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7 maio 2026
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PF mira comércio de cigarros eletrônicos em Rondônia

Uma operação da Polícia Federal deflagrada nesta sexta-feira (16) resultou na prisão em flagrante de duas pessoas e no cumprimento de 14 mandados de busca e apreensão em Ji-Paraná e Cacoal, em ação contra o comércio ilegal de cigarros de origem estrangeira e cigarros eletrônicos.

Durante as diligências, duas pessoas foram presas em flagrante em Ji-Paraná. Além do contrabando, uma delas também foi detida por posse irregular de arma de fogo.

Segundo a apuração, pessoas e empresas foram identificadas como envolvidas na venda dos produtos irregulares. As investigações continuam para identificar todos os participantes e as demais ações criminosas relacionadas ao esquema.

Os envolvidos poderão responder pelo crime de contrabando e por outros delitos que venham a ser constatados no andamento das investigações. (Rondoniagora)

PF prende dois em Ji-Paraná e Cacoal durante operação que mira comércio ilegal de cigarros

PM intercepta veículo furtado a caminho da Bolívia

A Polícia Militar de Rondônia interceptou em Costa Marques um veículo com número de chassi alterado prestes a ser atravessado para a Bolívia. A ação ocorreu à margem do rio Guaporé e foi registrada na noite de ontem (15).

O veículo, uma picape Fiat Strada, de cor branca, com placa de Fortaleza/CE, inicialmente não apresentava restrição de furto ou roubo, mas depois foi constatado que as informações relativas ao número do chassi eram divergentes das da placa. Na verdade, o veículo possui registro de furto no município de Chapadinha (MA), ocorrido em 10/04/2025, e ingressou em Rondônia no dia 1º de janeiro de 2026.

Após diligências contínuas no sistema INFOSEG e de posse da numeração do motor, foi identificado que o veículo ora localizado possuía registro de furto no município de Chapadinha/MA, ocorrido em 10/04/2025, tendo ingressado no estado de Rondônia em 01/01/2026.

Policiais da PM realizavam um patrulhamento de rotina pela estrada que dá acesso à Praia de Curralinho, local que é conhecido por ser utilizado como porto para o narcotráfico realizar travessias de veículos roubados em troca de entorpecentes. Ao chegar no local, os policiais avistaram uma embarcação atracada, conhecida como “chata”, com estrutura capaz de transportar carros de pequeno porte até caminhões de dois eixos simples.

Como haviam somente dois policiais compondo a guarnição, a viatura retornou à estrada para busca de reforços mas cruzaram com um carro em alta velocidade que seguia na direção da praia. Foi o momento no qual ambos decidiram retornar.

“Ao retornarmos ao local do porto, constatamos que a embarcação já estava preparada para receber um veículo”, registrou a PM no boletim de ocorrência.

Com a chegada da guarnição, os tripulantes da embarcação e o condutor do veículo fugiram para a mata, e o veículo, um Fiat Strada de cor branca, foi deixado para trás com as portas abertas. Os policiais registraram que ainda foi possível escutar o barulho de uma lancha se distanciando. (SGC)

Imagem de Capa

Chefe da Casa Civil é suspeito de fraudar licitações em Rondônia

Rondônia enfrenta um dos maiores escândalos de corrupção envolvendo fraudes em licitações, trazendo à tona as ações de Elias Rezende de Oliveira, o Chefe da Casa Civil, e outros quatro acusados proeminentes.

As investigações conduzidas pela 1ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO1) destacam sérias irregularidades em processos licitatórios.
Investigação e acusações:

Os inquéritos policiais n.º 014/2021/DRACO e 17.015/2024 – PPE abordam graves acusações de associação criminosa, conforme o Art. 288 do Código Penal, além de fraudes envolvendo dispensa indevida e inexigibilidade de licitação e tentativas de frustrar o caráter competitivo de licitações, conforme os artigos 89 e 90 da Lei nº 8.666/1993.

A fraude centrou-se na contratação da R&A Treinamento e Consultoria Empresarial Ltda pelo Departamento de Estrada e Rodagem (DER), com alegações de superfaturamento e favorecimento ilícito.

Acusados:

  • Elias Rezende de Oliveira – Supostamente usou sua posição de influência para garantir a vitória da R&A em processos licitatórios comprometidos.
  • Irving Borges Vitorino – Acusado de colaborar estreitamente nas manipulações contratuais.
  • Robson de Souza Monteiro – Proprietário da empresa beneficiada, R&A, envolvido no esquema de superfaturamento.
  • Davi Machado de Alencar – Presumido colaborador no processo de fraude.
  • Fabricio da Silva Leme – Suspeito de facilitar o esquema fraudulento dentro da administração.


Entre os crimes, os acusados orquestraram uma série de ações para garantir que a R&A fosse selecionada, incluindo reuniões secretas e manipulação de documentos, como cartas de exclusividade de validade questionável.

A integridade do processo licitatório foi gravemente comprometida, resultando em um prejuízo estimado de R$ 855.022,50 ao erário público.

A Controladoria Geral do Estado e o Tribunal de Contas investigam atualmente as responsabilidades administrativas e financeiras decorrentes deste caso, visando reforçar medidas preventivas contra futuras irregularidades.

Fonte: OObservador

Chamada de linguaruda, senadora manda Malafaia orar

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) expôs Silas Câmara (Republicanos-AM), líder da bancada evangélica, e detonou Silas Malafaia em meio a denúncias sobre igrejas e pastores envolvidos com a “Farra do INSS”. Entre as instituições mencionadas estava a Assembleia de Deus do Amazonas, ligada a familiares do deputado

A igreja e a Fundação Boas Novas, que também fazem parte das investigações, são associadas aos parentes de Câmara. O deputado, ao ser procurado, afirmou que a igreja já havia apresentado explicações à CPMI e que, por esse motivo, não é alvo de requerimentos no momento.

Em resposta às críticas de Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, que chamou Damares de “linguaruda” por expor a ligação de religiosos com o esquema de fraudes sem citar nomes, a senadora afirmou que Malafaia deveria “orar”.

“O Malafaia precisa orar um pouco. Eu não submeto minhas ações parlamentares a ele”, respondeu. Damares afirmou ainda que, além das instituições que ela já mencionou, a Assembleia de Deus do Amazonas também foi citada na CPI, embora a igreja já tenha fornecido os dados solicitados e esses documentos ainda estejam sob análise.

 

Trump ameaça imigrantes em português

O governo dos Estados Unidos, comandado por Donald Trump, publicou uma ameaça contra imigrantes em português nas redes sociais. A mensagem, divulgada na quinta (15), foi do Departamento de Estado, que pediu para que pessoas não viajassem para os EUA com a intenção de “roubar os americanos”.

A acusação, frequentemente feita pelo governo Trump, é de que imigrantes sobrecarregam o Tesouro americano ao se beneficiar de programas assistenciais. Na publicação, o Departamento de Estado afirmou: “Se você vier aos Estados Unidos para roubar os americanos, o presidente Trump vai te jogar na cadeia e te mandar de volta para o lugar de onde você veio”.

A mensagem, que também foi compartilhada nas versões em inglês e espanhol, faz parte da retórica do governo contra imigrantes e da implementação de políticas de controle rigoroso de imigração.

Esquema do Banco Master chega no mundo da bola

A PGR (Procuradoria-Geral da República) aponta confusão patrimonial em um fundo ligado a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, utilizado para investir R$ 300 milhões no Atlético-MG, conforme informações da colunista Natália Portinari, do UOL.

Segundo o pedido de busca e apreensão que embasou a operação sobre o Master, o Astralo 95, usado para investir no clube, está entre os fundos que, de acordo com comunicação do Banco Central, teriam sido usados para desviar dinheiro da instituição financeira.

Defesa diz que Vorcaro colabora com investigações e cumprirá medidas judiciais | Finanças | Valor Econômico

Em conjunto com o Reag Growth 95, o Astralo 95 movimentou cerca de R$ 1,45 bilhão de recursos do Master entre abril e maio de 2024. Os principais beneficiários finais declarados do Astralo 95 são parentes de João Carlos Mansur, ex-dono da gestora Reag, liquidada por decisão do Banco Central.

A PGR afirma que há dúvidas sobre o verdadeiro controlador da cadeia de fundos, já que o Astralo 95 detinha 100% das cotas do Galo Forte FIP até novembro de 2024 e, a partir de dezembro, 80% das cotas passaram a ser de Daniel Vorcaro e 20% permaneceram com o Astralo 95.

Essas informações “estão em contradição com o conhecimento público que, desde o final de 2023, indicava Daniel Vorcaro como o proprietário do Galo Forte FIP”, afirma a Procuradoria. A Galo Forte foi usada por Vorcaro para adquirir um quarto da Galo Holding, controladora da SAF do Atlético-MG.

Confusão patrimonial e movimentações bilionárias

De acordo com a investigação, o fundo que comprou a participação no clube teria sido usado para desviar recursos do banco, sem detalhar a origem exata dos R$ 300 milhões investidos.

A confusão patrimonial citada pela PGR indica que não está claro se o aporte no Galo Forte partiu de recursos de Vorcaro, do Master ou de outros investidores, já que as transações entre os fundos se cruzam.

No total, a apuração do MPF (Ministério Público Federal) em São Paulo identificou movimentações de R$ 5,7 bilhões para fundos que podem ter recebido valores desviados do Master, tendo como destinatários finais empresas em nomes de laranjas.

Delegada é presa por conexão com o PCC

Layla Lima Ayub, uma delegada recém-empossada, foi presa na manhã desta sexta-feira (16) sob suspeita de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC), em uma operação do Gaeco e da Corregedoria-Geral da Polícia Civil de São Paulo. Com informações da Folha de S.Paulo.

Segundo a investigação, Layla mantinha vínculo pessoal e profissional com integrantes da facção e chegou a atuar irregularmente como advogada em audiência de custódia, mesmo após assumir o cargo de delegada. A prisão ocorreu em São Paulo, e ela foi levada à Corregedoria da Polícia Civil.

 

Ela foi empossada em dezembro de 2025, em cerimônia no Palácio dos Bandeirantes que contou com a presença do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), quando 524 novos delegados foram nomeados. Layla ainda estava no curso de formação, com duração de seis meses.

Antes de passar no concurso, Ayub atuava como advogada em Marabá, um dos poucos redutos do PCC no Pará. Ela era casada com um delegado, mas teria se separado após conhecer um homem identificado como Dedel, com quem teria iniciado um relacionamento.

Layla Lima Ayub. Foto: Reprodução

De acordo com informações repassadas pela Secretaria de Administração Penitenciária do Pará, Dedel tem condenações por integrar organização criminosa e tráfico de drogas e seria membro declarado do PCC. A Promotoria aponta ainda que ele possui uma tatuagem com o símbolo da facção, o ying-yang.

Viagem conjunta e presença em cerimônia no Palácio

A investigação apura que Ayub e Dedel viajaram juntos de ônibus de Marabá a São Paulo no dia 4 de dezembro. Ele também esteve na posse dos delegados no Palácio dos Bandeirantes.

A investigação também recebeu informações de que Ayub e Dedel haviam comprado parte de uma sociedade em uma padaria em Itaquera, na zona leste de São Paulo. O Gaeco apura se o estabelecimento poderia ter sido adquirido com a intenção de lavar dinheiro da facção criminosa.

Mandados e operação do Gaeco

A operação cumpre sete mandados de busca e apreensão em São Paulo e Marabá, autorizados pela 2ª Vara Especializada de Crime Organizado. Um dos alvos foi a Academia da Polícia Civil, onde Layla realizava sua formação.

Tributo aos Mamonas Assassinas acontece neste sábado em Vilhena

Os fãs de rock e irreverência têm encontro marcado neste sábado em Vilhena. O Beltra’s Rock Bar recebe o evento “Tributo aos Mamonas Assassinas”, uma homenagem a uma das bandas mais icônicas e irreverentes da música brasileira, que marcou gerações com seu humor escrachado e letras inesquecíveis.

O show é idealizado pelos músicos William Lázaro e Jefferson Lázaro e contará com a presença de uma banda preparada para reviver os grandes sucessos dos Mamonas Assassinas, prometendo uma noite de muita nostalgia, diversão e rock’n’roll. Clássicos que marcaram os anos 1990 estarão no repertório, garantindo interação com o público e um clima de festa do início ao fim.

Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente pelo WhatsApp (69) 99954-0623, diretamente com William. Até as 21h, o espaço funciona em sistema open, oferecendo ainda mais comodidade e atrativos para quem chegar cedo.

Polícia mira esquemas de fraudes no IPAM em Porto Velho

A Polícia Civil do Estado de Rondônia deflagrou, na manhã desta sexta-feira (16), a Operação Sutura, voltada à apuração de um esquema de fraudes no Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Porto Velho. A investigação aponta a atuação de uma organização criminosa com participação de servidores públicos e particulares.

De acordo com o que foi apurado, uma empresa do ramo de fonoaudiologia, credenciada apenas para a prestação de serviços básicos de saúde, passou a cobrar por procedimentos cirúrgicos de alta complexidade, em desacordo com o contrato firmado com o instituto. As apurações também indicam a prática de superfaturamento.

O esquema envolvia a manipulação de sistemas informatizados, duplicação de guias médicas e liberação de pagamentos considerados irregulares. As fraudes teriam provocado prejuízo aos cofres públicos do município.

No total, estão sendo cumpridos 14 mandados de busca e apreensão em Porto Velho e Guajará-Mirim. A operação também resultou no afastamento de agentes públicos de suas funções e no bloqueio de bens, medidas adotadas para garantir a recuperação dos valores supostamente desviados.

A ação conta com o apoio de unidades especializadas da própria Polícia Civil, além de órgãos que atuam no combate ao crime organizado e à corrupção.

Rondoniagora

Delegada denuncia motorista da Uber que cobrou por devolução de notebook

A delegada da Polícia Federal Dominique de Castro Oliveira acionou a própria PF após um motorista da Uber exigir pagamento para devolver um notebook funcional esquecido no carro. Segundo a corporação, o motorista Pedro Herik da Costa, de 26 anos, foi localizado e levado à Superintendência do Distrito Federal na última quinta-feira (8), onde prestou depoimento e foi liberado em seguida.

De acordo com o motorista, ele percebeu a pasta no banco traseiro após iniciar outra corrida e foi contatado pela delegada pouco depois. Pedro afirmou que pediu R$ 50 pela devolução para cobrir o deslocamento e enviou mensagem citando o Código Civil. No áudio, disse: “Eu tô fazendo só meu papel de devolver. Tem muito cara aí pilantra aí […] mas eu sou honesto”. A delegada, segundo ele, teria se recusado a pagar e alegado extorsão, enquanto o motorista declarou estar seguindo orientação da plataforma, que recomenda entregar objetos em uma delegacia.

Ao chegar ao ponto combinado, Pedro foi surpreendido por agentes da PF e conduzido para esclarecimentos. No depoimento, disse que nunca havia sido detido e que apenas solicitou a taxa de deslocamento. Após a ocorrência, ele foi liberado, mas acabou bloqueado pela plataforma após a denúncia de extorsão. (DCM)