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15 maio 2026
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Na reta final, Vinicius Miguel manda recado para eleitores indecisos: “coloco meu nome à disposição”

De acordo com a Pesquisa Datafolha, realizada entre 13 e 15 de setembro em mais de 300 cidades brasileiras, 69% disseram que não se decidiram em quem votarão para Deputado Federal nas Eleições, que acontecerão no próximo domingo (02/10).

Ainda segundo o estudo, a taxa de indecisos é ainda maior entre jovens de 16 a 24 anos (77%) e eleitores com ensino fundamental completo (74%).

Para quem ainda não fez sua escolha, o candidato a Deputado Federal Vinicius Miguel (PSB) manda um recado: “Coloco meu nome à disposição de todos e todas que ainda não decidiram em quem vão votar para Deputado Federal. Quero usar todo meu conhecimento profissional e experiência em gestão pública para lutar em favor das pautas sociais e fazer o nosso povo sentir orgulho de ver Rondônia ser bem representada no Congresso Nacional”, disse.

Advogado, professor da Universidade Federal de Rondônia, servidor público, Vinicius Miguel tem uma série de propostas para fortalecer as instituições e o funcionalismo, valorizar os professores, psicólogos e outras categorias profissionais e, principalmente, para retomar o investimento na educação e o incentivo à ciência.

“Porém, se tratando de Brasil, um país grande, multicultural e cheio de desigualdades, existem muitas outras pautas que também pretendo atuar, como a retomada dos programas sociais voltados para a segurança alimentar e a geração de renda mínima, os direitos das pessoas com deficiência e a criação de políticas dedicadas a juventude”, acrescentou.

Vinicius Miguel também lembrou da importância de votar em um bom candidato para Deputado Federal. “Vemos que as pessoas falam muito sobre em quem vão votar para presidente e se esquecem de quem vão eleger para a Câmara dos Deputados. Dessa forma, muito incompetente é eleito e quem iria trabalhar de verdade pelo nosso país fica de fora. Por isso, precisamos aprender a escolher também em quem votar para Deputado Federal”, finalizou.

SOBRE VINICIUS MIGUEL – Advogado e professor da Universidade Federal de Rondônia, Vinicius Miguel é especializado em Administração Pública, mestre em Política Internacional e doutor em Ciências Políticas. Em 2018, disputou o governo de Rondônia e conquistou 110.585 votos em todo o estado. Em 2020, concorreu para a prefeitura de Porto Velho e obteve 29.369 votos. Este ano está candidato a Deputado Federal pelo PSB.

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Em novo ataque, Bolsonaro acusa TSE de atrapalhar sua campanha e deixa em aberto se vai reconhecer derrota

Jair Bolsonaro (PL) voltou a atacar o TSE e o STF e se negou, nesta segunda-feira (26), a afirmar que vai deixar o poder caso seja derrotado no pleito deste ano.

O ocupante do Palácio do Planalto disse que os mesmos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que tornaram o ex-presidente Lula (PT) elegível são responsáveis pela condução das eleições e afirmou que eles atuam para prejudicá-lo e também que o perseguem, informa reportagem da Folha de S.Paulo.

As declarações foram feitas durante sabatina das eleições do Jornal da Record, que durou 40 minutos. Bolsonaro foi o primeiro candidato a participar do programa. Também estão previstas as participações de Ciro Gomes (PDT), na terça-feira (27), e de Simone Tebet (MDB), na quarta (28).

Bolsonaro afirmou que não haverá nenhum problema após um pleito com “eleições limpas”. No entanto, após ser questionado sobre como provar isso, disse que não é possível mostrar que houve fraudes, assim como o “outro lado não tem como provar que o processo foi sério também”. Na sequência voltou a divulgar informações falsas acerca da investigação da Polícia Federal sobre as urnas eletrônicas em 2018.

O ocupante do Palácio do Planalto voltou a repetir que é o favorito por causa do clima que encontra em seus atos nas ruas, apesar de todas as pesquisas eleitorais mostrarem que Lula está em vantagem e tem chances reais de vencer no 1º turno

PF vê transações suspeitas em gabinete de Bolsonaro, e Moraes quebra sigilo de assessor

(FOLHAPRESS) – A Polícia Federal encontrou no telefone do principal ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL) mensagens que levantaram suspeitas de investigadores sobre transações financeiras feitas no gabinete do presidente da República.

Conversas por escrito, áudios e fotos trocadas pelo tenente-coronel Mauro Cesar Barbosa Cid com outros funcionários da Presidência sugerem a existência de depósitos fracionados e saques em dinheiro.

O material analisado pela Polícia Federal indica que as movimentações financeiras se destinavam a pagar contas pessoais da família presidencial e também de pessoas próximas da primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

A assessoria da Presidência nega qualquer irregularidade nas transações e diz que os valores movimentados têm como origem a conta particular do presidente da República.

Com base nesses indicativos coletados pela polícia, o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou nas últimas semanas a quebra de sigilo bancário de Cid, atendendo a um pedido da PF, que busca descobrir a origem do dinheiro e se há uso de verba pública.

As transações estão sendo analisadas no âmbito de um inquérito policial, mas ainda não há acusação ou mesmo confirmação das suspeitas levantadas pela PF.

A quebra de sigilo bancário ocorre dentro do caso que apurava o vazamento de uma investigação sobre um hacker no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A apuração foi compartilhada por Moraes e agora tramita no inquérito das milícias digitais.

Nessa investigação sobre o vazamento do caso do ataque ao TSE, Cid virou alvo por ter atuado no episódio e teve o sigilo telemático (emails, arquivos de celular e nuvem de armazenamento) quebrado por ordem de Moraes. Na análise desse material, a PF se deparou com movimentações financeiras que considerou suspeitas.

Em conversas por aplicativos de mensagens, integrantes da Ajudância de Ordens trocam recibos de saques e depósitos e abordam o pagamento de boletos.

Uma das suspeitas que estão sendo apuradas pela PF com base nos diálogos é o pagamento de uma fatura de plano de saúde de um parente do casal presidencial.

Em outro caso, há pagamento fracionado para uma tia de Michelle, que cuida da filha de Bolsonaro, Laura, quando a primeira-dama está em compromissos ou em viagens.

Realizações de depósitos fracionados e saques em espécie chamaram a atenção da polícia, que desconfia da tentativa de ocultar a procedência do dinheiro.

A investigação busca saber se despesas particulares podem ter sido bancadas com dinheiro público. As informações da quebra do sigilo ainda estão sendo analisadas pela PF.

Uma das hipóteses apuradas é se as transações têm origem em valores dos cartões corporativos da Presidência, por exemplo.

A assessoria da Presidência diz que as transações vistas como suspeitas pela PF têm origem em dinheiro privado de Jair Bolsonaro.

Proposta de Cirone Deiró estabelece aumento do auxílio alimentação para servidores da Educação

O deputado estadual Cirone Deiró apresentou proposta ao Governo do Estado, sobre a necessidade de realização de estudos financeiros, visando aumentode R$ 250,00 para R$ 500,00,do valor pago a título de auxilio alimentação, aos profissionais da área da Educação, em Rondônia. Pela proposta apresentada por Cirone, o novo valor deverá  valer a partir de janeiro de 2023, contemplando todos os profissionais da Secretaria de Estado da Educação(SEDUC), como professores, gestores, supervisores, pessoal de apoio, prestadores de serviços e outros profissionais que façam parte do quadro do setor educacional.

De acordo com Cirone, o auxilio alimentação é uma forma de reconhecimento a dedicação integral dos servidores que atuam na rede estadual de educação, sendo, portanto,um investimento, com valores a serem pagos conforme seu propósito. Ele argumenta que pelo fato de não ser descontado da folha de pagamento, o benefício representaum auxilio substancial para o servidor, na hora de ir ao supermercado fazer as compras do mês, o que reflete em sua satisfação com o trabalho e consequentemente no aumento da produtividade. “Oferecer auxílio-alimentação, com valores atualizados, é uma forma de fazer justiça aos servidores e, de quebra, reconhecer a produtividade da equipe”, afirmou o deputado.

Operação Eleições 2022 começa nesta segunda-feira em todo o Brasi

Garantir a segurança e proteção aos cidadãos, eleitores e servidores da Justiça Eleitoral é o objetivo da Operação Eleições 2022, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria de Operações Integradas (Seopi), a partir desta segunda-feira (26).

A ação conjunta durante o primeiro turno das eleições gerais de 2022 será acompanhada, em tempo real, por representantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), das polícias Civis e Militares, da Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), do Corpo de Bombeiro Militares, Ministério da Defesa, da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), das secretarias de Segurança Pública e Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec)

No próximo domingo, dia 2 de outubro, as forças de segurança pública atuarão – nos 26 estados e no Distrito Federal – em cartórios eleitorais, locais de votação e de apuração dos votos, vias públicas e estações de transporte.

Entre os impactos na segurança pública que poderão ser observados durante o pleito, estão possíveis crimes eleitorais (boca de urna, transporte ilegal de eleitores, compras de votos, entre outros), manifestações pacíficas e/ou violentas, bloqueio de vias, rixas, ameaças e atentados, temporais e/ou alagamentos e quedas de energias em locais de votação e de apuração dos votos.

Boletim

Os indicadores gerados por estes possíveis impactos irão alimentar os boletins informativos que serão divulgados, a partir das 9h, com periodicidade de três horas, por meio do site e das redes sociais do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Os trabalhos serão monitorados pelo Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN) e pelos Centros Integrados de Comando e Controle Estadual (CICCE).

Indicadores 2020

Ainda segundo dados divulgados pelo Ministério da Justiça, nas eleições municipais de 2020 foram presas 2,7 mil pessoas e apreendidos 35 menores. As principais ocorrências foram relacionadas a apreensões com destaque para material de campanha.

Do total de 94,3 mil ocorrências, 93,7 mil foram de material de campanha, 394 de veículos e 111 de armas. A segunda maior quantidade de ocorrências foi relacionada à desinformação com 8,9 mil – a maior parte de disparo de mensagem em massa (8,2 mil). As demais foram de indicações de desinformação sobre o processo eleitoral, com 559, no total.

O levantamento revela ainda que crimes eleitorais como boca de urna, compra de votos, concentração de eleitores, transporte ilegal de eleitores e outros, somaram 4,6 mil ocorrências. Crimes comuns como ameaça, furto, homicídio, tentativa de homicídio, lesão corporal, porte ilegal de arma de fogo, roubo e vias de fato, tiveram 943 ocorrências.

Com relação a incidentes de segurança pública e defesa social no entorno dos locais de votação, o total de ocorrências foi de 250. Houve atendimentos de urgência e emergência, bloqueios de vias, falta de energia elétrica, incêndios e manifestações. As ocorrências de crimes contra candidatos, entre ameaças, homicídio, tentativa de homicídio e lesão corporal, resultaram em 172 ocorrências.

Jovem traficante é preso com mais de 20 quilos de cocaína em ônibus

Um traficante, de 25 anos, foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na manhã desta segunda-feira (26), após ser flagrado com vários tabletes de maconha, durante uma abordagem, na BR-364, próximo ao Km 208, no município de Pimenta Bueno.

Os policiais estavam realizando atividades de enfrentamento ao tráfico de drogas em região de fronteira, quando avistaram um ônibus de viagem.

Foi realizada a abordagem, e durante as buscas nas bagagens, os agentes encontraram vários tabletes de maconha, pesando mais de 21 quilos, que era transportado na mala do traficante.

O criminoso recebeu voz de prisão, e foi levado para a seda da Polícia Civil. O prejuízo estimado aos criminosos é de mais de R$ 46 mil, segundo a PRF.

Criminoso invade casa e mata jovem em cidade de RO

Mais um assassinato foi registrado na noite deste domingo em Porto Velho. A vítima é Jhonata Roza Maciel, 28 anos, baleado em casa, em um beco na rua Anita Garibaldi, Bairro Costa e Silva, zona norte da cidade.

Uma testemunha informou que um automóvel Fiat Uno, de cor branca, parou em frente ao imóvel e uma pessoa desceu, invadiu o local e efetuou vários tiros contra Jhonata, fugindo em seguida.

A vítima foi socorrida para a Policlínica Ana Adelaide, mas não resistiu aos graves ferimentos sofridos. Não foram informadas características sobre o atirador. O caso será mais um investigado pela Delegacia de Homicídios. Rondoniagora.

Rondoniagora.com

PF indicia agentes da PRF por homicídio qualificado no caso Genivaldo

A Polícia Federal (PF) concluiu o relatório final do inquérito aberto para investigar a morte de Genivaldo de Jesus Santos, ocorrida em maio durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no município de Umbaúba, no sul do estado de Sergipe. O relatório, entregue hoje (26) ao Ministério Público Federal (MPF), indicia três agentes da PRF por abuso de autoridade e homicídio qualificado.

“O inquérito policial foi encaminhado, nesta segunda-feira (26/9), ao Ministério Público Federal para providências de sua competência, permanecendo a Polícia Federal à disposição para quaisquer outras eventuais diligências julgadas necessárias ao apuratório”, disse a PF, em nota.

A morte de Genivaldo ganhou projeção nacional por causa das imagens veiculadas na internet, que mostram a vítima presa dentro de uma viatura esfumaçada. Genivaldo se debate com as pernas para fora enquanto um policial rodoviário mantém a tampa do porta-malas abaixada, impedindo o homem de sair. Segundo o Instituto Médico Legal (IML) do estado, Genivaldo morreu de insuficiência aguda secundária a asfixia. Ele teria sido parado pelos agentes por trafegar de moto sem capacete.

A PF indiciou três agentes por homicídio qualificado. Isso significa que se trata de um homicídio cometido em circunstâncias que tornam o crime mais grave do que já é. Nesse caso em específico, foi considerada a prática da asfixia na morte de Genivaldo e da impossibilidade dele se defender.

Os agentes seguem afastados de suas funções, mas não estão presos.

Em nota, o MPF confirmou o recebimento do inquérito e explicou que terá 15 dias para análise do inquérito e apresentação de denúncia. Após a conclusão do inquérito, a PF citou as colaborações da PRF e de outros órgãos nas investigações.

“A Polícia Federal agradece a grande colaboração prestada pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de Sergipe, notadamente, o Instituto Médico Legal do Estado de Sergipe, bem como à Polícia Rodoviária Federal, pela agilidade no atendimento às demandas da investigação”.

Folha desmascara mentiras bolsonaristas sobre Datafolha

Folha   – Com a proximidade do primeiro turno da eleição presidencial, voltam a ganhar força posts tentando descredibilizar o Datafolha, instituto de pesquisa da Folha. Apoiadores de Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição que aparece em segundo lugar nos levantamentos recentes do instituto, publicam conteúdos afirmando, erroneamente, que pesquisas do Datafolha em 2018 indicavam que Fernando Haddad (PT) seria presidente.

“Você está de sacanagem, Datafolha errou em 2018 em todos os cenários, vá estudar, pô!”, escreveu um usuário do Twitter, seguindo linha de Bolsonaro, que faz frequentes ataques ao instituto. De todas as pesquisas feitas durante a campanha de 2018, em apenas uma Bolsonaro perdia para Haddad, na simulação de segundo turno feita em 28 de setembro de 2018. Nos outros levantamentos, ou havia empate técnico ou vitória do atual presidente —ou seja, os posts que questionam a credibilidade do Datafolha não consideram a série de pesquisas, apenas uma delas.

Um exemplo de como as pesquisas se aproximaram da realidade: na última pesquisa antes do segundo turno em 2018, a Folha publicou reportagem com dados do Datafolha com o título “Bolsonaro chega à véspera da eleição com 55% dos votos válidos”; então no PSL, ele venceu Haddad com 55% dos votos.

Para o cientista político Augusto Neftali de Oliveira, professor da Escola de Humanidades da PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), há dois comportamentos que uma campanha pode adotar quando seu candidato não está em primeiro lugar nas pesquisas. “O normal, evitar que a militância desanime, explicar que ainda há jogo para ser jogado, e o anormal, escolhido por Bolsonaro, que é deslegitimar as pesquisas”, diz ele.

Esse comportamento, segundo o especialista, torna o cenário preocupante. “Há uma forte conexão do discurso dele sobre a desconfiança em relação às pesquisas com o da desconfiança no processo eleitoral, o que vai se relacionar com a desconfiança no resultado da eleição, se não for o que ele quer.”

Ele lembra que a desinformação sobre pesquisas não é exclusividade das últimas eleições, mas que as redes sociais facilitaram sua disseminação. “Elas permitem a divulgação de notícias falsas mais rapidamente, agravando o problema.”

E, de acordo com Leonardo Rodrigues de Morais, cientista político, pior do que não se informar é consumir apenas desinformação, como faz grande parte dos eleitores de Bolsonaro, principais críticos do Datafolha. “Bolsonaro sabe o que faz. Tanto ele acredita em pesquisas eleitorais que foi o que mais gastou com elas, mas diz o contrário para criar confusão, e seus apoiadores acreditam”, diz Morais.

Folha  

Fanático, policial bolsonarista atira três vezes contra candidato da oposição

O deputado federal Paulo Guedes (PT-MG) publicou um vídeo em suas redes sociais onde revela que o carro de som de seu comício, que ocorreu na noite deste domingo (25), na cidade de Montes Claros (MG), foi alvo de ataque de um militante bolsonarista. Segundo Guedes, o homem atirou três vezes contra ele e outras pessoas que estavam no local.

Segundo relato do parlamentar, o homem que atirou contra o seu carro de som é um policial militar que estava à paisana e foi preso em flagrante.

“Acabei de sofrer um atentado. Bolsonarista disparou 3 tiros contra o carro de som em que eu estava, durante carreata em Montes Claros. Até onde vai esse ódio?”, questionou o deputado em suas redes.