A direção do Sintero – Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Rondônia – criticou a gestão da Escola Militar Dom Pedro II, de Vilhena, após a unidade escolar informar à comunidade que manteria expediente normal na manhã desta quinta-feira, 31, mesmo durante a paralisação estadual da educação. A mobilização é promovida pelo Sintero em todo o estado, com atividades e assembleias gerais ocorrendo ao longo do dia.
Para o sindicato, a atitude da direção da escola militar demonstra, mais uma vez, uma postura de desmobilização dos servidores da educação, que têm o direito legal de participar de paralisações e atos sindicais. “A paralisação é legal e tem como objetivo garantir valorização aos trabalhadores em educação, diante do descaso do governo de Rondônia, que insiste em adiar reuniões e ignorar as pautas da categoria”, afirmou a presidente do Sintero, Dioneida Castoldi.
A regional Cone Sul do sindicato também relatou que tem recebido diversas denúncias de servidores sendo pressionados por gestores para não participarem das reuniões promovidas pelo sindicato. A prática, segundo o Sintero, caracteriza perseguição e afronta à liberdade sindical, além de tentar enfraquecer o movimento legítimo dos trabalhadores.
A paralisação desta quinta-feira ocorre em todo o estado de Rondônia, com mobilizações e cafés da manhã em várias cidades, incluindo Vilhena, Colorado do Oeste e Cerejeiras. O movimento cobra do governo estadual uma postura de diálogo e o atendimento de reivindicações da categoria.







