O governador de Rondônia, Marcos Rocha (União Brasil), deixará oficialmente o comando do Executivo estadual no dia 31 de dezembro, sendo substituído pelo vice-governador Sérgio Gonçalves (União Brasil). A informação foi repassada pelo jornalista Fábio Camilo, durante o programa Informa na Hora, e circula com força nos bastidores da política estadual, sinalizando um reposicionamento estratégico com foco nas eleições de 2026.
Com a saída do governo, Marcos Rocha deve assumir publicamente sua pré-candidatura ao Senado Federal. Apesar de convites e articulações em curso, Rocha ainda não confirmou oficialmente sua filiação ao PSD, partido comandado em Rondônia pelo ex-senador Expedito Júnior, mantendo cautela sobre os próximos passos partidários.
Já Sérgio Gonçalves, que assumirá o Palácio Rio Madeira, vem intensificando articulações políticas e estruturando sua pré-candidatura ao Governo de Rondônia. O vice-governador tem ampliado seu espaço político e fortalecido alianças, com a aproximação de novas legendas que devem compor a base de apoio ao União Brasil, desenhando um projeto eleitoral mais robusto para a disputa estadual.
Nos bastidores, uma eventual mudança partidária de Marcos Rocha pode provocar um efeito dominó dentro do grupo político. Além do governador, sua esposa Luana Rocha e seu irmão Sandro Rocha, atual chefe do Detran, também podem acompanhar esse movimento, levando aliados para as disputas à Câmara Federal, Assembleia Legislativa e ao Governo do Estado, consolidando um bloco político competitivo para 2026.
Apesar da repercussão e da força das informações de bastidores, até o momento as assessorias de comunicação do governador Marcos Rocha e do vice-governador Sérgio Gonçalves não se pronunciaram oficialmente sobre a saída do cargo, a sucessão no governo ou as articulações partidárias mencionadas. O espaço segue aberto para manifestações e esclarecimentos.






