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3 maio 2026
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Terça-feira de chuvas e trovoadas em RO

A previsão do tempo para a Região Norte do país, nesta terça-feira (10), indica céu com muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades para todos os estados ao longo do dia. As precipitações devem ter maior concentração e vir acompanhadas de trovoadas no centro-sul da região à tarde.

Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens e possibilidade de chuvas isoladas para toda a região, as quais devem amanhecer mais intensas em quase todo o Amazonas — à exceção do extremo-sul —, Amapá, extremos-sudoeste e nordeste do Pará, extremo-leste de Rondônia e extremo-sul de Roraima, acompanhadas de trovoadas em todo o Amapá, centro-oeste do Amazonas, extremo-nordeste do Pará e extremo-leste de Rondônia.

Durante a tarde, as chuvas deixam o centro-norte de Roraima e se intensificam em todo o restante da região. As pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas tomam toda a região — à exceção do centro-sul de Roraima, extremo-nordeste do Amazonas, noroeste do Pará, Amapá e sudeste do Tocantins, onde deve chover forte, mas sem trovoadas.

À noite, as chuvas se mantêm sobre as mesmas áreas, mas perdem intensidade em boa parte da porção centro-leste da região. As pancadas de chuva com trovoadas se restringem ao Acre, Rondônia, centro-sul e oeste do Amazonas e extremo-sudoeste do Pará.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para quase toda a região — à exceção do centro-norte de Roraima, extremos-noroeste e sudeste do Pará, centro-sul do Tocantins e norte do Amapá —, além de alerta de perigo de chuvas intensas para Rondônia, extremo-sudeste do Amazonas e sudoeste do Pará.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 24°C, em Belém, Macapá, Manaus, Palmas, Porto Velho e Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 36°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 42% e 100%.

Fonte: Brasil 61

TCE aponta dano milionário em contrato fundiário em RO

O Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO) determinou novas citações e notificações no processo que apura possíveis irregularidades no Contrato nº 0561/SEOSP/PGE/2023, firmado entre a Secretaria de Estado de Obras e Serviços Públicos (SEOSP) e a empresa PAS – Projeto, Assessoria e Sistema Ltda. O ajuste, no valor global de R$ 14.158.804,90, foi celebrado para serviços técnicos de engenharia e arquitetura voltados à regularização fundiária urbana.

A decisão, assinada pelo conselheiro relator José Euler Potyguara Pereira de Mello, foi publicada no Diário Oficial eletrônico do TCE-RO de 9 de março de 2026. O processo passou a tramitar como Tomada de Contas Especial após a fiscalização identificar indícios de dano ao erário, sobrepreço, pagamento em duplicidade, falhas de planejamento e ausência de efetividade na execução contratual.

Segundo o tribunal, a contratação teve origem em adesão à Ata de Registro de Preços nº 001/2022, do Governo do Pará. O objeto incluía levantamentos topográficos, georreferenciamento, cartografia, aerofotogrametria e ações de regularização fundiária para atender demandas do Estado de Rondônia.

A fiscalização começou em março de 2024. Na fase inicial, o TCE já havia determinado, em caráter cautelar, a suspensão de R$ 2.701.385,52 que ainda estavam pendentes de pagamento até a sétima medição do contrato. Depois disso, a unidade técnica aprofundou a análise e manteve a apuração sobre a conduta de gestores, fiscais, pareceristas e da empresa contratada.

De acordo com o relatório técnico acolhido pelo relator, os projetos de regularização fundiária referentes aos núcleos urbanos informais Nacional, São João Bosco e São Sebastião permanecem paralisados em fases iniciais, sem aprovação municipal e sem emissão da Certidão de Regularização Fundiária. Para o tribunal, isso indica que houve pagamento sem a entrega efetiva do resultado esperado pela administração pública.

A decisão também aponta que foram identificados indícios de duplicidade de pagamento, com remuneração de serviços que já estariam abrangidos no escopo principal do contrato. Outro ponto destacado foi o suposto sobrepreço decorrente de erro grosseiro no quadro comparativo de valores usado para justificar a adesão à ata.

No andamento mais recente do processo, a unidade técnica propôs a manutenção de três frentes principais de dano. A primeira é de R$ 3.584.530,78, atribuída a suposto sobrepreço. A segunda é de R$ 5.436.157,75, relacionada à liquidação em duplicidade de serviços. A terceira é de R$ 2.701.385,52, referente à falta de efetividade da contratação, diante da ausência de aprovação dos projetos nos órgãos competentes.

Com base nesses elementos, o relator determinou a citação de Nivaldo Faria Castro, gerente administrativo da SEOSP, de Gleydivanne Fabielle Rodrigues Nogueira, chefe de Aquisições e Contratos, e da empresa PAS, para que apresentem justificativas ou recolham aos cofres públicos o valor de R$ 3.584.530,78, apontado como dano por sobrepreço.

Também foi determinada a citação de Lidelberton Alves Linhares Junior, fiscal do contrato e revisor técnico do termo de referência, para que se manifeste ou devolva R$ 5.436.157,75. Conforme a decisão, ele é apontado por liquidar duas vezes o mesmo serviço, o que teria contribuído para o prejuízo ao erário.

Em outra frente, o TCE mandou citar Adamir Ferreira da Silva, coordenador administrativo-financeiro da SEOSP, Nivaldo Faria Castro, Elias Rezende de Oliveira, então secretário da SEOSP, e a empresa PAS, para que apresentem defesa ou promovam o ressarcimento de R$ 2.701.385,52. Nesse ponto, a apuração trata de pagamentos integrais feitos sem a comprovação de efetividade da regularização fundiária.

A decisão ainda determinou a notificação de David Inácio dos Santos Filho, secretário de Estado de Patrimônio e Regularização Fundiária da SEPAT, para prestar esclarecimentos sobre a situação dos processos de regularização fundiária relacionados às áreas abrangidas pelo contrato, inclusive quanto à falta de impulso processual após manifestações da prefeitura de Porto Velho.

O TCE também fez um alerta à Secretaria Municipal de Desenvolvimento da Cidade, à SEPAT e a outros órgãos envolvidos na regularização fundiária. Segundo o tribunal, eventual omissão no dever de agir e o descumprimento de prazos previstos no termo de cooperação técnica podem resultar em responsabilização e aplicação de multa.

Na decisão, o relator afirmou que a nova fase de citações e notificações é necessária para garantir o contraditório e a ampla defesa, sobretudo após a complementação da instrução técnica e a identificação de novos elementos de responsabilização. O processo seguirá para nova instrução da área técnica, manifestação do Ministério Público de Contas e posterior análise de mérito pelo colegiado do TCE-RO. (Tudorondonia)

VÍDEO – Recepcionista é agredida após recusar beijo de hóspede

Um homem de 24 anos atacou uma recepcionista de 55 anos neste sábado (7) em um hotel no bairro Bigorrilho, em Curitiba. Segundo a vítima, as agressões começaram depois que ela recusou um beijo do hóspede. Ela relatou ter recebido chutes e socos durante o episódio.

Parte da agressão foi registrada por câmeras de segurança do hotel por volta das 5h. A recepcionista conseguiu pedir socorro e o suspeito foi preso em flagrante por tentativa de homicídio qualificado, de acordo com a Polícia Civil do Paraná.

O agressor foi identificado como Jhonathan Reynaldo dos Santos, morador de Joinville (SC). O advogado dele, Wanderley dos Santos, afirmou nesta segunda-feira (9) que “toda a defesa do meu cliente será feita nos autos respeitando seu direito constitucional e a ampla defesa”. Em audiência de custódia neste domingo (8), a juíza Diele Denardin Zydek converteu a prisão em preventiva. (DCM)

 

Neta que matou avô por herança segue internada em RO

O Ministério Público de Rondônia (MP-RO) pediu à Justiça, nesta segunda-feira (9), que a adolescente suspeita de matar o avô e tentar assassinar a avó continue internada enquanto o processo é analisado.

O crime aconteceu na noite de 24 de fevereiro, no município de Ariquemes. A jovem é investigada pela morte do avô, José dos Santos, e pela tentativa de homicídio contra a avó, Maria Aparecida.

Segundo o MP-RO, há indícios de que o crime tenha sido planejado e motivado por vingança. A Polícia Civil de Rondônia também investiga a possível participação de outras pessoas no caso.

De acordo com as investigações, os idosos estavam em casa quando foram atingidos por disparos de arma de fogo. José dos Santos foi baleado na nuca e morreu ainda no local.

A avó da adolescente sobreviveu ao ataque. Ela foi atingida no rosto e no tórax, sendo socorrida e levada ao Hospital Regional de Ariquemes. Conforme familiares, a idosa já deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas permanece internada e se recupera de diversas cirurgias, ainda sem previsão de alta médica.

Após os disparos, a adolescente fugiu do local, mas acabou sendo localizada. Atualmente, ela está internada provisoriamente na Fundação Estadual de Atendimento Socioeducativo, onde permanece à disposição da Justiça.

EUA podem classificar facções como terroristas e intervir no Brasil

O governo dos Estados Unidos prepara a classificação das facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras. A medida, que pode ser anunciada nos próximos dias pelo Departamento de Estado, abre caminho para sanções econômicas e levanta preocupações sobre a possibilidade de operações militares norte-americanas que atinjam território brasileiro.

Segundo informações divulgadas inicialmente pela colunista Mariana Sanches, do UOL, e confirmadas por diferentes fontes ligadas ao governo dos EUA, o processo técnico que sustenta a decisão já teria sido concluído dentro da administração norte-americana. Restariam agora etapas políticas e burocráticas para formalizar a inclusão das facções na lista de Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO, na sigla em inglês).

A classificação implica uma série de medidas automáticas por parte de Washington. Entre elas estão o congelamento de ativos de integrantes das organizações sob jurisdição norte-americana, a exclusão dessas redes do sistema financeiro dos Estados Unidos e a proibição de qualquer forma de “apoio material” por cidadãos ou empresas do país.

Temor de intervenção no Brasil

Além das sanções financeiras, o enquadramento traz consequências diplomáticas e estratégicas. Ao considerar grupos criminosos como organizações terroristas, o governo norte-americano passa a tratar suas bases e estruturas operacionais como potenciais alvos legítimos de ações militares, inclusive fora de seu território — o que gera apreensão em autoridades brasileiras.

No Brasil, o tema já chegou ao Palácio do Planalto. O governo brasileiro foi alertado sobre o avanço da proposta e tenta reabrir canais de diálogo com Washington. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, teria sido informado sobre a discussão durante agenda recente na capital norte-americana e buscava contato com o secretário de Estado, Marco Rubio, para tratar do assunto.

Diplomatas avaliam que a medida pode comprometer tentativas recentes de aproximação entre os dois governos. O combate ao crime organizado vinha sendo tratado como uma possível pauta de cooperação entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, em um encontro que chegou a ser cogitado para ocorrer entre março e abril. A adoção unilateral da classificação, no entanto, pode tensionar a relação bilateral.

Nos bastidores, a discussão sobre o enquadramento de facções criminosas como organizações terroristas é conduzida há meses dentro da administração norte-americana. Participam do debate autoridades como o subsecretário de Estado para o Hemisfério Ocidental, Christopher Landau, além de integrantes da equipe de política antidrogas do governo.

A iniciativa também tem implicações para empresas e cidadãos. Companhias que atuam em regiões onde essas organizações operam podem passar a enfrentar riscos legais ampliados, incluindo sanções do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos por meio do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC). O órgão já alertou empresas sobre os riscos de realizar negócios em países onde cartéis classificados como terroristas estão presentes.

A possível designação também se insere em uma estratégia mais ampla da administração Trump de tratar o narcotráfico como uma ameaça equivalente ao terrorismo internacional. Em discursos recentes, o presidente norte-americano chegou a mencionar a possibilidade de realizar ataques contra cartéis fora do território dos Estados Unidos, uma abordagem que especialistas apontam como juridicamente controversa.

Se confirmada, a inclusão do PCC e do CV colocaria as facções brasileiras em uma lista que já reúne organizações criminosas de outros países da América Latina, como cartéis mexicanos e grupos armados da Colômbia e do Haiti.

Autoridades brasileiras temem que a decisão seja usada como instrumento de pressão política sobre o país e amplie o debate sobre a presença ou atuação direta de forças norte-americanas na região.

Revista Fórum

Intervenção no Brasil: PCC e CV podem entrar na mira do terrorismo dos EUA

O governo dos Estados Unidos prepara a classificação das facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras. A medida, que pode ser anunciada nos próximos dias pelo Departamento de Estado, abre caminho para sanções econômicas e levanta preocupações sobre a possibilidade de operações militares norte-americanas que atinjam território brasileiro.

Segundo informações divulgadas inicialmente pela colunista Mariana Sanches, do UOL, e confirmadas por diferentes fontes ligadas ao governo dos EUA, o processo técnico que sustenta a decisão já teria sido concluído dentro da administração norte-americana. Restariam agora etapas políticas e burocráticas para formalizar a inclusão das facções na lista de Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO, na sigla em inglês).

A classificação implica uma série de medidas automáticas por parte de Washington. Entre elas estão o congelamento de ativos de integrantes das organizações sob jurisdição norte-americana, a exclusão dessas redes do sistema financeiro dos Estados Unidos e a proibição de qualquer forma de “apoio material” por cidadãos ou empresas do país.

Temor de intervenção no Brasil

Além das sanções financeiras, o enquadramento traz consequências diplomáticas e estratégicas. Ao considerar grupos criminosos como organizações terroristas, o governo norte-americano passa a tratar suas bases e estruturas operacionais como potenciais alvos legítimos de ações militares, inclusive fora de seu território — o que gera apreensão em autoridades brasileiras.

No Brasil, o tema já chegou ao Palácio do Planalto. O governo brasileiro foi alertado sobre o avanço da proposta e tenta reabrir canais de diálogo com Washington. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, teria sido informado sobre a discussão durante agenda recente na capital norte-americana e buscava contato com o secretário de Estado, Marco Rubio, para tratar do assunto.

Diplomatas avaliam que a medida pode comprometer tentativas recentes de aproximação entre os dois governos. O combate ao crime organizado vinha sendo tratado como uma possível pauta de cooperação entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, em um encontro que chegou a ser cogitado para ocorrer entre março e abril. A adoção unilateral da classificação, no entanto, pode tensionar a relação bilateral.

Nos bastidores, a discussão sobre o enquadramento de facções criminosas como organizações terroristas é conduzida há meses dentro da administração norte-americana. Participam do debate autoridades como o subsecretário de Estado para o Hemisfério Ocidental, Christopher Landau, além de integrantes da equipe de política antidrogas do governo.

A iniciativa também tem implicações para empresas e cidadãos. Companhias que atuam em regiões onde essas organizações operam podem passar a enfrentar riscos legais ampliados, incluindo sanções do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos por meio do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC). O órgão já alertou empresas sobre os riscos de realizar negócios em países onde cartéis classificados como terroristas estão presentes.

A possível designação também se insere em uma estratégia mais ampla da administração Trump de tratar o narcotráfico como uma ameaça equivalente ao terrorismo internacional. Em discursos recentes, o presidente norte-americano chegou a mencionar a possibilidade de realizar ataques contra cartéis fora do território dos Estados Unidos, uma abordagem que especialistas apontam como juridicamente controversa.

Se confirmada, a inclusão do PCC e do CV colocaria as facções brasileiras em uma lista que já reúne organizações criminosas de outros países da América Latina, como cartéis mexicanos e grupos armados da Colômbia e do Haiti.

Autoridades brasileiras temem que a decisão seja usada como instrumento de pressão política sobre o país e amplie o debate sobre a presença ou atuação direta de forças norte-americanas na região.

Carreta com soja tomba e cai em rio em São Miguel do Guaporé

Uma carreta carregada com soja tombou e caiu dentro do rio São Joaquim, na zona rural de São Miguel do Guaporé, na tarde de domingo (8). O acidente aconteceu por volta das 14h, na Linha 86, em um trecho onde está sendo construída uma ponte de concreto.

Devido à obra, os veículos que trafegam pela região precisam utilizar um desvio provisório. Segundo moradores, ao fazer uma curva acentuada nesse trecho, o caminhão passou sobre toras de madeira que sustentavam o aterro improvisado. As toras teriam se deslocado, fazendo com que o veículo perdesse sustentação e caísse no rio.

O motorista, de 26 anos, foi retirado da cabine por pessoas que estavam no local. Ele estava consciente e, apesar do susto, não precisou de atendimento médico.

Com o tombamento, parte da carga de soja acabou se perdendo, já que os grãos caíram na água. A carreta ficou parcialmente submersa no rio.

Moradores da região afirmam que o desvio já foi palco de outros acidentes e reclamam da dificuldade que veículos de grande porte enfrentam para realizar a curva no local.

Em nota, a Prefeitura de São Miguel do Guaporé informou que o motorista teria seguido incorretamente pelo trajeto lateral, enquanto o tráfego normal ocorre por um desvio provisório devidamente sinalizado. A administração municipal também destacou que a obra da ponte está em fase final e que equipes acompanham o local para garantir a segurança dos usuários da via. Com informações do G1.

Maconha é apreendida em táxi que vinha de Guajará-Mirim 

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 9,5 quilos de maconha no último sábado (7) durante uma fiscalização no km 759 da BR-364, em Porto Velho.

A droga estava em um táxi que fazia o itinerário entre Guajará-Mirim e a capital do estado. Durante a abordagem, os policiais perceberam que um dos passageiros demonstrava comportamento suspeito e apresentava dificuldade para responder perguntas simples feitas pela equipe.

Ao realizarem a vistoria no compartimento de bagagens, os agentes localizaram nove tabletes de maconha escondidos dentro de uma bolsa de viagem.

Inicialmente, o passageiro tentou negar que fosse dono da mala. No entanto, após a inspeção no porta-malas do veículo, ele acabou admitindo ser o proprietário da bagagem onde a droga estava escondida.

O homem foi detido e, junto com o entorpecente apreendido, encaminhado para a Polícia Civil de Rondônia, que ficará responsável pelos procedimentos legais cabíveis e pela continuidade das investigações.

Professora morre após ser atacada por abelhas

A professora Suliana Aparecida Apoittia, de 42 anos, morreu após ser atacada por um enxame de abelhas neste sábado (7), em uma fazenda próxima à rodovia Transpantaneira, no Pantanal, no estado de Mato Grosso.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a equipe foi acionada por familiares da vítima, mas quando os socorristas chegaram ao local Suliana já estava sem vida.

A professora trabalhava há mais de cinco anos na Escola Jofre Velho, ligada à Panthera, organização não governamental voltada à conservação da fauna. Além da atividade na educação, ela também atuava como boiadeira na região.

Segundo pessoas próximas, o ataque aconteceu enquanto Suliana participava de uma comitiva de gado, prática tradicional da pecuária brasileira, especialmente comum no Pantanal. Nesse tipo de atividade, um grupo de trabalhadores conduz o gado a pé ou a cavalo por longas distâncias entre fazendas.

Durante o trajeto, o grupo teria sido surpreendido por um enxame de abelhas. Suliana acabou sendo atacada e não resistiu às múltiplas ferroadas.

Traficante fura barreira, atira e foge para mata em RO

Um motorista furou um bloqueio policial, atirou contra agentes da Polícia Civil durante a fuga e abandonou um carro carregado com aproximadamente 30 quilos de drogas na zona rural de Guajará-Mirim (RO), na noite deste domingo (8).

A ação faz parte de uma operação que investiga o transporte de entorpecentes entre os municípios de Guajará-Mirim, Nova Mamoré e Porto Velho.

De acordo com a polícia, os agentes montaram uma barreira em um trecho da zona rural para fiscalizar veículos suspeitos. Ao se aproximar do local, o motorista acelerou em alta velocidade, desobedeceu a ordem de parada e passou a disparar contra os policiais.

O suspeito iniciou uma fuga pelas estradas próximas à BR-425 e foi acompanhado por viaturas. Durante cerca de 10 quilômetros de perseguição, ele continuou atirando para tentar impedir a aproximação das equipes.

Em determinado momento, o criminoso abandonou o veículo próximo a uma área de mata fechada e fugiu a pé. Por causa da escuridão e da vegetação densa, ele não foi localizado.

Durante a vistoria no automóvel, os policiais encontraram vários tabletes de cocaína e maconha, que somaram aproximadamente 30 quilos de drogas.

No carro também foram apreendidos dois rádios de comunicação, uma base de antena de internet via satélite e um coldre para arma de fogo.

Outras equipes da Polícia Civil participaram das buscas durante a madrugada, mas o suspeito segue foragido. As investigações continuam para identificar e prender os responsáveis pelo transporte da droga.