parceria para engorda de gado com outro proprietário rural, e não com Baiano.

A Corregedoria do TJRO concluiu, com base nessas informações, que o juiz não havia cometido infração disciplinar e arquivou o procedimento. Posteriormente, o CNJ abriu seu próprio processo — como é de praxe quando a corregedoria estadual comunica, por exemplo, o arquivamento de sindicância contra algum de seus magistrados — e confirmou a posição do tribunal de Rondônia, decidindo pelo arquivamento em maio de 2019.

No entanto, um comprovante de cadastro de exploração pecuária emitido pela Idaron, a que a Pública teve acesso, indica que, em 31 janeiro de 2018, Hedy Carlos Soares cadastrou em seu nome na agência uma ficha de bovídeos a serem criados em 121 hectares de pasto da fazenda Cantão — o juiz aparece na qualidade de “arrendatário” do imóvel. De acordo com informações da Idaron, para que seja gerado um cadastro de exploração agropecuária em favor do arrendatário de um estabelecimento rural, deve ser apresentado o “contrato formalizado entre as partes (o responsável pelo estabelecimento agropecuário e o produtor), devidamente assinado”. No documento, consta que o contrato de arrendamento entre Soares e Baiano terminaria em 2 de janeiro de 2020 — hoje, o cadastro de exploração pecuária do juiz na fazenda Cantão aparece como “inativo” no site da agência.

Em resposta aos questionamentos da reportagem, a defesa do juiz informou que não teve acesso às informações citadas e irá se manifestar nos autos do processo que determinou sua prisão. Baiano foi contatado por sete números telefônicos, todos inativos, e não retornou o pedido de posicionamento enviado via rede social.

Também procurados, CNJ e TJRO não se manifestaram até a publicação do texto.

Juiz já foi advertido por usar arma de fogo em local público

A prisão preventiva de Soares, que atuava na comarca de Buritis (cerca de 320 km de Porto Velho), no último dia 17, não tem relação com o processo do CNJ: resulta de um inquérito ainda em curso que tramita sob sigilo judicial, no qual é acusado de liderar uma organização criminosa formada por ele, uma advogada, dois policiais civis de São Paulo e um suposto laranja para cometer crimes na região, de acordo com o site Painel Político, que teve acesso ao processo.

A investigação teria começado da denúncia de uma mulher que alega ter sido extorquida com o marido para que transferissem todos os seus bens para o nome do laranja do magistrado. Ainda conforme informações da imprensa de Rondônia, ele foi preso no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, quando estava prestes a embarcar para os Estados Unidos, onde mora a sua família. Por conta do processo, Soares foi afastado da função por 180 dias, comunicou o TJRO à reportagem.

Antes dessa investigação e dos processos instaurados para apurar se havia favorecido Erivan da Silva Teixeira em 2018, Soares foi alvo de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) pelo qual recebeu advertência por ter sacado sua arma de fogo em local público. À época, em 2015, o portal Tudo Rondônia noticiou a decisão que determinou a punição.

No acórdão, consta que o juiz teria tentado se defender de um lutador de artes marciais, o que o tribunal considerou como ato de defesa “legítima e proporcional”. Ainda assim, a advertência foi aplicada.

De acordo com a decisão, o “juiz deve ser o espelho da sociedade a que está jurisdicionalmente integrado. Se sua conduta, seja pessoal, seja profissional, revela-se anômala, forçosamente irá repercutir negativamente no meio em que vive e atua, debilitando o seu conceito e, por extensão, tornando vulnerável o próprio Poder Judiciário”. Considerou-se que houve “negligência do magistrado na condução dos deveres inerentes ao cargo que exerce” e que a “penalidade de advertência” era suficiente para puni-lo.

Anna Beatriz Anjos

MPF de Rondônia investiga possível favorecimento em concurso para professor da UNIR

O procurador da República Raphael Luis Pereira Bevilaqua, membro do Ministério Público Federal de Rondônia (MPF/RO), deflagrou inquérito civil público.

O inquérito vai investigar suposta violação “às regras do Concurso Público de Provas e Títulos para o provimento do cargo de Professor de Magistério Superior”.

O certame está ligado ao Edital 1/GR/UNIR, de 30 de julho de 2021, na área de Geografia Urbana/Política.

Bevilaqua considera ainda em seu feito que a eventual transgressão editalícia  “consistiu em favorecimento pessoal a alguns candidatos […]”.

Há um despacho anexo às deliberações – não publicado no Diário Oficial do órgão –, já determinando diligências sobre o caso.

TSE reafirma proibição de uso de celular em cabine de votação

Os eleitores devem deixar o celular com os mesários antes de votar e o aparelho deve ser entregue junto com o documento de identificação. A decisão foi tomada pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na sessão administrativa desta quinta-feira (25) ao analisar uma consulta formulada pelo  União Brasil (União). O objetivo é garantir o sigilo do voto previsto na Constituição Federal, além de evitar eventuais coações aos próprios eleitores. A mesma regra vale para outros equipamentos como máquinas fotográficas, por exemplo.

 

A decisão foi unânime e seguiu o voto do relator, ministro Sérgio Banhos. Na próxima sessão administrativa, marcada para terça-feira (30), o plenário deve incluir a regra em um novo texto da resolução que está em vigor para as Eleições 2022.

O objetivo é complementar a determinação que já consta da Lei das Eleições (91-A da Lei 9.504/1997), que proíbe expressamente que os eleitores entrem na cabine de votação com o celular ou qualquer outro instrumento que possa comprometer o sigilo do voto.

Ficou determinado ainda que, em caso de descumprimento, os mesários poderão acionar o juiz responsável pela zona eleitoral, podendo a polícia militar ser solicitada para solucionar eventuais questionamentos.

Os ministros reforçaram que o artigo 312 do Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965) determina que a pena para quem violar ou tentar violar o sigilo do voto pode ser de até dois anos de detenção.

“Ontem (24) tivemos uma reunião com os 27 comandos das polícias militares de todos os estados e do Distrito Federal, e a questão do uso dos celulares e da coação no exercício do voto foi uma preocupação unânime”, afirmou o presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes.

O TSE dará ampla divulgação à norma, por meio da Secretaria de Comunicação do Tribunal, bem como o GT Mesários deverá fazer a devida divulgação aos mesários que atuarão nas Eleições 2022.

Entenda a consulta

No primeiro item da consulta, o partido União Brasil perguntou se a mesa receptora de votos na seção eleitoral ainda pode reter os aparelhos de telefonia celular e afins, em cumprimento da expressa proibição legislativa de portar tais aparelhos na cabine de votação.

Além disso, questionou se poderão ser utilizados detectores portáteis de metal para impedir o uso de equipamentos eletrônicos na cabine de votação. E, em caso de resposta afirmativa na segunda questão, qual o critério jurídico a ser utilizado para determinar a existência de indícios de coação aos eleitores e justificar o uso de detectores portáteis de metal.

Sobre os outros pontos questionados, os ministros entenderam que o uso de detectores de metal nas seções deverá ser requisitado em situações excepcionais, sendo que a decisão ficará a cargo de cada juiz responsável pelos locais de votação. Rondoniagora.

Malafaia é acusado de pagar pastores de sua igreja com dinheiro público

O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo e um dos principais aliados de de Jair Bolsonaro (PL) junto ao segmento evangélico, foi acusado pelo também pastor Paulo Marcelo Schallenberger de utilizar recursos públicos para pagar salários de quatro pastores que estariam lotados em gabinetes de deputados e vereadores. Schallenberger é candidato a deputado federal e foi indicado pelo Solidariedade para compor o núcleo de contato entre os evangélicos e a campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A denúncia publicada nas redes sociais de Paulo Marcelo  foi acompanhada da imagem de um documento dando conta da acusação. Ao todo, o documento cita quatro pastores que estariam ocupando cargos públicos em gabinetes de deputados e vereadores, sendo que dois deles receberiam vencimentos mensais superiores a R$ 7 mil pagos pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp).

Segundo o documento, entre os beneficiários diretos do esquema Segundo o documento, entre os beneficiários diretos do esquema estão o Pastor Cícero Silva Nunes, que “trabalha de plantão da Igreja da Mooca” e que estaria lotado no gabinete do deputado estadual Tenente Nascimento” e o pastor Daniel Marins Costa, que teria sido nomeado no gabinete do também deputado estadual Gilberto Nascimento. Ainda segundo a postagem, outros dois pastores estariam lotados no gabinete do vereador Gilberto Nascimento Jr.

Prefeita anuncia exames de ultrassom em Guajará-Mirim

Mídia Rondônia – Em mais um ação importante na área da saúde, a prefeita de Guajará-Mirim, Raíssa Bento anunciou nesta quinta-feira (25) exames de ultrassonografia com um médico especialista na área.

O trabalho está sendo realizado no posto de saúde Altamiro Barroso. Anteriormente, por falta de espaço, os exames eram feitos no hospital Bom Pastor, atendendo também os moradores de Nova Mamoré e região.

A prefeita informou que, em uma semana, eram realizados cerca de 200 exames. Por meio de emenda parlamentar, a prefeita disse que o município adquiriu um moderno equipamento para socorrer os pacientes de Guajará.

Para realizar os exames, os pacientes devem obter o encaminhamento médico e procurar a Secretaria Municipal de Saúde. “Essa é mais um importante conquista da nossa gestão. Sabemos que o nosso nem maior é saúde”, disse a prefeita.

Texto: Nayara Silva

 

Nova pesquisa garante empate técnico entre Jaime Bagatolli e Expedito Júnior ao Senado

O Instituto Veritá realizou também a primeira pesquisa independente para senador por Rondônia. Em primeiro lugar aparece o pecuarista Jaime Bagatolli (PL), com 13,3%; em segundo o ex-senador Expedito Júnior (PSD), com 12,3% (empate técnico). Em terceiro, a deputada Mariana Carvalho (Republicanos), com 10%. Em quarto, a irmã de Ivo Cassol, Jaqueline Cassol (PP), com 9,9 % (empatada tecnicamente com Mariana).

Acir Gurgacz (PDT), aparece com 6,1%, em quinto lugar. Cláudia Moura (MDB), em sexto, com 3,1%. Já Pastor Josinélio (PMB), aparece com 2,4% e Dra Rosângela (Agir), em último, com 1,7%. A pesquisa foi realizada entre os duas 17 e 22 de agosto de 2022. Foram entrevistadas 1.221 pessoas. A margem de erro é de 3 pontos e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no TRE-RO sob o número 02714/2022.

 

 

Pode ser uma imagem de 5 pessoas e texto que diz "Pesquisa realizada por iniciativa do Instituto Veritá. 17 22/08/2022 Margem de erro pontos percentuais nível de confiança 95% 1.221 entrevistados. Registro TRE-RO-02714/2022 verita 27 ANOS PESQUISA UANM DA RODS Intenção de voto estimulada SENADOR RONDÔNIA JAIME BAGATTOLI PL 13,3% 13 EXPEDITO JUNIOR PSD 12,3% MARIANA CARVALHO REPUBLICANOS JAQUELINE CASSOL PP 9,9% Acir Gurgacz (PDT) 6,1% Claudia Moura (MDB) 3,1% Pastor Josinelio 2.4% (PMB) Dra. Rosangela Lázaro (AGIR) 1,7% Não souberam 35,3% Branco/nulo 5,9% 10% RONDÔNIA COMPROMISSO E ÉTICA"

Ifro de Ji-Paraná abre inscrições para curso de manicure e pedicure

O Instituto Federal de Rondônia (Ifro) abriu inscrições para cursos de curta duração no campus de Ji-Paraná. As inscrições podem ser feitas até o dia 26 de agosto pela internet.

Ao todo, 50 alunos devem ser selecionados para os Cursos de Formação Inicial (FIC) na área de Manicure e Pedicure e 50 alunos devem ser selecionados para a área de Assistente de Logística.

Segundo o Ifro, o objetivo dos cursos é promover a qualificação profissional e “proporcionar a capacitação técnica para a atuação conforme a área específica de cada curso”.

MP cobra segurança reforçada no Festival de Praia em Pimenteiras

Visando à promoção de um evento com segurança e tranquilidade aos participantes, a Comarca de Cerejeiras, celebrou por meio de seu Promotor de Justiça Fernando Henrique Berbert Fontes, um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) junto a representantes da prefeitura e de órgãos de fiscalização estaduais de Pimenteiras do Oeste, estabelecendo procedimentos para a realização do Festival de Praia no Município.

O TAC prioriza algumas questões, dentre elas, está a segurança de uma forma geral, devendo os organizadores contratarem número suficiente de seguranças, além da atuação da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros em todos os dias do evento, programado para ocorrer de 9 a 11 de setembro.

Segundo ficou acordado entre o Promotor de Justiça e os envolvidos na realização, fica proibida a comercialização de bebidas em garrafas de vidro; a queima de fogos de artifício em locais que expõem pessoas a situações de risco; o ingresso e a permanência de crianças e adolescentes em desacordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente e ainda de fornecimento de bebida alcoólica a menores de 18 (dezoito) anos.

Ficou estabelecido também que caberá à Secretaria Municipal de Saúde disponibilizar equipe de saúde e ambulância. As cláusulas previstas no documento não excluem outras obrigações do município que já fazem parte das regras e atribuição de competência, como alvarás, limpeza na praia e planejamento e divulgação do fluxo de tráfego nas vias urbanas que sofrerão alterações nos dias do festival.

Em cidade de Rondônia, professora é agredida a socos por aluna durante aplicação de prova

Uma professora de 40 anos foi vítima de uma aluna, durante uma aplicação de prova em uma escola em Porto Velho.

A vítima contou que a suspeita exigiu que a hora da prova fosse adiantada,  e após ser informada que não seria, partiu para agredir a professora com socos e empurrão, depois fugiu. A PM foi acionada e fez o registro da ocorrência.