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Porto Velho
6 fevereiro 2026

Ex-advogado de Bolsonaro é condenado à prisão por chamar mulher de “macaca”

O advogado Frederick Wassef, conhecido por defender a família do ex-presidente Jair Bolsonaro, foi condenado nesta quarta-feira (17) a 1 ano e 9 meses de prisão, em regime aberto, por injúria racial. A acusação veio após Wassef ser denunciado pelo Ministério Público por ofender uma funcionária de uma pizzaria em Brasília, chamando-a de “macaca”.

Segundo a vítima, após o advogado reclamar que a pizza estava “ruim”, ele teria se dirigido a ela com as palavras: “Você é uma macaca! Você come o que te derem.” O juiz responsável pela sentença, Omar Dantas Lima, destacou que a expressão usada pelo réu carregava “intenso desprezo e escárnio”, confirmando que o insulto prejudicou a dignidade da vítima.

O advogado negou as acusações e afirmou que pode recorrer da sentença. O caso ocorreu em novembro de 2020, quando Wassef visitou uma pizzaria em um bairro nobre da capital federal.

Além da pena de prisão, Wassef também foi condenado a pagar R$ 6 mil de indenização por danos morais à funcionária. O valor será corrigido desde a data da sentença, com juros desde 2020. Durante o julgamento, ele negou as acusações, alegando que a denúncia era fruto de uma “engenharia criminosa” com o objetivo de prejudicá-lo politicamente e

Testemunhas que trabalhavam no estabelecimento também relataram comportamentos inadequados de Wassef em outras ocasiões. Funcionários da pizzaria mencionaram que ele frequentemente tratava mal os empregados, reclamando do atendimento e da qualidade dos produtos.

Um dos relatos descreveu um incidente em que Wassef teria jogado uma caixa de pizza no chão e forçado uma funcionária a pegá-la, um comportamento que, segundo a testemunha, foi altamente humilhante. Em resposta às acusações, o advogado tentou desqualificar o depoimento de Danielle, alegando que ela mentiu sobre o ocorrido.

Wassef também sugeriu que a funcionária estava sendo manipulada por terceiros para ganhar uma indenização por meio da “fraude arquitetada”. No entanto, a decisão judicial foi baseada na análise das provas apresentadas, incluindo os depoimentos das testemunhas e o relato da vítima.

financeiramente.

(DCM)

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