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20 março 2026

‘Boa noite, Cinderela’: Mulher é condenada a 20 anos por matar turista

 

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) condenou Claudia Mayara Alves Soliva a 20 anos e 10 dias de prisão em regime fechado pelo latrocínio — roubo seguido de morte — do economista colombiano Manuel Felipe Martínez Mantilla, ocorrido em outubro do ano passado na capital fluminense.

A sentença foi proferida pela juíza Camila Rocha Guerin, da 36ª Vara Criminal da Comarca da Capital. Em sua decisão, a magistrada destacou que “o lastro probatório produzido é robusto e cristalino em demonstrar o evento delitivo praticado pela acusada”.

Presente no inquérito desde março deste ano, quando teve a prisão preventiva decretada, Claudia é apontada pela Polícia Civil como chefe da quadrilha responsável pelo crime. Manuel, que estava de férias no Brasil, foi atraído durante a noite carioca e acabou vítima do grupo. Ele teria visitado a Pedra do Sal, no Centro, antes de seguir para um bar no Parque União, no Complexo da Maré.

Segundo o processo, o economista foi dopado com substâncias tóxicas misturadas à bebida, entre elas clonazepam, MDMA e ecstasy. Um motorista de aplicativo relatou que transportava duas mulheres com Manuel e, ao notar que ele não estava bem, decidiu levá-lo ao Hospital Federal de Bonsucesso, onde recebeu atendimento, mas não resistiu. O laudo pericial confirmou que ele sofreu edema pulmonar causado pela ingestão dos entorpecentes.

Além disso, as investigações revelaram que, durante o período em que esteve sob poder da quadrilha e até após sua morte, foram feitas diversas compras com o cartão de crédito da vítima.

Repercussão internacional

A morte de Manuel Martínez causou grande comoção na Colômbia e no meio acadêmico brasileiro. Ele era assessor de macroeconomia no Ministério da Fazenda colombiano, mestre em Desenvolvimento Econômico pela Unicamp e professor de economia na Universidade Nacional da Colômbia.

No Brasil, aproveitava as férias para concluir sua tese de doutorado na Unicamp. Sua trajetória profissional e acadêmica reforça a gravidade do caso, que ganhou destaque não apenas pela violência, mas também pela perda de um importante pesquisador e docente latino-americano.

Com informações do G1

 

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